ANALISAR,INTERPRETAR E APLICAR OS RECURSOS EXPRESSIVOS DAS LINGUAGENS,RELACIONANDO TEXTOS COM SEUS CONTEXTOS.
sábado, 27 de outubro de 2012
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
segunda-feira, 30 de julho de 2012
O
Ministério da Educação e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira (Inep) lançam hoje, 30/7, o guia de redação
do Enem, um volume de 48 páginas, divididas em quatro partes:
* Apresentação pelo presidente do Inep, Luiz Cláudio Costa
* Detalhamento da Matriz de Correção da prova do Enem
* Análise da proposta de redação do Enem 2011
* Análise de redações nota 1.000 no Enem 2011.
"A
redação no Enem 2012 - Guia do participante" terá inicialmente uma
tiragem de 1.700.00 cópias, a serem distribuídas às escolas públicas de
todo o Brasil. Haverá também cópias em Braille e na forma ampliada, para
pessoas com déficit de visão.
- Clique aqui para conferir o guia de redação do Enem (formato PDF).
Foram
selecionadas redações que receberam a nota máxima (1.000 pontos) no
Enem 2011 e aparecem no Guia com comentários. No Guia, considera-se que
seus autores "desenvolveram o tema de acordo com as exigências do texto
dissertativo-argumentativo" e demonstraram "domínio da norma culta de
língua escrita".
Segundo o presidente do Inep, o objetivo do Guia
é "tornar o mais transparente possível a metodologia de correção da
redação, além de explicar o que se espera do participante em cada uma
das competências avaliadas": "Queremos que o Guia contribua para
aperfeiçoar o estudo, exemplificar os critérios e mostrar como se faz
uma boa redação".
O Guia foi elaborado pela equipe da Diretoria
de Avaliação da Educação Básica (Daeb) do Inep, em conjunto com
especialistas em Língua Portuguesa. É mais uma ação para tornar a
correção da redação do Enem mais transparente, aperfeiçoando os
critérios de correção e, ao mesmo tempo, ampliando o quadro e o
treinamento de avaliadores, com a participação efetiva das universidades
e institutos federais do país.
Além de lançar o Guia de redação,
o Inep publica uma Chamada Pública para convocar as instituições de
ensino a fazer estudos e pesquisas em avaliação educacional e
psicometria relacionados às provas aplicadas. O objetivo do edital, mais
uma ação estruturante do Inep com vistas ao aperfeiçoamento das
políticas públicas na área, é subsidiar diagnósticos mais precisos e
induzir mudanças nas práticas de gestão e ensino, por meio de melhorias
nos sistemas de avaliação escolar. O valor total do edital é de R$ 2
milhões.
* Fonte: site do Inep - portal.inep.gov.br.
domingo, 15 de julho de 2012
sábado, 23 de junho de 2012
sexta-feira, 22 de junho de 2012
sábado, 16 de junho de 2012
Vunesp divulga resultado da primeira fase do vestibularA consulta aos locais de prova da segunda fase já está disponível
| Vunesp |
Vunesp divulga resultado da primeira fase do vestibularA consulta aos locais de prova da segunda fase já está disponível
[15/06/2012]
A Vunesp divulgou hoje (15/06), às 10h, nos sites http://vestibular.unesp.br e www.vunesp.com.br,
os nomes dos candidatos que farão a segunda fase do Vestibular Meio de
Ano da Unesp. São oferecidas 465 vagas para as unidades de Bauru,
Dracena, Ilha Solteira, Ourinhos, Registro e Sorocaba. A consulta de
local de prova também pode ser feita nos endereços citados acima.
A prova da segunda fase, que inclui Conhecimentos
Específicos e Redação, está marcada para os dias 23 e 24 de junho
(sábado e domingo). No primeiro dia, os candidatos responderão a 24
questões de ciências humanas, ciências da natureza e matemática. No
último dia, a avaliação consistirá em 12 questões de linguagens e
códigos e uma redação. Todas as questões são dissertativas, e a duração
de cada dia de prova será de 4h30.
Além das cidades onde há oferta de vagas, os exames
também serão realizados em Campinas, Guaratinguetá, São José do Rio
Preto e São Paulo. O resultado final será divulgado em 12 de julho, nos
sites da Unesp e da Vunesp.
Sobre a Unesp
A Universidade Estadual Paulista está
presente em 23 cidades do Estado de São Paulo com 33 faculdades e
institutos, onde desenvolve atividades de ensino, pesquisa e extensão em
todas as áreas do conhecimento. Fundada em 1976, a instituição oferece
171 cursos de graduação e 118 programas de pós-graduação. Tem 46.634
alunos (35.929 na graduação, 10.705 na pós sctricto sensu), 3.543
professores e 7.153 servidores técnico-administrativos. Possui cerca de
1.900 laboratórios e um Hospital de Clínicas.
Oferece cursos pré-vestibulares gratuitos em suas
unidades, bem como diversos programas de extensão de serviços à
comunidade. Três escolas de ensino técnico são mantidas pela
Universidade: o Colégio Técnico Industrial em Bauru, o Colégio Técnico
Industrial em Guaratinguetá e o Colégio Técnico Agrícola em Jaboticabal.
Mais informações: Disque Vunesp – (11) 3874-6300 (dias úteis, das 8 às 20 horas) Sites – http://vestibular.unesp.br e www.vunesp.com.br .
Asssessoria de Comunicação e Imprensa da Vunesp
sábado, 9 de junho de 2012
Revista Cult » Coronelismo intelectual;Do Líbano à Síria e ao Bahrein, do Egito ao Irã e Yêmen, a geopolítica da região irá sofrer mudança radical ;A democracia moderna e a estetica da moeda
A democracia moderna e a estetica da moeda
Na sociedade em que tudo se pauta pela
exibição midiática, desaparece o pudor, atestando-se o enfraquecimento
do sentimento de vergonha ligado à moral social
Olgária Matos
Ilustração Adriano Paulino
Ilustração Adriano Paulino
Favorecimentos ilícitos, informações privilegiadas, tráfico de
influências, gratificações particulares, desvio de verbas públicas,
suborno, omissões por interesses próprios ou partidários, formação de
cartéis e negligências várias são, nas democracias modernas, práticas de
corrupção e, como tais, sujeitas às leis que regulam infrações.
Deixando-se, pois, à Justiça a função de julgar, absolver ou condenar
o governador do Distrito Federal José Roberto Arruda, em 2010, sua
detenção suscitou, como veiculado pela mídia, júbilo, como ocorreu
também com a do ex-governador Paulo Maluf, a dos proprietários da Daslu e
da Schincariol, respectivamente. Os dominantes não estão acima da lei.
Como, desde o impeachment do ex-presidente Fernando Collor até o
presente momento, o fenômeno só se tem ampliado – não se tratando apenas
de segredo de informação como antes, mas de algo com maior visibilidade
agora –, compreende-se que as diversas figuras da corrupção não são
fato isolado, mas atravessam a sociedade inteira.
Identificando nas democracias contemporâneas dispositivos que colocam
as práticas autorizadas no limiar da ilegalidade, o filósofo Walter
Benjamin anotou: “O valor venal de cada poder é calculável. Nesse
contexto só se pode falar de corrupção onde esse fenômeno se torna
excessivamente manipulado. Tem seu sistema de comando num sólido jogo
entrelaçado de imprensa, órgãos públicos, trustes, dentro de cujos
limites permanece inteiramente legal” (“Imagens de Pensamento”, Rua de
Mão Única).
A violência da moeda
O dinheiro como valor hegemônico na sociedade contemporânea supostamente promove a ascensão social, baseada exclusivamente em critérios econômicos e no prestígio do dinheiro. Em seu livro O Processo Civilizatório, Norbert Elias analisa os primórdios da “revolução burguesa” na França, indicando a democratização dos costumes da corte. A burguesia, no esforço de alcançar uma legitimidade que não fosse a do dinheiro (que ainda não se impusera como valor), procurou “aristocratizar-se”, adotando a etiqueta e “as boas maneiras” como medidas da polidez e da convivialidade. Como lhe faltava o universo de tradições e méritos da nobreza, esforçou-se para ascender aos bens culturais.
O dinheiro como valor hegemônico na sociedade contemporânea supostamente promove a ascensão social, baseada exclusivamente em critérios econômicos e no prestígio do dinheiro. Em seu livro O Processo Civilizatório, Norbert Elias analisa os primórdios da “revolução burguesa” na França, indicando a democratização dos costumes da corte. A burguesia, no esforço de alcançar uma legitimidade que não fosse a do dinheiro (que ainda não se impusera como valor), procurou “aristocratizar-se”, adotando a etiqueta e “as boas maneiras” como medidas da polidez e da convivialidade. Como lhe faltava o universo de tradições e méritos da nobreza, esforçou-se para ascender aos bens culturais.
Mas, com a institucionalização da sociedade de consumo, os bens
culturais, que exigiam iniciação para serem compreendidos em suas
linguagens próprias – como as artes e os saberes literários –, foram
sendo abandonados e passaram a se reger pela obsolescência constante. De
onde o advento de “modas intelectuais”. A ideologia do “novo-rico”
prescinde até mesmo do “verniz da cultura”.
A ideologia dominante em uma sociedade, como Marx observou, é a da
classe dominante, e, em nosso tempo, a dos “novos-ricos”. O “novo-rico” é
aquele que conhece o preço de todas as coisas, mas desconhece seu
valor. Sob seus auspícios, a educação produz uma cultura que atrofia a
sensibilidade e o pensamento; a educação é entendida pela ideologia do
“novo-rico” como “ serviço” e como mercadoria mais ou menos barata, dos
quais o novo-rico é cliente e consumidor.
A perda da autoridade
A política institucional contemporânea participa da falência da escolaridade e da ética que a ela se vinculava quando a educação, ao menos em seus princípios fundadores, humanistas e republicanos, propunha, primordialmente, formar as crianças para fazer delas adultos mais felizes e melhores.
A política institucional contemporânea participa da falência da escolaridade e da ética que a ela se vinculava quando a educação, ao menos em seus princípios fundadores, humanistas e republicanos, propunha, primordialmente, formar as crianças para fazer delas adultos mais felizes e melhores.
As detenções espetaculares de acusados de crimes do “colarinho
branco” promovem uma pseudocatarse da sociedade, de onde não estão
ausentes a agressividade e a “pulsão de morte”. Do outro lado, a
estética “novo-rico” opera com dólares nos sapatos ou maços de reais nas
roupas íntimas.
Na sociedade panóptica, em que tudo se pauta pela exibição midiática,
desaparece o pudor, atestando-se o enfraquecimento do sentimento de
vergonha ligado à moral social que, por sua vez, diz respeito à
“flexibilização” do sentimento de culpa na consciência moral. O fim da
autoridade paterna e o “pai humilhado” coincidem com a sociedade
infantilizada em que não se reconhece mais a diferença entre as
gerações, entre pais e filhos, masculino e feminino, bom gosto e mau
gosto. Em tempos comandados pela ideologia “novo-rico”, tudo pode ser
dito e mostrado; cada um de nós é chamado a apresentar em público atos e
sentimentos como se fossem ideias.
Mídia e difamação: o comprometimento da democracia
A República moderna e a democracia, em suas origens e fundamentos, basearam-se, uma vez associadas, na confiança e no “franco dizer” de todos os cidadãos, isto é, na liberdade de expressão, diversa, esta, da delação. Porque hoje prospera a desconfiança como forma de sociabilidade, as delações programadas e premiadas – elaboração de dossiês sensacionalistas em época eleitoral ou denúncias por parte de funcionários e auxiliares de governo – estão se constituindo como práticas reconhecidas e aceitas pelos poderes instituídos e pela opinião pública, com recompensa cash e com a diminuição de penas criminais dos delatores quando estes são criminosos condenados pela Justiça.
A República moderna e a democracia, em suas origens e fundamentos, basearam-se, uma vez associadas, na confiança e no “franco dizer” de todos os cidadãos, isto é, na liberdade de expressão, diversa, esta, da delação. Porque hoje prospera a desconfiança como forma de sociabilidade, as delações programadas e premiadas – elaboração de dossiês sensacionalistas em época eleitoral ou denúncias por parte de funcionários e auxiliares de governo – estão se constituindo como práticas reconhecidas e aceitas pelos poderes instituídos e pela opinião pública, com recompensa cash e com a diminuição de penas criminais dos delatores quando estes são criminosos condenados pela Justiça.
O convite à delação tem uma história, cuja expressão mais próxima foi
a Revolução Francesa, que reabilitou as medidas do Ancien Régime em
jornais publicados entre 1789 e 1791, como La Dénonciation Patriote (A
Denúncia Patriótica), L´Espion de Paris (O Espião de Paris) e L’Écouteur
aux Portes (O Espreitador de Portas). Denúncias de vizinhos, cartas
anônimas ou dossiês preparados para esses fins ocorreram também durante a
ocupação alemã em Paris, na Segunda Guerra Mundial, bem como foi rotina
nos regimes totalitários, na Alemanha durante o nazismo e na URSS,
convertendo-se em política de Estado sob Stalin.
Da demagogia à difamação, do jogo com as engrenagens da Justiça ao
direcionamento da opinião pública, da obsessão com a segurança nacional
ao patriotismo perverso, da vigilância cidadã ao fim da tranquilidade
individual, da defesa do bem público à transgressão do espaço privado, a
delação está ligada aos momentos mais sombrios da história. O estudo da
delação ao longo do tempo oferece-nos suas relações com o espaço
público em que se mesclam verdades e seu contrário, informações e
falsificações, intervindo diretamente na formação da opinião pública.
Na ausência de um ministério público, a Atenas democrática
antiga – a mesma que inventou a política, o teatro e a filosofia – criou
o “delator público”, que dizia respeito à proteção do espaço comum
partilhado, o qual reinava soberano. E, para reparar seus abusos,
julgava-se também o acusador, analisando suas intenções, a classe social
de que provinha e outras circunstâncias de sua vida, podendo ele também
ser condenado para o bem da cidade, caso suas intenções fossem de
vingança, estritamente subjetivas ou particulares.
Resta saber se o recurso à delação voluntária mediante recompensa em
dinheiro não induz à corrupção – dadas as oportunidades que se oferecem
para quem procura desembaraçar-se de um adversário indesejado ou então
para aquele que se deixa comprar por ele – e, ainda mais, quando vai se
tornando um meio para o funcionamento da Justiça.
Olgária Matos é professora titular de filosofia na Unifesp
Coronelismo intelectual
Não há muita diferença entre a mesa de bar e a mesa-redonda dos acadêmicos
Podemos chamar de “coronelismo intelectual” a prática autoritária no
campo do conhecimento. Este campo é extenso, começa na pesquisa
científica universitária e se estende pela sociedade como um todo, dos
meios de comunicação ao básico botequim onde ideias entram em jogo.
Coronelismo intelectual é a postura da repetição à exaustão de ideias alheias. A reflexão só atrapalharia, por isso é evitada.
Encarnação de prepotente eloquência, o paradoxo do coronelismo é
alimentar uma ordem coletiva de silêncio em que o debate inexiste, o
culto da verdade pronta ou da ignorância é a regra, bem como a apologia
ao gesto de falar sem ter nada a dizer, que culmina no discurso tão
vazio quando maldoso da fofoca, versão popular do eruditismo.
Não há muita diferença entre a mesa de bar e a mesa-redonda dos
acadêmicos parafraseando qualquer filósofo clássico apenas pelo amor ao
fundamentalismo exegético.
Enquanto todos falam sem nada dizer, ajudados pelo jornalista que
repete o que se entende pela sacrossantificada “informação”, mercadoria
da contra-reflexão atual, os coronéis podem comentar que os outros é que
não sabem nada e praticar o “discurso verdadeiro” em seus artigos
estilo “mais do mesmo”, moedinha cadavérica com que se enche o cofrinho
das plataformas de medição de produtividade acadêmica em nossos dias.
O coronelismo intelectual infelizmente segue forte na filosofia e nas
ciências humanas, na verdade dos especialistas, tanto quanto na dos
ignorantes que se separam apenas por titulação ou falta dela.
Professores e estudantes, sábios e leigos, todos se servem
metodologicamente dos frutos dessa árvore apodrecida. A prática do
pensamento livre que se autocritica e busca, consciente de sua
inconsciência, seu próprio processo de autocriação talvez seja a
contraverdade capaz de cortá-la pela raiz.
Intelectual serviçal
Eis a cultura do lacaio intelectual, do bom serviçal sempre pronto à reprodução do mesmo. Nela, a boa ovelha especialista em assinar embaixo as verdades do senhor feudal que um dia as emitiu num ritual de sacralização já não é fácil de distinguir do lobo. A semelhança entre o puxa-saco, o crente e o líder paranóico que o conduz revela a verdade do mimetismo. Os seguidores dos líderes, de rabinho entre as pernas, latem para mostrar que aprenderam bem o refrão. Abanam as asas ao redor da lâmpada esperando que ela também fique onde está, do contrário não saberiam o que fazer.
Eis a cultura do lacaio intelectual, do bom serviçal sempre pronto à reprodução do mesmo. Nela, a boa ovelha especialista em assinar embaixo as verdades do senhor feudal que um dia as emitiu num ritual de sacralização já não é fácil de distinguir do lobo. A semelhança entre o puxa-saco, o crente e o líder paranóico que o conduz revela a verdade do mimetismo. Os seguidores dos líderes, de rabinho entre as pernas, latem para mostrar que aprenderam bem o refrão. Abanam as asas ao redor da lâmpada esperando que ela também fique onde está, do contrário não saberiam o que fazer.
As consequências do coronelismo em um país de antipolítica e
anti-educação generalizadas como este é algo ainda mais grave do que o
medo de pensar. É o fato de que já não se pensa mais. A ausência de
debate não é medo de expor ideias, mas a falta delas. Inação é o
corolário da impossibilidade de mudar, porque o campo das ideias onde
surge a vida já foi minado. O coronel ri sozinho da impossibilidade de
mudanças, pois ele ama a monocultura enquanto odeia o cultivo de ideias
diferentes ou de ideias alheias. O autoritarismo intelectual não é feito
apenas de ódio ao outro, mas da inveja de que haja exuberância criativa
em outro território, em outra experiência de linguagem. Conservadorismo
é seu nome do meio.
Coronelismo não é simplesmente a zona cinzenta onde não podemos mais
distinguir o ignorante do culto, mas a política generalizada introjetada
por todos – salvo exceções – pela letal dessubjetivação acadêmica da
qual somos vítimas enquanto algozes e que, no campo do senso comum,
surge como robotização e plastificação das pessoas entregues como zumbis
aos mecanismos do nonsense geral, que, é preciso cuidar, deve ser
aparentemente desejável pela liberdade de cada um.
Contra a escravidão intelectual somente um contradesejo pode gerar
emancipação. A prática da invenção teórica, a liberdade da interpretação
e de expressão nos obrigam a ir contra os ordenamentos da ditadura
micrológica do cotidiano, em que a lei magna reza o “proibido pensar”. A
direção, como se pode ver, parece que só se encontra, atualmente, no
desvio dos caminhos dados.
Incerto amanhã
Do Líbano à Síria e ao Bahrein, do Egito ao Irã e Yêmen, a geopolítica da região
irá sofrer mudança radical
TAGS: geopolítica, Oliver Roy
Rebelde líbio em Sidra
Olivier Roy
As revoltas espalham-se pelo Oriente Médio, e os jovens que lançaram o
movimento de protesto ganham a adesão de um número crescente de
manifestantes. Isso nos leva a perguntar onde tudo isso vai terminar e
quais serão as consequências geoestratégicas. Seria presunção afirmar
que já temos respostas perfeitas neste momento, mas, mesmo assim,
podemos começar a refletir sobre essas perguntas.
Se em alguns países a situação é de tudo ou nada (na Líbia, Muammar
Gaddafi ou vai afogar a revolta em sangue ou vai desaparecer), em outros
estamos assistindo a um exercício de contenção de danos, algo em que o
regime atual cria a aparência de estar mudando e, ao mesmo tempo, se
esforça para manter as mudanças no menor nível possível.
E, se as potências ocidentais estão aplaudindo o processo de
democratização, por enquanto elas não deixam de estar obcecadas pela
necessidade de conservar a estabilidade – ou seja, o status quo
estratégico: uma paz fria entre Israel e o mundo árabe e a tentativa de
montar uma frente unida para isolar o Irã.
Conservadores de várias linhas em diversas sociedades árabes também
se preocupam com o rumo provável do movimento democrático e buscam algum
tipo de solução de meio-termo.
Um conflito de gerações percorre a oposição às diversas autocracias.
Isso se evidencia especialmente no caso daIrmandade Muçulmana, no Egito.
A geração mais velha que controla o aparatopartidário ainda está
seduzida pelo culto ao líder carismático. Ela é socialmente conservadora
e teme que a revolta se espalhe. Embora aceite o pluralismo político,
sua cultura não é democrática, e ela desconfia da liberdade de expressão
e do debate.
Poderia uma Irmandade Muçulmana tradicionalista tornar-se parceira de um Exército que procura
interlocutores que compartilhem seu desejo de ordem e sua rejeição aos novos movimentos sociais?
interlocutores que compartilhem seu desejo de ordem e sua rejeição aos novos movimentos sociais?
Em toda a região, na ausência de elementos do próprio movimento, as
figuras que estão administrando a transição vêm do velho regime. Elas
não aderiram à cultura política dos manifestantes. Continuam trancadas
em uma mentalidade autoritária, pedindo o retorno à normalidade. Não
compreendem que anunciar eleições e um punhado de reformas já não é o
bastante para tirar as pessoas das ruas.
Cada vez mais é o desemprego ou subemprego entre os jovens que move
protestos que reivindicam o fim da monopolização de grandes setores da
economia por uma elite. Em todos os países afetados, com exceção da
Tunísia, o Exército faz parte dessa elite.
Está claro que, na maioria dos casos, a oposição à moda antiga vai
sentir-se tentada a buscar um entendimento com as elites
entrincheiradas. Estas, por enquanto, estão prometendo restabelecer um
governo que certamente se mostrará mais aberto, mas que nem por isso
deixará de ser autoritário.
A divisão crítica aqui é de ordem geracional, mais que ideológica.
Uma nova geração de Irmãos Muçulmanos, que já era visível na esfera
pública e na internet, está sujeitando os princípios da Irmandade à
prova da democracia e da liberdade de expressão.Essa nova geração
uniu-se às manifestações na Praça Tahrir, no Cairo, contrariando os
conselhos da liderança da organização.
O mesmo se aplica à geração mais jovem de cristãos coptas, que não
quer mais ser representada pelo patriarca, o papa Shenouda 3º.
O problema é que as elites no poder, assim como uma parte da oposição convencional, ainda não
compreenderam quão inovador é o movimento de protesto. Não compreenderam que ele é não violento, que fala em nome da democracia e do pluralismo e que não usa a ideologia para disfarçar divisões sociais.
compreenderam quão inovador é o movimento de protesto. Não compreenderam que ele é não violento, que fala em nome da democracia e do pluralismo e que não usa a ideologia para disfarçar divisões sociais.
Em lugar disso, abraça todos os setores da sociedade exceto a família
governante e inutiliza todos os velhos instrumentos da repressão, que
empregava um misto de violência e suborno.
O que está sendo rejeitado é uma cultura política que sobrevive há 60
anos no Oriente Médio: a aparência de unidade em torno de uma causa (o
povo árabe, o islã ou a Palestina) e um líder (o zaim), um Estado erguido sobre os serviços secretos (os mukhabarat)
e a vilipendiação de todos os adversários, tachados de traidores a
serviço de potências estrangeiras (geralmente os Estados Unidos ou
Israel).
O movimento de protesto é democrático e nacionalista, e é provável
que fortaleça a posição regional e internacional dos países em que tiver
êxito, porque vai instalar governos com legitimidade maior e,
consequentemente, dotados de maior liberdade de manobra.
A difusão rápida do movimento por todo o Oriente Médio suscita outra
pergunta: até que ponto a democratização (quer ela acabe por ser
bem-sucedida, quer não) mudará o equilíbrio estratégico de poder?
O que está acontecendo no Bahrein é um bom indicativo do impacto
geoestratégico possível. A divisão religiosa nesse país, onde uma
minoria sunita governa a maioria xiita, sugere que uma vitória da
democracia empurrará o Bahrein para a órbita do Irã, modificando
consideravelmente o equilíbrio de poder no Golfo Pérsico.
Isso porque, entre outras razões, o Bahrein passará a ser visto como
exemplo pelos xiitas da Arábia Saudita. É essa, pelo menos, a análise
preferencial feita em Riad, e é ela que justifica o apoio saudita,
contínuo e inequívoco, à família governante do Bahrein.
Contudo, a oposição barenita (que, por uma vez pelo menos, está associada a um partido político)
apresenta-se não como grupo sectário, mas como movimento que atrai cidadãos de todas as denominações religiosas.
apresenta-se não como grupo sectário, mas como movimento que atrai cidadãos de todas as denominações religiosas.
Seus partidários agitam a bandeira nacional – a bandeira da família
Khalifa –, e não o estandarte xiita nem as cores do Irã. Ela tem poucos
vínculos com a teocracia iraniana, que colocou sob prisão domiciliar um
de seus líderes espirituais, o aiatolá Shirazi. E a escola dominante de
pensamento religioso no Bahrein, o “akhbarismo”, não é a escola
predominante no Irã.
Em suma, a oposição barenita assumiu uma compleição nacional, como fizeram as oposições na Tunísia e no Egito.
Logo, a monarquia barenita encontra-se em um momento de virada. Ou
ela continua a identificar-se com a minoria tribal Bani Utbah, que tomou
o poder no século 18, ou aceita um conceito mais amplo de cidadania que
abarque os dois lados da divisão religiosa – isso, aliás, é justamente o
que os manifestantes vêm pedindo.
Nacionalizar-se dessa maneira é o que a monarquia marroquina vem
conseguindo fazer no decorrer de sua longa história. No Marrocos, a
maior parte da nação identificou-se com a monarquia, de tal modo que
esse foi o único Estado árabe verdadeiramente independente durante a era
otomana e que conservou sua identidade nacional sob o protetorado
francês.
Hoje o movimento de protesto no Marrocos, em contraste com os de
outros países da região, não procura solapar o sistema como tal. O que
deseja é uma reforma, mais que uma revolução, e uma transição gradual
para uma monarquia constitucional. Apesar disso, o círculo extenso que
cerca o rei Mohammed 6º teme mudanças que tornem o poder mais
transparente e o forcem a abandonar os privilégios de que desfruta.
No Iêmen, o governo está jogando com as velhas divisões entre os
povos tribais e os moradores das cidades, além das divisões que separam
as tribos do norte do país, historicamente hostis à elite urbana, dos
democratas.
No pano de fundo há o movimento secessionista do sul, que se vê como o principal prejudicado pela
reunificação. O presidente Ali Abdullah Saleh terá pouca dificuldade em mobilizar as tribos, cuja intervenção, se acontecer, será sangrenta. Também na Líbia a oposição precisa enfrentar lealdades tribais, embora pareça ter dinamismo suficiente para superá-las.
reunificação. O presidente Ali Abdullah Saleh terá pouca dificuldade em mobilizar as tribos, cuja intervenção, se acontecer, será sangrenta. Também na Líbia a oposição precisa enfrentar lealdades tribais, embora pareça ter dinamismo suficiente para superá-las.
Na Síria, onde as memórias do massacre de membros da Irmandade
Muçulmana em Hama, em 1982, ainda são recentes, a minoria alauita, que
detém o poder, sem dúvida sente-se ameaçada e, como Gaddafi, se disporia
a resistir.
Na Argélia, enquanto isso, a sombra de dez anos de guerra civil está
impedindo os protestos de se espalhar. O regime argelino implantou uma
forma inovadora de autorrepressão entre a população, em que ninguém
nunca sabe quem está massacrando quem. Isso permite que os militares
exerçam o poder de modo mais ou menos sereno e discreto.
Em suma, ao jogarem com divisões culturais, os regimes autoritários
no Oriente Médio enfraquecem seus próprios Estados, enquanto forças
democráticas estão empurrando esses Estados na direção da homogeneização
nacional maior.
Um dos resultados dessa onda de democratização pode ser o fortalecimento do nacionalismo, mas de um nacionalismo regido pela realpolitik, mais que por ideologias supranacionais de qualquer espécie.
Seja qual for o alcance de seu sucesso, é pouco provável que o
movimento democrático crie novas formações geoestratégicas (como um
choque entre xiitas e sunitas, por exemplo). Pelo contrário,é mais
provável que leve ao fortalecimento dos nacionalismos sobre a base de
uma administração mais satisfatória das divisões sociais e religiosas.
Contudo, se o nacionalismo sair triunfante, será um nacionalismo muito menos ideológico.
Uma consequência provável de tudo isso, embora inesperada, é a
diminuição do papel exercido pelo conflito israelo-palestino na política
regional. Ao mesmo tempo, isso terá o efeito de isolar Israel, que
perderá seu status muito alardeado de única democracia do Oriente Médio.
É interessante observar quão pouco os integrantes dos novos
movimentos vêm aludindo a Israel ou à Palestina, especialmente quando se
considera que, até agora, essa situação (Israel-Palestina) vem servindo
para frustrar a evolução política em outros países. Isso se deve a como
essa situação vem sendo manipulada pelos regimes no poder, mas também
por certa esquerda terceiro-mundista ocidental para a qual nada poderia
mudar no Oriente Médio enquanto a questão da Palestina não for
resolvida.
A cegueira em relação às sociedades árabes não vem sendo exclusiva dos governos ocidentais.
Se a relativa indiferença dos manifestantes em relação a
Israel-Palestina tiver o efeito de relegar o governo de Tel Aviv ao
segundo plano, ela também tem implicações para o Hezbollah, no Líbano.
Para o Hezbollah, o movimento em busca da democracia encerra dois problemas. Primeiro, ele ameaça
amesquinhar o papel regional do Hezbollah, reforçando a posição dos Estados-nação à custa das ideologias panárabes e pan-islâmicas.
amesquinhar o papel regional do Hezbollah, reforçando a posição dos Estados-nação à custa das ideologias panárabes e pan-islâmicas.
O segundo problema é que ele substitui o pertencimento religioso pela
noção da cidadania como fundamento desses Estados. Desse modo, o
Hezbollah, que é ao mesmo tempo partido religioso e movimento ideológico
vanguardista, vai perder parte da liderança moral que acumulou por
opor-se aos regimes forçados e às negociações debaixo dos panos com
Israel.
Resta ver como os novos regimes que vão emergir vão se comportar em
relação a Israel. É provável que eles mantenham a paz fria, mas uma paz
fria que force Israel a confrontar suas próprias contradições e obrigue
as potências ocidentais a assumir suas responsabilidades.
Outra vítima colateral da democratização será a frente contra o Irã.
Não porque o Irã vá ganhar popularidade, mas porque os novos governantes
terão pouca disposição de empreender cruzadas no exterior e não vão
mais precisar provar suas boas intenções para um Ocidente que, em lugar
disso, terá de reconhecer a vontade do povo.
| Olivier Roy foi consultor da ONU
Oliver Roy, 62 anos, é professor de teoria social e política no
Instituto Universidade Europeia, em Florença, na Escola de Altos Estudos
em Ciências Sociais e no Instituto de Estudos Políticos, em Paris. Um dos principais estudiosos europeus de religiões comparadas e das sociedades islâmicas, foi consultor das Nações Unidas para o Afeganistão. É também diretor de pesquisa no Centro Nacional de Pesquisa Científica, em Paris, além de ter sido professor visitante na Universidade da Califórnia, em Berkeley. Publicou, entre outros livros, La Sainte Ignorance (A Santa Ignorância) e L´Échec de l´Islam Politique (O Fracasso do Islã Político), ambos pela editora francesa Seuil. |
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sexta-feira, 25 de maio de 2012
A TABELA PRIÓDICA: MEMORIZAR A TABELA PERIÓDICA ; Veja a melhor tabela periódica dos elementos, completa e atualizada. ;tabela periódica dos elementos, completa e atualizada em flash; Estrutura Atômica Prótons de elétrons-número atômico Massa Atómica :; POESIA COM OS ELEMENTOS DA TABELA PERIÓDICA ; Elementos agrupamento por Estrutura Atômica
Veja a melhor tabela periódica dos elementos, completa e atualizada.
Aproveite para aprender um truque simples para decorar todos os elementos com mais facilidade.
Todo estudante de Química sabe o quanto é difícil
decorar a disposição dos elementos químicos, mas existe uma técnica
simples que os professores dos cursinhos ensinam para tornar esta tarefa
mais fácil
Comece acessando esta tabela periódica dos elementos, completa e atualizada em flash, uma das melhores disponíveis na Internet, pois fornece todas as informações completas sobre os elementos: Classificação Periódica, Número Atômico, Massa, “Família” e inclui também as propriedades físicas: Metais, Semimetais, Ametais e Gases Nobres.
MEMORIZAR A TABELA PERIÓDICA
Agora vamos aprender como decorar, ou melhor, como memorizar todos os
elementos químicos. É muito fácil, tudo o que você precisa fazer é
formar uma frase com as iniciais de cada elemento, assim você memoriza a
“Família“, os nomes, os símbolos e a localização dos elementos na tabela.
Tabela Periódica-Família 1A: H, Li, Na, K, Rb, Cs, Fr
“Hoje li Na Kama Robinson Crusoé em Francês”
Tabela Periódica-Família 2A: Be Mg Ca Sr Ba Ra
“Bela Magrela Casou com Senhor Barão Rabugento*”
Tabela Periódica-Família 3A: B Al Ga In Tl
“Bem, Algum Gato Invadiu o Telhado”
Tabela Periódica-Família 4A: C Si Ge Sn Pb
“Comi Siri Gelado Sen Problemas”
Tabela Periódica-Família 5A: N P As Sb Bi
“Não Passe Assim o Sábado Bicho”
Tabela Periódica-Família 6A: O S Se Te Po
“OS SeTe Porquinhos”
Tabela Periódica-Família 7A: F Cl Br I At
“Fui Claro, Breve I Atencioso”
Tabela Periódica-Família 8A ou 0 (Gases Nobres): He Ne Ar Kr Xe Rn
“Helio Negão Arregaçou Kruelmente a Xereca da Renata”
Tabela Periódica-Elementos Diatômicos: H, I, N, O, Br, F, Cl
“HINO Brasileiro Forte e Claro”
Seguindo estas dicas, você tem tudo para tirar um 10 na sua prova de Química.
USOS E APLICAÇÕES DA TABELA PERIÓDICA DOS ELEMENTOS
APLICAÇÕES prática dos elementos da Tabela Periódica
1. Hidrogênio (H)
Unidos em hidrogénio líquido, é usada para impulsionar os foguetes
Apreciação está a ser utilizado como combustível, porque é um poluente não.
2. Hélio (He)
Na cirurgia, as cabeças de hélio ionizado utilizado no tratamento de tumores do olho, estabilização ou fazendo com que a apresentação do mesmo e reduzir o fluxo de sangue em pacientes com malformações cerebrais, em conjunto com os tanques de oxigénio utilizados na mergulhadores como ar artificial para encher balões
3. LITHIUM (LI)
Para as ligas de alumínio, Fabricação de vidro especial, esmaltes para o Desenvolvimento de cerâmica também é usado em fogos de artifício, fabricação de baterias elétricas
4. Berílio (Be)
É usado para fazer as ligas para vários usos industriais, especialmente na indústria aeroespacial devido à sua leveza, rigidez e estabilidade dimensional, é também utilizado no fabrico de materiais electrónicos, também para a fabricação de discos, telas e janelas radiação para Aparelhos de raios X
5. BORO (B)
Fabricação de vidro e esmaltes, utensílios de cozinha, principalmente.
6. Carbono (C)
Os diamantes são produzidos a partir de lápis de carbono e grafite, para produzir fibras de carbono.
7. Nitrogênio (N)
Na produção de fertilizantes, explosivos, corantes, amoníaco, bem como para preencher as embalagens de alimentos como para manter a frescura Sabritas
8. Oxigênio (O)
Ele é usado na medicina como parte do artificial de ar e combustível de foguete, líquido na indústria de aço para a refinação de aço
9. Flúor (F)
Para fazer com que os polímeros, tais como Teflon, à pasta de dentes e bochechos no tratamento de água
10. Neon (Ne)
Usado para fazer lâmpadas incandescentes, telas de TV ou como um refrigerante
11. De sódio (Na)
Para preparar os corantes, detergentes, para a tomada de vapor de sódio-lâmpadas, a preparação de substâncias orgânicas Seu principal uso é nas ligas de magnésio tem alta resistência à tração, é amplamente utilizado para estruturas metálicas leves para a indústria aeroespacial, esquis, chaves, tornando pistões e êmbolos, o pó é usado para os flashes de câmeras
13. De alumínio (Al)
Para o fabrico de materiais de cozinha, panelas, frigideiras, etc, na fabricação de pistões e motores automotivos, também utilizadas na fabricação de aeronaves, embarcações, chassis de carros, vagões ferroviários, linhas de energia, tiras e mais
14. Silício (Si)
Ligas utilizadas na preparação de silicones, na indústria cerâmica técnica, e, porque é um material semicondutor muito abundante, tem um interesse particular na indústria da electrónica e microelectrónica como material de base para a criação de bolachas ou chips que podem ser implementadas em transistores, células solares e uma variedade de circuitos eletrônicos.
O silício é um elemento vital em muitas indústrias. Dióxido de silício (areia e argila) é um constituinte importante do betão e tijolos, e é usado na produção de cimento Portland. Devido às suas propriedades semicondutoras utilizadas no fabrico de transistores, células solares e todos os tipos de dispositivos semicondutores e por esta razão é conhecido como Silicon Valley (Vale de silicone) para a região da Califórnia em que muitas empresas concentrar a indústria electrónica e informática.
Outros usos importantes de silício são:
Como um material refratário usado em esmaltes cerâmicos e vidros.
15. Fósforo (P)
Tem um uso comercial para a preparação de compostos de ácido fosfórico são utilizados como fertilizantes, é também utilizado para clarificar a solução de açúcar, fósforo branco é utilizado no fabrico de veneno de rato, insecticidas, material pirotécnico, o fósforo vermelho utilizado no fabrico de fósforos
16. Enxofre (S)
É usado principalmente no fabrico de explosivos, pigmentos, sabões e detergentes, tintas e plásticos., Como o ácido sulfúrico em muitos produtos químicos industriais, para fósforos
17. CLORO (Cl)
É um excelente material de branqueamento, tais como pasta de papel, alguns tecidos. Como ácido clorídrico em indústrias
18. Argon (Ar)
É usado no fabrico de lâmpadas incandescentes a diminuir rapidamente evapora-se o filamento de tungsténio e aumentar o seu comprimento, serve como a indústria para o gás de soldadura e evitar a oxidação durante o processo de soldadura.
19. De potássio (K)
É usado, juntamente com o sódio como refrigerante em usinas nucleares. Os compostos têm muitas utilizações: o brometo e iodeto são usados na medicina e na fotografia, o clorato no fabrico de alguns explosivos e fósforos, o sulfato é usado como fertilizante para a agricultura, o hidróxido é usado para fazer os sabões moles .
20. Cálcio (Ca)
Para fazer com que as ligas, a refinação de óleos removidos enxofre e os seus compostos, serve para remover a água em solventes tais como álcoois, utilizados na indústria médica na preparação de comprimidos, tais como cal é utilizada como um material refractário
21. Escândio (Sc)
É utilizado no fabrico de alta intensidade luzes como um traçador em refinarias de petróleo.
É também usado na construção de sonda para a sua leveza e ponto de fusão elevado.
22. De titânio (Ti)
Em ligas muitas vezes substituindo a liga de alumínio é usado como um revestimento para espaciais, para próteses ósseas em medicina
23. Vanádio (V)
Principalmente usado em ligas como ferro-vanádio, cromo-vanádio, aço para a fabricação de peças automotivas
É utilizado em conjunto com o ferro ligas, níquel, cobalto, alcançar tanto a dureza ea resistência aumento e resistência à corrosão, de aço inoxidável faz parte de pelo menos 10 por cento, pelo seu brilho é usado para revestimento de elementos diferentes que constituem partes automóvel ou um ornamento.
25. Manganês (Mn)
É utilizado na indústria de aço na produção de ligas, em conjunto com ferro para formar aço manganês usado no fabrico de cofre, outras utilizações incluem o fabrico de pilhas secas ou aplicações químicas
26. FERRO (IRON) (Fe)
Do ferro de metais é o mais amplamente utilizado na indústria de metal, sendo que 95% da produção mundial de metais é representado por ferro, puros suas aplicações são limitadas, mas ligado ao carbono em função da sua percentagem aço de carbono inferior a 2% é mais do que 2% de carbono forma de fundição que são usados na maioria dos produtos de metal sabemos
27. Cobalto (Co)
É usado para fazer ligas, superligas usadas para válvulas de motores de turbina de avião, ferramentas de corte, produção de tintas.
28. Níquel (Ni)
Usado em componentes eletrônicos, fabricação de bateria, revestimento provável que corroem metais, ligas, peças do carro, como engrenagens, freios, resistências, etc chassis., Serve como um catalisador
29. O cobre (Cu)
A sua principal utilização é na indústria eléctrica no fabrico de cabos, máquinas eléctricas, o fabrico de moedas, utensílios de cozinha ou mesmo objectos de decoração, no fabrico dá alguns tecidos, tais como rayon, na indústria química é utilizado em insecticidas, ou no fabrico de pigmentos.
30. ZINCO (zinco) (Zn)
Uma das suas aplicações mais importantes é como um revestimento para os metais corrosível, na produção de células secas, ou para fazer latão, pode também ser usado como um pigmento para tintas e plásticos, como material de enchimento de pneus de borracha, na medicina usado como um anti-séptico, outros usos do elemento são dispositivos de visão noturna em telas de televisão e em revestimentos fluorescentes.
31. Gálio (Ga)
Uma das utilizações para as suas propriedades tanto de fusão está em ebulição no fabrico de termómetros de alta temperatura ou medidores, alguns compostos são semicondutor de metal, por conseguinte, utilizado na produção de componentes electrónicos, tais como células fotoeléctricas, transistores, e diodos de laser.
32. O germânio (Ge)
Fabricação de semicondutores e transistores, fibras ópticas, lentes ópticas, como um indicador de alterações na química da água do mar
33. Arsênio (As)
Ligado ao chumbo é utilizado no fabrico de peletes, para limpar os detritos a partir do vidro, no fabrico de pesticidas agrícolas e produtos químicos utilizados para preservar a madeira é um muito poluentes, perigoso
34. Selênio (Se)
É usado no fabrico de dispositivos fotoeléctricos na indústria do vidro é usado como o branqueamento, também pode ser usado em copiadoras, semicondutores, ligas e células solares.
35. Bromo (Br)
Os fluidos de perfuração, pesticidas, produtos químicos de tratamento de água, produtos intermediários para a química fina, produtos farmacêuticos, fotográficos, aditivos, etc.
36. Krypton (Kr)
É utilizado na produção de lâmpadas incandescentes, é usada para iluminar pistas porque emite luz vermelha tornando mais fácil de ser visto a grandes distâncias, ou mesmo no nevoeiro
37. Rubídio (Rb)
É usada para eliminar completamente os gases no fabrico de tubos de vácuo de electrões, e aplicações electrónicas, tais como fotocátodos e luminóforos e semicondutores. Sob a forma de sais usados na produção de vidro e cerâmica, o seu isótopo Rb87 ajuda a determinar a idade geológica e antiguidades
38. O estrôncio (Sr)
Ligas formando é usado para fazer magnetos permanentes. Serve como um regulador no fabrico de tubos de vácuo, em pirotecnia são usados para dar a cor vermelha para fogos, alguns dos seus sais são utilizados em medicina.
39. Ítrio (Y)
Seus vários compostos são utilizados no fabrico de filtros no forno de microondas, e no fabrico de tubos de imagem de televisão para produzir cor vermelha fosforescência, intensificando unidades telas de raios
40. Zircônio (Zr)
Ele tem vários usos em que o principal é a fabricação de aço, porcelana, algumas ligas de metais não-ferrosos. Também é usado em tubos de vácuo para a remoção de detritos gasoso devido à sua facilidade de se combinar com os
41. Nióbio (Nb)
É usada para formar uma liga de aço inoxidável, a fim de proporcionar uma maior resistência a alta temperatura e à corrosão, outras ligas podem ser utilizadas para fabricar supercondutores superligas ou, no estado puro pode ser utilizado para as suas características em a construção de usinas nucleares
42. Molibdênio (Mo)
O metal é utilizado principalmente em ligas de aço. Estas ligas são muito duros e resistentes a altas pressões e temperaturas. Eles são usados para o trabalho estrutural no domínio da aeronáutica e da indústria automotiva.
43. O tecnécio (Tc)
É um muito estável e durável, de modo que ele é utilizado como uma fonte de radiação auxílio medicina nuclear, por meio de radiação para o tecido doente encontrado
44. Ruténio (Ru)
Forms ligas com paládio e platina a dar-lhes uma maior dureza e utilizado no fabrico de contactos eléctricos que requerem uma resistência muito grande ou vários objectos para dar um acabamento de luxo.
45. Ródio (Rh)
Como ligas de rutênio são formados com platina e de paládio utilizado no fabrico de bobinas de fornos, buchas para a produção de fibra de vidro, faísca eléctrodos de ficha e cadinhos aviação utiliza como catalisador tem, por exemplo, na produção de ácido nítrico. É também utilizado no fabrico de jóias e jóias
46. De paládio (Pd)
É usado principalmente em telecomunicações para fazer contatos na fabricação de próteses dentárias na indústria de relógios, jóias liga de ouro com o ouro branco é usado como na indústria fotográfica também é usado
47. PRATA (Ag)
As principais utilizações de prata estão comercialmente, tais como jóias, decoração ea economia para produzir moedas com ele, serve como um revestimento para outros metais, é usado no fabrico de componentes eléctricos e electrónicos, para a fabricação de fios, combinada com outros elementos como azoto e de oxigénio é utilizado de nitrato de prata como um bactericida
48. Cádmio (Cd)
É usado como um revestimento de ferro e aço, ligado com o cobre é utilizado em linhas aéreas de energia, uma outra utilização é no desenvolvimento de fusíveis ou juntou-se com o chumbo eo zinco é usado para o ferro de soldadura. Na forma de sais é utilizado na indústria fotográfica ou fogos, o fabrico de tinta fluorescente, vidro, o desenvolvimento da bateria.
49. INDIANA (In)
É usado como o revestimento electrolítico para evitar o desgaste sobre peças de ligas de antifricção, ligas de próteses dentárias e motores elétricos, outras utilizações dos índio são para a soldadura do condutor do fio transistor de germânio
50. TIN (Sn)
Um componente usado em muitos processos industriais, a soldadura é usado como circuitos eléctricos, serve como um revestimento de cobre e ferro na produção de latas para a conservação de alimentos, mas porque é facilmente atacado por ácidos não utilizado em todas as processos de alimentos enlatados, uma outra aplicação é em vidro para reduzir a sua fragilidade, pode ser usado como um compostos fungicidas, corantes, pastas de dentes, serve para a produção de metal de bronze tipográfica, com liga de titânio é utilizado na indústria aeroespacial, é usado na preparação de insecticidas
51. Antimônio (Sb)
A sua principal utilização é na produção de ligas de metal, alguns dos seus compostos fornecer resistência ao fogo no fabrico de tintas, vernizes, vulcanização de borracha, fogos, o fabrico de pilhas e acumuladores, como um revestimento de cabos, tornando estanho, entre outros.
52. Telúrio (Te)
Como a maioria dos metais utilizados para fazer as ligas tais como o cobre e levar a, assim, aumentar a resistência à tracção, outros usos no fabrico de dispositivos de termelétricas na pesquisa de semicondutores, combinado com outras substâncias utilizadas borracha vulcanizada em ambos natural e sintética, na indústria do vidro é usado para dar uma coloração azul na forma coloidal é usada como um fungicida germicida, e insecticida, é utilizado mais gasolina como antidetonante
53. Iodo (I)
As principais utilizações de iodo são na indústria médica como é usado como um anti-séptico e desinfectante nos alimentos que consomem em sal de mesa iodado, é utilizado como um meio de contraste radiológico utilizado para a preparação de emulsões fotográficas, combinado com o prata como iodeto de prata usado para produzir nuvens de chuva para bombardear a caridade para a agricultura
54. XENON (Xe)
As principais utilizações deste gás são no desenvolvimento de emissores de luz propriedades bactericidas, tubos de luz nos clarões de câmaras, tubos fluorescentes também capaz de excitar o laser rubi
55. Césio (Cs)
É utilizado no fabrico de células fotoeléctricas, e de raios-X filmes, césio relógios atómicos, bolbos de rádio, lâmpadas de infravermelhos e militares sinais de detecção óptica e vários, combinados com outros elementos é usado para fazer vidro e cerâmica
56. Bário (Ba)
Na sua forma metálica é relativamente pouco utilizado, excepto em certos casos, tais como revestimento electricamente condutor ou sistemas de ignição automotores em medicina (radiologia) é utilizado para detectar problemas gastrointestinais, é usado no fabrico de vidro, fogos gerando verde , tintas, explosivos.
57. Lantânio (La)
As suas principais utilizações são como um aditivo para lâmpadas de arco de carbono, projecção, estudos de iluminação, é também usada para fazer ligas com outros metais tais como aço, alumínio ou de magnésio no fabrico de vidro óptico.
58. Cério (Ce)
Para outros elementos utilizados nas ligas de pedras mais leves, podem ser usados no fabrico de vidro, células fotoeléctricas.
59. Praseodímio (Pr)
Serve para fabricar pedras mais leves e também utilizado como um desoxidante em tubos de vácuo para o fabrico de vidros de protecção na indústria de soldadura
60. Neodímio (Nd)
61. Promécio (Pm)
É utilizado para preparar tintas luminescentes para sinais de segurança.
O metal tem sido utilizado em baterias atómica especial e uma fonte de partículas beta nos indicadores de espessura.
Devido às suas características pode ser usado como uma fonte para portátil de raios-X e fonte de alimentação auxiliar em satélites e sondas espaciais.
62. Samário (Sm)
Na fabricação de imans permanentes, também é usado em dispositivos de iluminação na indústria cinematográfica.
63. Európio (Eu)
É usado para absorver nêutrons em reatores nucleares
64. Gadolínio (Gd)
A sua principal utilização é na tomada de ligas na indústria electrónica, amarrá temperaturas de forno em reactores nucleares é usado como um componente das hastes de controle são usados como meio de contraste em ressonância magnética
65. Térbio (Tb)
Usado como ativador no verde televisão a cores imagem tubo.
Pode ser usado com ZrO2 como um estabilizador nas células de combustível que operam a uma temperatura elevada.
66. Disprósio (Dy)
Embora ainda não encontrado muitas aplicações, a facilidade para a absorção de neutrões e alto ponto de fusão sugerem usos do elemento em dispositivos de controlo do fluxo de neutrões e para especiais ligas de aço inoxidável.
67. Hólmio (Ho)
Tem poucas aplicações práticas, embora tenha sido utilizado como catalisador em reacções químicas e também para a fabricação industrial de alguns dispositivos electrónicos utilizados em medicina hólmio de laser
68. Érbio (Er)
Tem aplicação como um amplificador de sinais fracos em tecnologia de fibra óptica e é usado no fabrico de lasers.
69. Túlio (Tm)
Alguns dos seus compostos são utilizados como fonte de raios-X para portáteis máquinas de raios X.
Túlio natural pode ser aplicada no fabrico de materiais cerâmicos com propriedades magnéticas para o equipamento de microondas.
70. Itérbio (Yb)
Tem aplicações potenciais em ligas, eletrônicos e materiais magnéticos, laser de fibra de itérbio. Gemas sintéticas foram alcançados itérbio silicato.
71. Lutécio (Lu)
Este elemento é utilizada principalmente como um catalisador de craqueamento em éter de petróleo em refinarias, do mesmo modo em vários processos químicos tais como alquilação de polimerização, e de hidrogenação.
72. Háfnio (Hf)
Fabricação de lâmpadas incandescentes e de gás na construção de instalações nucleares e no desenvolvimento de barras de controlo no reactor devido à sua capacidade para absorver neutrões, principalmente para formar ligas de ferro, titânio, nióbio e tântalo, é agora microprocessadores utilizados em substituição do silício
73. Tântalo (Ta)
É usado na fabricação de capacitores eletrolíticos usados em dispositivos eletrônicos como telefones celulares, GPS, via satélite TV de plasma, mp3, ligas de forma que resistem à corrosão de corrosão em plantas químicas e aeronáutica.
74. Tungstênio (W)
É usado na fabricação de lâmpadas incandescentes, fiação em fornos elétricos, ligas de aço, fabricação de velas de ignição, contatos elétricos, ferramentas de corte.
75. Rênio (Re)
Ele serve como um catalisador para as reações de refino de petróleo, filamentos incandescentes, como um revestimento de jóias, na construção de motores de aeronaves, em eléctrodos de soldadura
76. Ósmio (Os)
Ajuda no endurecimento de ligas. Ao formar a liga de platina é usado para fazer os padrões de medição e de peso, é usado no fabrico de pontos de caneta, filamentos eléctricos.
77. IRIDIUM (Go)
Usado para fazer padrões de medição, cadinhos, ligas de ouro e ósmio, na fabricação de velas de ignição para helicópteros.
78. A platina (Pt)
Ela é usada em jóias como um catalisador em veículos para reduzir as emissões de gases de efeito estufa na fabricação de discos rígidos em computadores, fibra óptica, também é usado em fertilizantes e explosivos, fabricação de silicones para a indústria espacial, na fabricação de Detergente serve como um catalisador para fazer biodegradável, é utilizado no aparelho de fabricação de vidro no campo da medicina é usado como drogas anti-câncer e implantes, em utensílios de neurocirurgia, tais como tampões de filtro para automóveis.
79. Ouro (Au)
Na indústria de jóias tão ligado para fazer jóias, na fabricação de moedas, em uma pequena quantidade é encontrada em vários dispositivos elétricos como celulares, calculadoras, GPS, televisores, computadores, bolsas de ar em automóveis, contatos elétrica têm um revestimento de ouro para garantir condutividade eo seu funcionamento nas janelas de vidro usados em pequenas quantidades para refletir o calor sem reduzir a entrada de luz, nave espacial tem muitos instrumentos em um revestimento de ouro para relejar raios infravermelhos, entre muitos outros usos e aplicações.
Ele tem outros usos como corante vermelho para o desenvolvimento dos dentes de vidro, e na indústria eletrônica.
Au-198 isótopo é usado como fonte de radiação na pesquisa biológica e no tratamento do cancro.
80. Mercúrio (Hg)
É utilizado na produção de espelhos, termostatos de aquecimento de parede, termómetros, barómetros, himanómetros, lâmpadas incandescentes no tratamento de ouro e prata, é também utilizado no curtimento, fotografia e fotogravura, na indústria explosivos
.
81. Tálio (Tl)
Juntamente com o mercúrio, é utilizado para a produção de baixa temperatura termómetros, também é usado como um veneno para matar insectos e roedores, embora este uso já está proibida, no fabrico de vidro com um baixo ponto de fusão, utilizado em componentes electrónicos, é utilizado em testes de estresse para saber o funcionameinto coração
82. LEAD (Bb)
A principal utilização deste item é para o fabrico de pilhas, é menos comum hoje, mas também é usado como um aditivo para gasolina, a radiologia é usado como um isolador de radiação em coletes de chumbo ou paredes do mesmo material fabricação de revestimentos de proteção de fiação, serve como um químico para refino de petróleo.
83. Bismuto (Bi)
É usado principalmente em ligas de baixo ponto de fusão e para a indústria electrónica, os seus compostos têm muitas utilizações na medicina subsalicilato de bismuto é usado para o tratamento de diarreia
84. Polônio (Po)
Os isótopos de polônio são uma boa fonte de radiação alfa pura. Usado em pesquisa nuclear com elementos tais como o berílio que emitem nêutrons quando bombardeados com partículas alfa.
É também usado em dispositivos que ionizam o ar para remover a carga electrostática, em alguns processos de fotografia e impressão.
85. Astato (At)
Não tem conhecido utilizações.
86. Radon (Rn)
Este isótopo pode ser usado no tratamento de certas malignidades. O
gás é trazido para dentro de um tubo, geralmente feito de vidro ou de
ouro, chamado uma semente de rádon, que é inserido no tecido doente.
87. Frâncio (Fr)
Não tem nenhum uso.
88. RADIO (R)
É actualmente utilizada no tratamento de alguns tipos de cancro.
89. Actínio (Ac)
Não tem nenhum uso.
90. Tório (Th)
Seu principal uso é na fabricação de lâmpadas de gás portáteis por meio de um dispositivo chamado Welsbach manga.
91. Protactínio (Pa)
Não tem nenhum uso.
92. O urânio (U)
Seu principal uso é como combustível em usinas nucleares
Metal de urânio é usado como branco em radiografias de raios-X de alta energia, nitrato foi utilizado como um toner fotográfico e acetato é utilizado em química analítica.
93. Neptúnio (Np)
O 237Np é usado como um componente de dispositivos de detecção de neutrões.
94. Plutônio (Pu)
Ele é usado como combustível nuclear para usinas de energia e, infelizmente, para armas nucleares.
95. Amerício (Am)
A peça em branco 243Am é usado como aceleradores ou reactores nucleares para a produção de sintéticas elementos mais pesados. Também foi usado como um controlador da espessura na indústria do vidro plana como uma fonte de detectores de fumo de dissociação dispositivos.
96. Curio (Cm)
É utilizado principalmente para atingir os outros elementos da série dos actinídeos, alguns dos seus isótopos são utilizados como sonda de revestimento ou satélites tripulados também pode ser usado como combustível
97. Berquélio (Bk)
Você não tem.
98. Califórnio (Cf)
Hoje tem aplicação prática como uma fonte de neutrões de alta intensidade em sistemas electrónicos na investigação médica, técnicas especiais para a determinação analítica de metais como o ouro e prata, na determinação de água em óleo.
99. Einsteinium (Es)
Não tem nenhum uso.
100. Férmio (Fm)
Não tem nenhum uso.
101. Mendelévio (Md)
Não tem nenhum uso.
102. Nobélio (No)
Não tem nenhum uso.
103. Laurêncio (Lr)
Não tem nenhum uso.
104. Rutherfordium (Rf)
Não tem nenhum uso.
105. Dubnium (Db)
Não tem nenhum uso.
106. Seaborgio (Sg)
Não tem nenhum uso.
107. BHORIO (Bh)
Não tem nenhum uso.
108. Hassium (Hs)
Não tem nenhum uso.
109. Meitnerium (Mt)
Não tem nenhum uso.
PROF. ROMAN M HDEZ
PROFA. LEON CARMEN S.
PROFA. LEON CARMEN S.
Leer más: http://trabajossecundaria.blogspot.com/2009/10/usos-y-aplicaciones-d-elos-elementos-de.html#ixzz1y8ZR9oCe
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A Tabela Periódica
Elementos agrupamento por Estrutura
Atômica
A base para a compreensão da Tabela Periódica é o nosso tutorial sobre Estrutura Atômica . Neste tutorial nós construímos os primeiros 20 elementos do elemento mais simples de hidrogênio (H) pela adição de prótons e elétrons.
Isso nos fornece uma boa compreensão da estrutura específica e única Atomic dos átomos de cada elemento. Esses elementos podem ser agrupados por estrutura atômica, como mostrado na figura acima.
Nas tabelas acima, listamos os 20 elementos que temos construído em ordem crescente de número atômico. Isto significa, naturalmente, na ordem de aumento do número de prótons.
Incluímos também Conchas (níveis de energia para os elétrons em órbita) marcada pelo número e código de cores para combinar com os nossos diagramas de estrutura do átomo (para mais detalhes veja nosso tutorial sobre Estrutura Atômica ). Além disso, temos listados a massa atómica e uma coluna na qual foi calculado o número de nêutrons.
Este agrupamento de elementos de estrutura atômica é a base para a Tabela Periódica. Elementos são organizados em linhas ou com base em seus períodos Número Shell exterior - 1,2,3 ...
Os elementos são mais organizados em colunas ou grupos com base no número de elétrons em seus escudos exteriores. As colunas são numeradas com algarismos romanos em Grupos I, II, III ...
Se continuarmos neste agrupamento para todo o 111 elementos conhecidos e organizar os elementos por linhas e colunas, a tabela resultante é a Tabela Periódica
Organização da Tabela Periódica

Se agrupar os elementos por linhas com cada número da linha que representa o número Shell Exterior do elemento o resultado é de sete linhas, como mostrado na figura acima. Se outro grupo em colunas, o número de elétrons na camada externa e atribuir a cada coluna um numeral romano vemos na tabela acima que temos dois grupos de colunas - um A e um grupo B.
O grupo B de colunas é referida como a Metais de Transição e será explicado em detalhe mais tarde, então por enquanto vamos apenas focar o grupo A de colunas.
O grupo A de colunas (IA através VIIIA) compõe os dois primeiros e os últimos seis colunas da Tabela Periódica. Os elementos agrupados nas duas primeiras colunas têm elétrons de um e dois, respectivamente, em sua camada externa. Os elementos agrupados nas últimas seis colunas têm 3,4,5,6,7 e 8 elétrons, respectivamente, em sua camada externa.
Como discutiremos em mais detalhes posteriormente, a importância do número de elétrons na camada externa de um elétron é baseada no fato de que todos os elementos quer seja um vazio (sem elétrons) ou uma completa (8 elétrons) casca exterior. A reatividade química de um elemento é baseado em ganhar, perder ou compartilhar elétrons em sua camada externa para chegar ao "full" ou "vazio".
Orbitais Electron

Como discutimos acima, os elementos comuns (Grupos 1A através VIIIA) residem nos dois primeiros e últimos seis colunas da Tabela Periódica. Os elétrons para estes elementos preencher os orbitais de energia mais baixo - s (em forma esférica) e p (dumbell-shaped) orbitais - de seus escudos exteriores, como mostrado na figura acima.
Os elementos menos comuns, referida como a metais de transição e os elementos terras raras, residem em Grupos IB através VIII-B. Estes elétrons para estes elementos preencher os orbitais de energia mais altos níveis - d (X-shaped) e f (complexo-forma) orbitais - de seus escudos exteriores, como mostrado na figura acima.
Tipos de elemento

A foto acima os nomes dos elementos de acordo com suas propriedades físicas e químicas. Metais (principalmente Grupos IA e IIA) tendem a querer a perder elétrons para conseguir uma concha vazia exterior, enquanto não-metais (grupos IIIA através VIA) tendem a querer compartilhar elétrons para atingir uma camada mais externa cheia.
Halogênios (Grupo VII) quer ganhar elétrons para atingir uma camada mais externa cheia. Elementos inerte (Grupo VIII) já têm uma camada mais externa cheia, não reagir prontamente e, portanto, são referidos como inerte.
Os metais de transição e elementos terras raras em grupos IB por meio de ganhar VIII-B e elétrons solto da energia mais elevados d e f orbitais.
Valências - Base para a reatividade
Quando os elétrons elementos soltos ganho, ou compartilhar o fazem de uma maneira consistente com o que é necessário para alcançar tanto um Shell cheio ou vazio exterior. O número de elétrons que devem ser perdidos, ganharam ou compartilhados para atingir a estabilidade do shell vazio ou cheio exterior é referida como a Valence de um elemento. A tabela acima mostra a Valence dos vários grupos de elementos da Tabela Periódica.
Quando um elemento perde um elétron (s) a valência é positiva devido à perda da carga negativa do elétron (s). Quando um elemento ganha um elétron (s) a Valence é negativo devido ao ganho de carga negativa do elétron ganhou (s).
Quando um elemento partes de um elétron (s) a Valence pode ser positivo ou negativo, dependendo se o elemento é um "doador" de elétrons (valência positiva) ou um "receptor" de elétrons (valência negativa). A tabela acima mostra a Valence dos vários grupos de elementos.
A Tabela Periódica dos Elementos
Agora estamos prontos para "preencher as lacunas" da Tabela Periódica que é mostrado com os nomes dos elementos na imagem acima. O símbolo para cada elemento é dado no centro de cada célula, juntamente com o número atômico (acima do símbolo) e da massa atômica (abaixo do símbolo). Uma listagem completa de todos os elementos conhecidos é dada nas duas fotos abaixo.
Você tem agora e compreensão do "Código Química" da Tabela Periódica. Lembre-se da reatividade química de um elemento é determinado pelo número de elétrons em sua camada externa.
O estado mais baixo de energia para um elemento ou é um completo Shell Outer ou uma concha vazia Exterior. Uma concha vazia Outer é estável porque tem uma "Shell Interior" completa. A Valence de um elemento é o número de elétrons o elemento deve perder, ganhar ou compartilhar para atingir um Shell cheio ou vazio exterior.
Metais alcalinos do Grupo IA necessidade de perder um elétron para alcançar uma concha vazia Exterior e por isso têm uma Valance de 1. Os metais alcalino-terrosos de Grupo IIA precisa perder dois elétrons para conseguir uma concha vazia Exterior e assim que tem uma valência de 2.
Os halogênios do Grupo VIIA precisa ganhar um elétron para alcançar uma camada mais externa cheia e por isso têm uma valência de -1. Elementos do Grupo VIII Inerte já têm uma camada mais externa cheia e, portanto, não precisa ganhar ou a perder elétrons e, portanto, são inertes (não reagir).
A Metais Não-Metais ou outros grupos IIIA através VIIIA tendem a querer compartilhar 5-2 elétrons, respectivamente, para obter uma Shell cheio ou vazio exterior. Então, esses elementos podem ter uma valência de 2-5 e pode ser positiva (se forem doadores de elétrons) ou negativo (se eles são receptores de elétrons).
Agora você tem o conhecimento necessário para entender o "Código Química" da Tabela Periódica e pode usá-lo para "de-código" como qualquer elemento reagirá dada a sua posição dentro da Tabela Periódica.
O propósito desta seção e nossa seção sobre Estrutura Atômica é dar-lhe uma compreensão passo-a-passo fundamental de como todos os elementos são organizados pela estrutura atômica na tabela periódica. A Internet tem literalmente centenas de tabelas periódicas. O melhor que temos encontrado totalmente interativo e pode ser encontrada em encontrados em Ptable.com
Estrutura Atômica
Prótons de elétrons-número atômico
Massa Atómica
Esta página Estrutura Atômica é um tutorial que irá mostrar-lhe como
construir um átomo de cada elemento, a partir do hidrogênio elemento
mais simples, acrescentando prótons e elétrons.
A estrutura do átomo

Estrutura atómica baseia-se nas partes componentes de um Elemento. Um elemento é uma substância química única encontrada na natureza, que é constituído por específicos, átomos idênticos. Exemplos de elementos são o ferro, carbono, oxigénio, sódio e cloro.
Um átomo é a menor partícula que tem as propriedades do elemento. Cada átomo é constituído por três coisas:
- Prótons (P +) - A menor unidade de carga positiva da matéria
- Nêutrons (N) - A menor unidade de matéria neutra (sem carga)
- Elétrons (e-) - A menor unidade de matéria carregada negativamente
A estrutura de cada átomo, a estrutura atómica, tem um centro de bola
em forma de chamada de núcleo que contém os protões (P +) e os neutrões
(N). Em torno deste núcleo, os elétrons orbitam como planetas ao redor do sol, como mostrado na figura acima.
Cada átomo de o elemento de uma específica tem um número constante e única de protões. Cada elemento de um átomo tem um número igual de prótons e elétrons.
Portanto, o elemento e as suas propriedades físicas são definidos pelo
número de protões e electrões específicos para o elemento.
Número atómico de um elemento é referido como Z, e é o número total de protões (P +) que o elemento tem.
Uma vez que cada elemento tem o mesmo número de electrões como protões
do número atómico é também igual ao número de electrões de cada elemento
tem.
Massa atómica de um elemento é a massa total (peso) de todos os protões, neutrões e electrões que compõem o átomo de um elemento. Os prótons e os nêutrons são muito maiores e mais pesados que os elétrons. Os prótons e nêutrons tem uma massa individual Atômica de cerca de 1.
Dada a informação no parágrafo acima, podemos calcular o número de nêutrons em um elemento da massa atômica eo número atômico.
Uma vez que a massa atómica arredondado para o número inteiro mais
próximo é igual à soma do número de protões e de neutrões, e do número
atómico é o número de protões, em seguida, os neutrões # pode ser
calculada como se segue:
# Nêutrons (N) = massa atômica - Número atômico (Z)
Construção dos Elementos

Tal como acima referido hidrogénio cada elemento é constituído por um número único e igual de protões e de electrões. O elemento mais simples é hidrogênio, o elemento mais abundante na Terra. A estrutura atômica de hidrogênio tem um próton e um elétron e, portanto, tem um número atômico de 1.
Alguns dos elementos mais comuns e seu número de prótons e elétrons são mostrados na tabela acima.
Hélio
Se adicionarmos um próton e um elétron adicional suplementar para o
hidrogénio, temos o elemento hélio, o segundo elemento mais abundante na
Terra. Hélio é o gás que é usado para inflar balões para festas infantis. Como o hélio tem dois prótons tem um número atómico de 2.
Carbono
Se continuarmos adicionando prótons e elétrons, até temos um total de
seis cada, temos o elemento carbono, que tem um número atômico de 6. O carbono é o quarto elemento mais abundante na terra e está presente em todas as formas de vida conhecidas.
Se um de azoto
mais protão e de electrões são adicionados ao carbono que tem o azoto
elemento com um total de sete protões e electrões e um número atómico de
7. O nitrogênio é um elemento muito comum na natureza. O ar é aproximadamente 80% de azoto.
Oxigênio
Adicionando mais um próton e elétron para nitrogênio nos dá o oxigênio
elemento que tem um total de 8 prótons e elétrons e um número atômico de
8. Ar é de aproximadamente 20% de oxigênio e é necessário para toda a vida humana.
O protão e composição de electrões de todos os 103 elementos conhecidos
pode ser construído desta maneira, começando com hidrogénio e
adicionando um protão e um electrão de cada vez. Os primeiros 12 elementos são mostrados na tabela acima.
Elétrons orbitais de energia-Níveis de conchas subcamadas
Elétrons
Como discutimos na primeira seção acima, a estrutura atômica de um
átomo é como um nosso sistema solar com os prótons e nêutrons no núcleo
no centro do átomo e elétrons que orbitam em torno do núcleo como a
nossa órbita planetas em torno do sol.
Elétrons (-) são cobrados realizada em sua órbita ao redor do núcleo
por atração eletrostática para os prótons (+ cobrado) no núcleo.
Assim como os planetas têm órbitas diferentes, os elétrons, como
adicioná-los para formar os vários elementos, têm órbitas diferentes.
Os elétrons ocupam órbitas diferentes com base no nível de energia das
órbitas com as órbitas mais baixos de energia de nível a ser preenchidos
com elétrons em primeiro lugar.
Níveis quânticos = Shells Cada um dos níveis de energia, às vezes referidos como níveis quânticos, são mais comumente chamado de "conchas". Cada camada é composta de quatro diferentes níveis de energia chamados "subcamadas".
Subcamadas = Orbitals Cada Sub-Shell tem uma forma diferente, como mostrado nas duas figuras para a esquerda.
A imagem acima é uma tabela com os elétrons orbitais diferentes ea
imagem abaixo é uma representação gráfica das formas sub-shell.

O nível de energia mais baixo para electrões tem uma forma esférica e é referida como uma subcamada s. Há apenas um subnível s por Nível Quantum (Shell) e cada subnível s-só tem um orbital esférico com espaço para dois elétrons.
Os próximos níveis mais elevados de energia que pode electrões da
órbita em uma vez que o s-subshell é preenchido é chamado o p-subshell e
contém três em forma de haltere orbitais cada um dos quais pode conter
dois orbitais para um total de 6 electrões para encher o p-subshell .
Como construir diferentes elementos, adicionando prótons e elétrons, os elétrons go dois primeiros para o s-orbital. Do terceiro ao oitavo elétrons vão para os três orbitais p.
Vamos com mais detalhes em como os elementos são construídas e onde os elétrons vão nas seções seguintes.
Construindo o hidrogênio (H) Atom

A figura acima representa a estrutura atômica do átomo de hidrogênio.
O núcleo não é mostrado como agora estamos apenas interessados no que
os elétrons ocupam orbitais como adicioná-los para formar elementos
diferentes.
Os diferentes shells, subcamadas e seus orbitais são representadas por
retângulos coloridos diferentes na esquerda da foto, com níveis
crescentes de energia de baixo para cima.
Como já discutimos acima, o hidrogênio é o elemento mais simples e é
feito de um próton e um elétron que ocupa o orbital s do shell primeira
representada na foto acima como o amarelo. Shell # 1 é pequeno e só tem um s-orbital e não orbitais p.
O hidrogénio tem um protão e um electrão que lhe confere um número atómico (Z) de 1.
Construindo o hélio (He) Atom

Se adicionarmos um próton e um elétron para estrutura atômica de hidrogênio temos um átomo do elemento Hélio.
Uma vez que existe espaço para um total de dois electrões em cada
orbital do electrão adicional de que faz hidrogênio em hélio vai para o
s-orbital do primeiro Shell (Shell # 1), como mostrado na figura acima. O átomo de hélio resultante tem uma primeira Shell completo (Shell # 1).
O hélio tem dois prótons e dois elétrons que lhe dá um número atômico (Z) de 2.
Construindo o lítio (Li) Atom
Se adicionarmos um próton e um elétron para a estrutura atômica do Hélio temos um átomo do elemento Lítio.
Para Hélio, a primeira casca (Shell # 1) está cheio.
Assim, o elétron acrescentou que faz hélio em lítio deve ir para baixo a
energia orbital, o s-orbital, da Shell segundo (Shell # 2), como
mostrado em verde na imagem acima.
Lítio tem três protões e três electrões que lhe confere um número atómico (Z) de 3.
Construindo o Berílio (Be) Atom
Se adicionarmos um próton e um elétron para a estrutura atômica de lítio temos um átomo do elemento berílio.
Para Lithium, o s-orbital em Shell # 1 está cheio e há um elétron no orbital s de Shell # 2.
Assim, o electrão adicional de que faz de lítio em berílio irá para
encher o S-orbital da segunda concha (Shell # 2), como mostrado na
figura acima.
Berílio tem quatro prótons e elétrons quatro que lhe dá um número atômico (Z) de 4.
Construindo o boro (B) Atom
>
Se adicionarmos um próton e um elétron para a estrutura atômica do berílio temos um átomo do elemento boro.
Para o berilio s-orbital de Shell Número 2 está cheio.
Assim, o elétron acrescentou que faz berílio em boro deve ir para o
primeiro orbital p do segundo Shell (Shell # 2), como mostrado na figura
acima.
Boro tem cinco protões e cinco electrões que lhe confere um número atómico (Z) de 5.
Construindo o carbono (C) Atom
Se adicionarmos um próton e um elétron para a estrutura atômica do boro temos um átomo do elemento carbono.
Para o boro s-orbital de Shell # 2 é agora cheio.
No entanto, existe apenas um electrão no primeiro p-orbital de Shell #
2, de modo que o electrão adicionou que faz com que boro em carbono vai
para o segundo p-orbital da segunda concha (Shell # 2), como mostrado na
figura acima .
Construindo o Nitrogênio (N) Atom
Se adicionarmos um próton e um elétron para a estrutura atômica de carbono temos um átomo do elemento nitrogênio.
Para o carbono s-orbital da Shell # 2 está cheio e há dois elétrons nos
orbitais p da Shell # 2, de modo que o elétron acrescentou que faz de
Carbono em Nitrogênio irá para o terceiro p-orbital da Shell segundo
(Shell # 2), como mostrado na figura para a esquerda.
O nitrogênio tem sete prótons e sete elétrons que lhe dá um número atômico (Z), de 7.
Construindo o oxigênio (O) Atom
Se adicionarmos um próton e um elétron para Nitrogênio temos um átomo do elemento oxigênio.
Para o nitrogênio orbital s de Shell # 2 está cheio, mas ainda há apenas três elétrons nos orbitais p da Shell # 2. (Lembra-se cada um dos três orbitais p pode conter dois electrões para um total de 6).
Assim, o elétron acrescentou que faz de nitrogênio em oxigênio irá
preencher um dos três orbitais p da Shell segundo (Shell # 2), como
mostrado na figura acima.
O oxigênio tem oito prótons e oito elétrons que lhe dá um número atômico (Z) do 8.
Construindo o flúor (F) Atom
Se adicionarmos um próton e um elétron para a estrutura atômica de oxigênio temos um átomo do elemento flúor.
Para o oxigénio s-orbital de Shell # 2 e um dos três orbitais p da Shell Número 2 estão cheios.
Assim, o electrão adicionou que faz Oxigénio em Flúor vai para encher o
segundo p-orbital da segunda concha (Shell # 2), como mostrado na
figura acima.
O flúor tem nove prótons e elétrons nove que lhe dá um número atômico (Z) de 9.
Construindo o Neon (Ne) Atom
Se adicionarmos um próton e um elétron para Flúor temos um átomo do elemento Neon.
Para o flúor de s-orbital de Shell # 2 e dois dos três orbitais p da Shell Número 2 estão cheios.
Assim, o elétron acrescentado que faz Flúor em Neon irá para preencher o
terceiro dos três orbitais p da Shell segundo (Shell # 2), resultando
em uma Shell completamente cheio # 2 como mostrado na figura acima.
Neon tem 10 prótons e 10 elétrons que lhe dá um número atômico (Z), de 10.
Construindo o sódio (Na) Atom
Se adicionarmos um próton e um elétron para a estrutura atômica de Neon temos um átomo do elemento sódio.
Para a Neon Shell inteiro # 2 nos completa, para o elétron acrescentou
que faz Neon em sódio terá que ir para baixo a energia orbital, o
s-orbital, da Shell terço (Shell # 3), como mostrado em azul na imagem
acima .
De sódio tem 11 protões e 11 electrões que lhe confere um número atómico (Z) de 11.
Construindo o Magnésio (Mg) Atom

Se adicionarmos um próton e um elétron de sódio temos um átomo do elemento magnésio.
Para tanto Shell de sódio # 1 e # 2 Shell estão cheios e há um elétron no orbital s de Shell # 3.
Assim, o electrão adicionou que faz de sódio em magnésio torna-se o
segundo electrão para ocupar o s-orbital do terceiro Shell (Shell # 3)
dando um total de S-orbital de Shell # 3, como mostrado na figura acima.
O magnésio tem 12 prótons e 12 elétrons que lhe dá um número atômico (Z), de 12.
Construindo o Alumínio (Al) Atom
Se adicionarmos um próton e um elétron para estrutura atômica do Magnésio temos um átomo do elemento alumínio.
Para tanto magnésio Shell # 1 e # 2 Shell estão cheios e há agora dois
elétrons no orbital s de Shell # 3 orbital de modo que está cheio.
Assim, o elétron acrescentou que faz de magnésio em alumínio vai se
tornar o primeiro elétron a ocupar um dos três orbitais p do terceiro
Shell (Shell # 3), como mostrado na figura acima.
O alumínio tem 13 prótons e 13 elétrons que lhe dá um número atômico (Z), de 13.
Construindo o silício (Si) Atom
Se adicionarmos um próton e um elétron para Alumínio temos um átomo do elemento silício.
Para alumínio Shell # 1, # 2 e Shell orbital s de Shell # 3 estão cheios. Existe também um electrão no primeiro p-orbital de Shell # 3.
Assim, o elétron acrescentado que faz de magnésio em alumínio ocupará o
terceiro dos três orbitais p do terceiro Shell (Shell # 3), como
mostrado na figura acima.
O silício tem 14 prótons e 14 elétrons que lhe dá um número atômico (Z), de 14.
Construindo o Fósforo (P) Atom

Se adicionarmos um próton e um elétron para a estrutura atômica de silício temos um átomo do elemento fósforo.
Para tanto Silicon Shell # 1, # 2 Shell eo orbital s do Shell # 3 estão cheios. Os orbitais p da Shell # 3 contêm 2 elétrons.
O elétron acrescentou que faz do Silício em fósforo ocupará a terceira
orbital p do terceiro Shell (Shell # 3), como mostrado na figura acima.
Fósforo tem 15 prótons e 15 elétrons que lhe dá um número atômico (Z), de 15.
Construindo o enxofre (S) Atom
Se adicionarmos um próton e um elétron para fósforo temos um átomo do elemento enxofre.
Para o fósforo, tanto Shell # 1, # 2 Shell ea s-orbital de Shell # 3 estão cheios. A cada um dos três orbitais p da Shell # 3 contém um electrão para um total de 3 nas orbitais p da Shell # 3.
O elétron acrescentou que faz fósforo em enxofre vai encher o primeiro
orbital p do terceiro Shell (Shell # 3), como mostrado na figura acima.
O enxofre tem 16 prótons e 16 elétrons que lhe dá um número atômico (Z), de 16.
Construindo o Cloro (Cl) Atom
Se adicionarmos um próton e um elétron para a estrutura atômica do enxofre temos um átomo do elemento cloro.
Para tanto Enxofre Shell # 1, # 2 Shell eo orbital s do Shell # 3 estão cheios.
O primeiro p-orbital de Shell # 3 é cheio com dois electrões e cada um
dos outros dois orbitais p da Shell # 3 contém um electrão para um total
de 4 nas orbitais p da Shell # 3.
O elétron acrescentou que faz Enxofre em cloro irá preencher o segundo
p-orbital da Shell terço (Shell # 3), como mostrado na figura acima.
O cloro tem 17 prótons e 17 elétrons que lhe dá um número atômico (Z), de 17.
Construindo o argônio (Ar) Atom
Se adicionarmos um próton e um elétron ao cloro temos um átomo do elemento argônio.
Para tanto Argon Shell # 1, # 2 e Shell do s-orbital da Shell # 3 estão cheios.
Os primeiros dois orbitais p da Shell # 3 são cheias com dois electrões
e cada um dos outros p-orbital de Shell # 3 contém um electrão para um
total de 5 nas orbitais p da Shell # 3.
O elétron adicionado cloro que faz em Argon vai encher a terceira
orbital p do terceiro Shell (Shell # 3) levando a uma Shell
completamente cheio # 3 como mostrado na figura acima.
Argon tem 18 prótons e 18 elétrons que lhe dá um número atômico (Z), de 18.
Construindo o potássio (K) Atom
Se adicionarmos um próton e um elétron para a estrutura atômica de Argon temos um átomo do elemento potássio.
Para a Shell potássio # 1, # 2 e Shell Shell # 3 estão cheios.
Assim, o elétron acrescentou que faz Argon em potássio vai para a menor
energia orbital de Shell # 4, o s-orbital, como mostrado na figura
acima.
O potássio tem 19 prótons e 19 elétrons que lhe dá um número atômico (Z), de 19.
Construindo o cálcio (Ca) Atom

Se adicionarmos um próton e um elétron para potássio temos um átomo do elemento cálcio.
Para a Shell Calcium # 1, # 2 e Shell Shell # 3 estão cheios eo orbital s do Shell # 4 tem um elétron.
Assim, o electrão adicionou que faz de potássio em cálcio irá para
encher o s-orbital de Shell # 4, como mostrado na figura acima.
O cálcio tem 20 protões e 20 electrões que lhe confere um número atómico (Z) de 20.
O agrupamento de elementos por
Estrutura Atômica
Estrutura Atômica


Na discussão acima, temos passo-a-passo de prótons, elétrons e por
próton eo elétron, construir os primeiros 20 elementos da mais simples
de hidrogênio (H). Poderíamos continuar este processo para o restante dos 103 elementos conhecidos, mas nós não.
Até agora você deve ter uma boa compreensão da estrutura específica e única atômica dos átomos de cada elemento. Esses elementos podem ser agrupados por estrutura atômica, como mostrado na figura acima.
Nas duas tabelas acima, listamos os 20 elementos que construíram em ordem crescente de número atômico. Isto significa de curso na ordem de aumento do número de protões.
Incluímos também das Conchas marcados pelo número e código de cores
para combinar com os nossos diagramas de estrutura do átomo. Além disso, temos listados a massa atômica e uma coluna na qual foi calculado o número de nêutrons, como descrito acima.
Isso completa o nosso tutorial sobre a estrutura atômica da matéria e
estabelece uma base sólida para a compreensão do agrupamento de
elementos de estrutura atômica que é a base para a Tabela Periódica.
POESIA COM OS ELEMENTOS DA TABELA PERIÓDICA
Actínio
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