http://precisoaprenderlinguasestrangeiras.blogspot.com.br/

domingo, 4 de novembro de 2012

GABARITO DO ENEM 2013

23 de outubro de 2012

GABARITO DO ENEM 2013 Gabarito do ENEM 2013 – veja quando e onde estará disponível! Conforme previsto no edital do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) vai disponibilizar em seu site oficial o gabarito oficial do Enem 2013 com as respostas corretas de cada uma das 180 questões. A consulta pode ser feita durante qualquer período do dia.
As provas desta edição do Enem serão aplicadas nos dias 03 (sábado) e 04 (domingo) de novembro. O INEP estabelece um prazo para divulgação das respostas, de até três dias úteis, contados a partir da aplicação do Exame. Esse tempo é considerado necessário para casuais ajustes ao gabarito oficial no que diz respeito às eventuais questões anuladas ou demais recursos.
Para acessar o gabarito do ENEM 2013, acesse o Portal do Enem no Inep. A consulta é direta e não necessita de informações pessoais, como CPF (Cadastro de Pessoas Físicas), número de inscrição e senha. Lembrando que essas são as alternativas corretas de cada questão, mas não é, de fato, o resultado final. Este, por sua vez, será devidamente calculado e será divulgado no boletim de desempenho individual do ENEM 2013, provavelmente na segunda metade de dezembro.
O Exame Nacional do Ensino Médio possui diferentes cadernos de questões, com quatro cores distintas (rosa, amarela, azul e branca). Cada caderno de questões contém 90 itens de duas áreas de conhecimento. No sábado, os participantes resolveram as 45 questões de Ciências Humanas e as 45 de Ciências da Natureza. No domingo, foram resolvidas as mesmas quantidades de Linguagens e de Matemática.
Para fazer um balanço correto do número de acertos é preciso ter atenção, pois o gabarito é separado pelos dias e pelas cores. Caso você tenha resolvido as questões do segundo dia em caderno de cor diferente do primeiro, não se preocupe. Durante o acesso às respostas, é possível verificar separadamente o gabarito da prova rosa, gabarito da prova amarela, gabarito da prova azul e gabarito da prova branca do ENEM 2013.
Após conferir todas as suas respostas, compare seu desempenho com o número de acertos de seus amigos para ter uma noção de como se saiu. Tão logo for publicada pelo INEP, a nota do ENEM 2013 será divulgada aqui em nosso site. A média final leva em conta não somente o número de acertos, mas também o grau de dificuldade de cada item.

sábado, 27 de outubro de 2012

Conversor Ortográfico

 

Conversor Ortográfico


Tire suas dúvidas sobre o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa e consulte a nova grafia das palavras que foram alteradas, por intermédio do conversor ortográfico, que mostra e explica como a palavra deve ser escrita, de acordo com a nova regra.
Conversor ortográfico

Palavra na nova regra ortográfica

segunda-feira, 30 de julho de 2012





O Ministério da Educação e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) lançam hoje, 30/7, o guia de redação do Enem, um volume de 48 páginas, divididas em quatro partes:

* Apresentação pelo presidente do Inep, Luiz Cláudio Costa

* Detalhamento da Matriz de Correção da prova do Enem

* Análise da proposta de redação do Enem 2011

* Análise de redações nota 1.000 no Enem 2011.

"A redação no Enem 2012 - Guia do participante" terá inicialmente uma tiragem de 1.700.00 cópias, a serem distribuídas às escolas públicas de todo o Brasil. Haverá também cópias em Braille e na forma ampliada, para pessoas com déficit de visão.

- Clique aqui para conferir o guia de redação do Enem (formato PDF).

Foram selecionadas redações que receberam a nota máxima (1.000 pontos) no Enem 2011 e aparecem no Guia com comentários. No Guia, considera-se que seus autores "desenvolveram o tema de acordo com as exigências do texto dissertativo-argumentativo" e demonstraram "domínio da norma culta de língua escrita".

Segundo o presidente do Inep, o objetivo do Guia é "tornar o mais transparente possível a metodologia de correção da redação, além de explicar o que se espera do participante em cada uma das competências avaliadas": "Queremos que o Guia contribua para aperfeiçoar o estudo, exemplificar os critérios e mostrar como se faz uma boa redação".

O Guia foi elaborado pela equipe da Diretoria de Avaliação da Educação Básica (Daeb) do Inep, em conjunto com especialistas em Língua Portuguesa. É mais uma ação para tornar a correção da redação do Enem mais transparente, aperfeiçoando os critérios de correção e, ao mesmo tempo, ampliando o quadro e o treinamento de avaliadores, com a participação efetiva das universidades e institutos federais do país.

Além de lançar o Guia de redação, o Inep publica uma Chamada Pública para convocar as instituições de ensino a fazer estudos e pesquisas em avaliação educacional e psicometria relacionados às provas aplicadas. O objetivo do edital, mais uma ação estruturante do Inep com vistas ao aperfeiçoamento das políticas públicas na área, é subsidiar diagnósticos mais precisos e induzir mudanças nas práticas de gestão e ensino, por meio de melhorias nos sistemas de avaliação escolar. O valor total do edital é de R$ 2 milhões.

* Fonte: site do Inep - portal.inep.gov.br.

 

 

 

 

sábado, 16 de junho de 2012

Vunesp divulga resultado da primeira fase do vestibularA consulta aos locais de prova da segunda fase já está disponível

Vunesp

Vunesp divulga resultado da primeira fase do vestibularA consulta aos locais de prova da segunda fase já está disponível
[15/06/2012] 
A Vunesp divulgou hoje (15/06), às 10h, nos sites http://vestibular.unesp.br e www.vunesp.com.br, os nomes dos candidatos que farão a segunda fase do Vestibular Meio de Ano da Unesp. São oferecidas 465 vagas para as unidades de Bauru, Dracena, Ilha Solteira, Ourinhos, Registro e Sorocaba. A consulta de local de prova também pode ser feita nos endereços citados acima.
A prova da segunda fase, que inclui Conhecimentos Específicos e Redação, está marcada para os dias 23 e 24 de junho (sábado e domingo). No primeiro dia, os candidatos responderão a 24 questões de ciências humanas, ciências da natureza e matemática. No último dia, a avaliação consistirá em 12 questões de linguagens e códigos e uma redação. Todas as questões são dissertativas, e a duração de cada dia de prova será de 4h30.
Além das cidades onde há oferta de vagas, os exames também serão realizados em Campinas, Guaratinguetá, São José do Rio Preto e São Paulo. O resultado final será divulgado em 12 de julho, nos sites da Unesp e da Vunesp. 

Sobre a Unesp
A Universidade Estadual Paulista está presente em 23 cidades do Estado de São Paulo com 33 faculdades e institutos, onde desenvolve atividades de ensino, pesquisa e extensão em todas as áreas do conhecimento. Fundada em 1976, a instituição oferece 171 cursos de graduação e 118 programas de pós-graduação. Tem 46.634 alunos (35.929 na graduação, 10.705 na pós sctricto sensu), 3.543 professores e 7.153 servidores técnico-administrativos. Possui cerca de 1.900 laboratórios e um Hospital de Clínicas.
Oferece cursos pré-vestibulares gratuitos em suas unidades, bem como diversos programas de extensão de serviços à comunidade. Três escolas de ensino técnico são mantidas pela Universidade: o Colégio Técnico Industrial em Bauru, o Colégio Técnico Industrial em Guaratinguetá e o Colégio Técnico Agrícola em Jaboticabal.
Mais informações: Disque Vunesp – (11) 3874-6300 (dias úteis, das 8 às 20 horas) Sites – http://vestibular.unesp.br e www.vunesp.com.br .
Asssessoria de Comunicação e Imprensa da Vunesp

sábado, 9 de junho de 2012

Revista Cult » Coronelismo intelectual;Do Líbano à Síria e ao Bahrein, do Egito ao Irã e Yêmen, a geopolítica da região irá sofrer mudança radical ;A democracia moderna e a estetica da moeda

 

 

 

A democracia moderna e a estetica da moeda

Na sociedade em que tudo se pauta pela exibição midiática, desaparece o pudor, atestando-se o enfraquecimento do sentimento de vergonha ligado à moral social
 
Olgária Matos
Ilustração Adriano Paulino
Favorecimentos ilícitos, informações privilegiadas, tráfico de influências, gratificações particulares, desvio de verbas públicas, suborno, omissões por interesses próprios ou partidários, formação de cartéis e negligências várias são, nas democracias modernas, práticas de corrupção e, como tais, sujeitas às leis que regulam infrações.
Deixando-se, pois, à Justiça a função de julgar, absolver ou condenar o governador do Distrito Federal José Roberto Arruda, em 2010, sua detenção suscitou, como veiculado pela mídia, júbilo, como ocorreu também com a do ex-governador Paulo Maluf, a dos proprietários da Daslu e da Schincariol, respectivamente. Os dominantes não estão acima da lei.
Como, desde o impeachment do ex-presidente Fernando Collor até o presente momento, o fenômeno só se tem ampliado – não se tratando apenas de segredo de informação como antes, mas de algo com maior visibilidade agora –, compreende-se que as diversas figuras da corrupção não são fato isolado, mas atravessam a sociedade inteira.
Identificando nas democracias contemporâneas dispositivos que colocam as práticas autorizadas no limiar da ilegalidade, o filósofo Walter Benjamin anotou: “O valor venal de cada poder é calculável. Nesse contexto só se pode falar de corrupção onde esse fenômeno se torna excessivamente manipulado. Tem seu sistema de comando num sólido jogo entrelaçado de imprensa, órgãos públicos, trustes, dentro de cujos limites permanece inteiramente legal” (“Imagens de Pensamento”, Rua de Mão Única).
A violência da moeda
O dinheiro como valor hegemônico na sociedade contemporânea supostamente promove a ascensão social, baseada exclusivamente em critérios econômicos e no prestígio do dinheiro. Em seu livro O Processo Civilizatório, Norbert Elias analisa os primórdios da “revolução burguesa” na França, indicando a democratização dos costumes da corte. A burguesia, no esforço de alcançar uma legitimidade que não fosse a do dinheiro (que ainda não se impusera como valor), procurou “aristocratizar-se”, adotando a etiqueta e “as boas maneiras” como medidas da polidez e da convivialidade. Como lhe faltava o universo de tradições e méritos da nobreza, esforçou-se para ascender aos bens culturais.
Mas, com a institucionalização da sociedade de consumo, os bens culturais, que exigiam iniciação para serem compreendidos em suas linguagens próprias – como as artes e os saberes literários –, foram sendo abandonados e passaram a se reger pela obsolescência constante. De onde o advento de “modas intelectuais”. A ideologia do “novo-rico” prescinde até mesmo do “verniz da cultura”.
A ideologia dominante em uma sociedade, como Marx observou, é a da classe dominante, e, em nosso tempo, a dos “novos-ricos”. O “novo-rico” é aquele que conhece o preço de todas as coisas, mas desconhece seu valor. Sob seus auspícios, a educação produz uma cultura que atrofia a sensibilidade e o pensamento; a educação é entendida pela ideologia do “novo-rico” como “ serviço” e como mercadoria mais ou menos barata, dos quais o novo-rico é cliente e consumidor.
A perda da autoridade
A política institucional contemporânea participa da falência da escolaridade e da ética que a ela se vinculava quando a educação, ao menos em seus princípios fundadores, humanistas e republicanos, propunha, primordialmente, formar as crianças para fazer delas adultos mais felizes e melhores.
As detenções espetaculares de acusados de crimes do “colarinho branco” promovem uma pseudocatarse da sociedade, de onde não estão ausentes a agressividade e a “pulsão de morte”. Do outro lado, a estética “novo-rico” opera com dólares nos sapatos ou maços de reais nas roupas íntimas.
Na sociedade panóptica, em que tudo se pauta pela exibição midiática, desaparece o pudor, atestando-se o enfraquecimento do sentimento de vergonha ligado à moral social que, por sua vez, diz respeito à “flexibilização” do sentimento de culpa na consciência moral. O fim da autoridade paterna e o “pai humilhado” coincidem com a sociedade infantilizada em que não se reconhece mais a diferença entre as gerações, entre pais e filhos, masculino e feminino, bom gosto e mau gosto. Em tempos comandados pela ideologia “novo-rico”, tudo pode ser dito e mostrado; cada um de nós é chamado a apresentar em público atos e sentimentos como se fossem ideias.
Mídia e difamação: o comprometimento da democracia
A República moderna e a democracia, em suas origens e fundamentos, basearam-se, uma vez associadas, na confiança e no “franco dizer” de todos os cidadãos, isto é, na liberdade de expressão, diversa, esta, da delação. Porque hoje prospera a desconfiança como forma de sociabilidade, as delações programadas e premiadas – elaboração de dossiês sensacionalistas em época eleitoral ou denúncias por parte de funcionários e auxiliares de governo – estão se constituindo como práticas reconhecidas e aceitas pelos poderes instituídos e pela opinião pública, com recompensa cash e com a diminuição de penas criminais dos delatores quando estes são criminosos condenados pela Justiça.
O convite à delação tem uma história, cuja expressão mais próxima foi a Revolução Francesa, que reabilitou as medidas do Ancien Régime em jornais publicados entre 1789 e 1791, como La Dénonciation Patriote (A Denúncia Patriótica), L´Espion de Paris (O Espião de Paris) e L’Écouteur aux Portes (O Espreitador de Portas). Denúncias de vizinhos, cartas anônimas ou dossiês preparados para esses fins ocorreram também durante a ocupação alemã em Paris, na Segunda Guerra Mundial, bem como foi rotina nos regimes totalitários, na Alemanha durante o nazismo e na URSS, convertendo-se em política de Estado sob Stalin.
Da demagogia à difamação, do jogo com as engrenagens da Justiça ao direcionamento da opinião pública, da obsessão com a segurança nacional ao patriotismo perverso, da vigilância cidadã ao fim da tranquilidade individual, da defesa do bem público à transgressão do espaço privado, a delação está ligada aos momentos mais sombrios da história. O estudo da delação ao longo do tempo oferece-nos suas relações com o espaço público em que se mesclam verdades e seu contrário, informações e falsificações, intervindo diretamente na formação da opinião pública.
Na ausência de um ministério público, a Atenas democrática antiga – a mesma que inventou a política, o teatro e a filosofia – criou o “delator público”, que dizia respeito à proteção do espaço comum partilhado, o qual reinava soberano. E, para reparar seus abusos, julgava-se também o acusador, analisando suas intenções, a classe social de que provinha e outras circunstâncias de sua vida, podendo ele também ser condenado para o bem da cidade, caso suas intenções fossem de vingança, estritamente subjetivas ou particulares.
Resta saber se o recurso à delação voluntária mediante recompensa em dinheiro não induz à corrupção – dadas as oportunidades que se oferecem para quem procura desembaraçar-se de um adversário indesejado ou então para aquele que se deixa comprar por ele – e, ainda mais, quando vai se tornando um meio para o funcionamento da Justiça. 
Olgária Matos é professora titular de filosofia na Unifesp 

 

 

 

 

 

 

Coronelismo intelectual

Não há muita diferença entre a mesa de bar e a mesa-redonda dos acadêmicos
Podemos chamar de “coronelismo intelectual” a prática autoritária no campo do conhecimento. Este campo é extenso, começa na pesquisa científica universitária e se estende pela sociedade como um todo, dos meios de comunicação ao básico botequim onde ideias entram em jogo.
Coronelismo intelectual é a postura da repetição à exaustão de ideias alheias. A reflexão só atrapalharia, por isso é evitada.
Encarnação de prepotente eloquência, o paradoxo do coronelismo é alimentar uma ordem coletiva de silêncio em que o debate inexiste, o culto da verdade pronta ou da ignorância é a regra, bem como a apologia ao gesto de falar sem ter nada a dizer, que culmina no discurso tão vazio quando maldoso da fofoca, versão popular do eruditismo.
Não há muita diferença entre a mesa de bar e a mesa-redonda dos acadêmicos parafraseando qualquer filósofo clássico apenas pelo amor ao fundamentalismo exegético.
Enquanto todos falam sem nada dizer, ajudados pelo jornalista que repete o que se entende pela sacrossantificada “informação”, mercadoria da contra-reflexão atual, os coronéis podem comentar que os outros é que não sabem nada e praticar o “discurso verdadeiro” em seus artigos estilo “mais do mesmo”, moedinha cadavérica com que se enche o cofrinho das plataformas de medição de produtividade acadêmica em nossos dias.
O coronelismo intelectual infelizmente segue forte na filosofia e nas ciências humanas, na verdade dos especialistas, tanto quanto na dos ignorantes que se separam apenas por titulação ou falta dela. Professores e estudantes, sábios e leigos, todos se servem metodologicamente dos frutos dessa árvore apodrecida. A prática do pensamento livre que se autocritica e busca, consciente de sua inconsciência, seu próprio processo de autocriação talvez seja a contraverdade capaz de cortá-la pela raiz.
Intelectual serviçal
Eis a cultura do lacaio intelectual, do bom serviçal sempre pronto à reprodução do mesmo. Nela, a boa ovelha especialista em assinar embaixo as verdades do senhor feudal que um dia as emitiu num ritual de sacralização já não é fácil de distinguir do lobo. A semelhança entre o puxa-saco, o crente e o líder paranóico que o conduz revela a verdade do mimetismo. Os seguidores dos líderes, de rabinho entre as pernas, latem para mostrar que aprenderam bem o refrão.  Abanam as asas ao redor da lâmpada esperando que ela também fique onde está, do contrário não saberiam o que fazer.
As consequências do coronelismo em um país de antipolítica e anti-educação generalizadas como este é algo ainda mais grave do que o medo de pensar. É o fato de que já não se pensa mais. A ausência de debate não é medo de expor ideias, mas a falta delas. Inação é o corolário da impossibilidade de mudar, porque o campo das ideias onde surge a vida já foi minado. O coronel ri sozinho da impossibilidade de mudanças, pois ele ama a monocultura enquanto odeia o cultivo de ideias diferentes ou de ideias alheias. O autoritarismo intelectual não é feito apenas de ódio ao outro, mas da inveja de que haja exuberância criativa em outro território, em outra experiência de linguagem. Conservadorismo é seu nome do meio.
Coronelismo não é simplesmente a zona cinzenta onde não podemos mais distinguir o ignorante do culto, mas a política generalizada introjetada por todos – salvo exceções – pela letal dessubjetivação acadêmica da qual somos vítimas enquanto algozes e que, no campo do senso comum, surge como robotização e plastificação das pessoas entregues como zumbis aos mecanismos do nonsense geral, que, é preciso cuidar, deve ser aparentemente desejável pela liberdade de cada um.
Contra a escravidão intelectual somente um contradesejo pode gerar emancipação. A prática da invenção teórica, a liberdade da interpretação e de expressão nos obrigam a ir contra os ordenamentos da ditadura micrológica do cotidiano, em que a lei magna reza o “proibido pensar”. A direção, como se pode ver, parece que só se encontra, atualmente, no desvio dos caminhos dados.






Incerto amanhã

Do Líbano à Síria e ao Bahrein, do Egito ao Irã e Yêmen, a geopolítica da região irá sofrer mudança radical

Rebelde líbio em Sidra
Olivier Roy
As revoltas espalham-se pelo Oriente Médio, e os jovens que lançaram o movimento de protesto ganham a adesão de um número crescente de manifestantes. Isso nos leva a perguntar onde tudo isso vai terminar e quais serão as consequências geoestratégicas. Seria presunção afirmar que já temos respostas perfeitas neste momento, mas, mesmo assim, podemos começar a refletir sobre essas perguntas.
Se em alguns países a situação é de tudo ou nada (na Líbia, Muammar Gaddafi ou vai afogar a revolta em sangue ou vai desaparecer), em outros estamos assistindo a um exercício de contenção de danos, algo em que o regime atual cria a aparência de estar mudando e, ao mesmo tempo, se esforça para manter as mudanças no menor nível possível.
E, se as potências ocidentais estão aplaudindo o processo de democratização, por enquanto elas não deixam de estar obcecadas pela necessidade de conservar a estabilidade – ou seja, o status quo estratégico: uma paz fria entre Israel e o mundo árabe e a tentativa de montar uma frente unida para isolar o Irã.
Conservadores de várias linhas em diversas sociedades árabes também se preocupam com o rumo provável do movimento democrático e buscam algum tipo de solução de meio-termo.
Um conflito de gerações percorre a oposição às diversas autocracias. Isso se evidencia especialmente no caso daIrmandade Muçulmana, no Egito. A geração mais velha que controla o aparatopartidário ainda está seduzida pelo culto ao líder carismático. Ela é socialmente conservadora e teme que a revolta se espalhe. Embora aceite o pluralismo político, sua cultura não é democrática, e ela desconfia da liberdade de expressão e do debate.
Poderia uma Irmandade Muçulmana tradicionalista tornar-se parceira de um Exército que procura
interlocutores que compartilhem seu desejo de ordem e sua rejeição aos novos movimentos sociais?
Em toda a região, na ausência de elementos do próprio movimento, as figuras que estão administrando a transição vêm do velho regime. Elas não aderiram à cultura política dos manifestantes. Continuam trancadas em uma mentalidade autoritária, pedindo o retorno à normalidade. Não compreendem que anunciar eleições e um punhado de reformas já não é o bastante para tirar as pessoas das ruas.
Cada vez mais é o desemprego ou subemprego entre os jovens que move protestos que reivindicam o fim da monopolização de grandes setores da economia por uma elite. Em todos os países afetados, com exceção da Tunísia, o Exército faz parte dessa elite.
Está claro que, na maioria dos casos, a oposição à moda antiga vai sentir-se tentada a buscar um entendimento com as elites entrincheiradas. Estas, por enquanto, estão prometendo restabelecer um governo que certamente se mostrará mais aberto, mas que nem por isso deixará de ser autoritário.
A divisão crítica aqui é de ordem geracional, mais que ideológica. Uma nova geração de Irmãos Muçulmanos, que já era visível na esfera pública e na internet, está sujeitando os princípios da Irmandade à prova da democracia e da liberdade de expressão.Essa nova geração uniu-se às manifestações na Praça Tahrir, no Cairo, contrariando os conselhos da liderança da organização.
O mesmo se aplica à geração mais jovem de cristãos coptas, que não quer mais ser representada pelo patriarca, o papa Shenouda 3º.
O problema é que as elites no poder, assim como uma parte da oposição convencional, ainda não
compreenderam quão inovador é o movimento de protesto. Não compreenderam que ele é não violento, que fala em nome da democracia e do pluralismo e que não usa a ideologia para disfarçar divisões sociais.
Em lugar disso, abraça todos os setores da sociedade exceto a família governante e inutiliza todos os velhos instrumentos da repressão, que empregava um misto de violência e suborno.
O que está sendo rejeitado é uma cultura política que sobrevive há 60 anos no Oriente Médio: a aparência de unidade em torno de uma causa (o povo árabe, o islã ou a Palestina) e um líder (o zaim), um Estado erguido sobre os serviços secretos (os mukhabarat) e a vilipendiação de todos os adversários, tachados de traidores a serviço de potências estrangeiras (geralmente os Estados Unidos ou Israel).
O movimento de protesto é democrático e nacionalista, e é provável que fortaleça a posição regional e internacional dos países em que tiver êxito, porque vai instalar governos com legitimidade maior e, consequentemente, dotados de maior liberdade de manobra.
A difusão rápida do movimento por todo o Oriente Médio suscita outra pergunta: até que ponto a democratização (quer ela acabe por ser bem-sucedida, quer não) mudará o equilíbrio estratégico de poder?
O que está acontecendo no Bahrein é um bom indicativo do impacto geoestratégico possível. A divisão religiosa nesse país, onde uma minoria sunita governa a maioria xiita, sugere que uma vitória da democracia empurrará o Bahrein para a órbita do Irã, modificando consideravelmente o equilíbrio de poder no Golfo Pérsico.
Isso porque, entre outras razões, o Bahrein passará a ser visto como exemplo pelos xiitas da Arábia Saudita. É essa, pelo menos, a análise preferencial feita em Riad, e é ela que justifica o apoio saudita, contínuo e inequívoco, à família governante do Bahrein.
Contudo, a oposição barenita (que, por uma vez pelo menos, está associada a um partido político)
apresenta-se não como grupo sectário, mas como movimento que atrai cidadãos de todas as denominações religiosas.
Seus partidários agitam a bandeira nacional – a bandeira da família Khalifa –, e não o estandarte xiita nem as cores do Irã. Ela tem poucos vínculos com a teocracia iraniana, que colocou sob prisão domiciliar um de seus líderes espirituais, o aiatolá Shirazi. E a escola dominante de pensamento religioso no Bahrein, o “akhbarismo”, não é a escola predominante no Irã.
Em suma, a oposição barenita assumiu uma compleição nacional, como fizeram as oposições na Tunísia e no Egito.
Logo, a monarquia barenita encontra-se em um momento de virada. Ou ela continua a identificar-se com a minoria tribal Bani Utbah, que tomou o poder no século 18, ou aceita um conceito mais amplo de cidadania que abarque os dois lados da divisão religiosa – isso, aliás, é justamente o que os manifestantes vêm pedindo.
Nacionalizar-se dessa maneira é o que a monarquia marroquina vem conseguindo fazer no decorrer de sua longa história. No Marrocos, a maior parte da nação identificou-se com a monarquia, de tal modo que esse foi o único Estado árabe verdadeiramente independente durante a era otomana e que conservou sua identidade nacional sob o protetorado francês.
Hoje o movimento de protesto no Marrocos, em contraste com os de outros países da região, não procura solapar o sistema como tal. O que deseja é uma reforma, mais que uma revolução, e uma transição gradual para uma monarquia constitucional. Apesar disso, o círculo extenso que cerca o rei Mohammed 6º teme mudanças que tornem o poder mais transparente e o forcem a abandonar os privilégios de que desfruta.
No Iêmen, o governo está jogando com as velhas divisões entre os povos tribais e os moradores das cidades, além das divisões que separam as tribos do norte do país, historicamente hostis à elite urbana, dos democratas.
No pano de fundo há o movimento secessionista do sul, que se vê como o principal prejudicado pela
reunificação. O presidente Ali Abdullah Saleh terá pouca dificuldade em mobilizar as tribos, cuja intervenção, se acontecer, será sangrenta. Também na Líbia a oposição precisa enfrentar lealdades tribais, embora pareça ter dinamismo suficiente para superá-las.
Na Síria, onde as memórias do massacre de membros da Irmandade Muçulmana em Hama, em 1982, ainda são recentes, a minoria alauita, que detém o poder, sem dúvida sente-se ameaçada e, como Gaddafi, se disporia a resistir.
Na Argélia, enquanto isso, a sombra de dez anos de guerra civil está impedindo os protestos de se espalhar. O regime argelino implantou uma forma inovadora de autorrepressão entre a população, em que ninguém nunca sabe quem está massacrando quem. Isso permite que os militares exerçam o poder de modo mais ou menos sereno e discreto.
Em suma, ao jogarem com divisões culturais, os regimes autoritários no Oriente Médio enfraquecem seus próprios Estados, enquanto forças democráticas estão empurrando esses Estados na direção da homogeneização nacional maior.
Um dos resultados dessa onda de democratização pode ser o fortalecimento do nacionalismo, mas de um nacionalismo regido pela realpolitik, mais que por ideologias supranacionais de qualquer espécie.
Seja qual for o alcance de seu sucesso, é pouco provável que o movimento democrático crie novas formações geoestratégicas (como um choque entre xiitas e sunitas, por exemplo). Pelo contrário,é mais provável que leve ao fortalecimento dos nacionalismos sobre a base de uma administração mais satisfatória das divisões sociais e religiosas.
Contudo, se o nacionalismo sair triunfante, será um nacionalismo muito menos ideológico.
Uma consequência provável de tudo isso, embora inesperada, é a diminuição do papel exercido pelo conflito israelo-palestino na política regional. Ao mesmo tempo, isso terá o efeito de isolar Israel, que perderá seu status muito alardeado de única democracia do Oriente Médio.
É interessante observar quão pouco os integrantes dos novos movimentos vêm aludindo a Israel ou à Palestina, especialmente quando se considera que, até agora, essa situação (Israel-Palestina) vem servindo para frustrar a evolução política em outros países. Isso se deve a como essa situação vem sendo manipulada pelos regimes no poder, mas também por certa esquerda terceiro-mundista ocidental para a qual nada poderia mudar no Oriente Médio enquanto a questão da Palestina não for resolvida.
A cegueira em relação às sociedades árabes não vem sendo exclusiva dos governos ocidentais.
Se a relativa indiferença dos manifestantes em relação a Israel-Palestina tiver o efeito de relegar o governo de Tel Aviv ao segundo plano, ela também tem implicações para o Hezbollah, no Líbano.
Para o Hezbollah, o movimento em busca da democracia encerra dois problemas. Primeiro, ele ameaça
amesquinhar o papel regional do Hezbollah, reforçando a posição dos Estados-nação à custa das ideologias panárabes e pan-islâmicas.
O segundo problema é que ele substitui o pertencimento religioso pela noção da cidadania como fundamento desses Estados. Desse modo, o Hezbollah, que é ao mesmo tempo partido religioso e movimento ideológico vanguardista, vai perder parte da liderança moral que acumulou por opor-se aos regimes forçados e às negociações debaixo dos panos com Israel.
Resta ver como os novos regimes que vão emergir vão se comportar em relação a Israel. É provável que eles mantenham a paz fria, mas uma paz fria que force Israel a confrontar suas próprias contradições e obrigue as potências ocidentais a assumir suas responsabilidades.
Outra vítima colateral da democratização será a frente contra o Irã. Não porque o Irã vá ganhar popularidade, mas porque os novos governantes terão pouca disposição de empreender cruzadas no exterior e não vão mais precisar provar suas boas intenções para um Ocidente que, em lugar disso, terá de reconhecer a vontade do povo.


Olivier Roy foi consultor da ONU Oliver Roy, 62 anos, é professor de teoria social e política no Instituto Universidade Europeia, em Florença, na Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais e no Instituto de Estudos Políticos, em Paris.
Um dos principais estudiosos europeus de religiões comparadas e das sociedades islâmicas, foi consultor das Nações Unidas para o Afeganistão. É também diretor de pesquisa no Centro Nacional de Pesquisa Científica, em Paris, além de ter sido professor visitante na Universidade da Califórnia, em Berkeley.
Publicou, entre outros livros, La Sainte Ignorance (A Santa Ignorância) e L´Échec de l´Islam Politique (O Fracasso do Islã Político), ambos pela editora francesa Seuil.



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sexta-feira, 25 de maio de 2012

A TABELA PRIÓDICA: MEMORIZAR A TABELA PERIÓDICA ; Veja a melhor tabela periódica dos elementos, completa e atualizada. ;tabela periódica dos elementos, completa e atualizada em flash; Estrutura Atômica Prótons de elétrons-número atômico Massa Atómica :; POESIA COM OS ELEMENTOS DA TABELA PERIÓDICA ; Elementos agrupamento por Estrutura Atômica

 


Veja a melhor tabela periódica dos elementos, completa e atualizada.



 Aproveite para aprender um truque simples para decorar todos os elementos com mais facilidade.


tabela_periodica_completa
Todo estudante de Química sabe o quanto é difícil decorar a disposição dos elementos químicos, mas existe uma técnica simples que os professores dos cursinhos ensinam para tornar esta tarefa mais fácil
Comece acessando esta tabela periódica dos elementos, completa e atualizada em flash, uma das melhores disponíveis na Internet, pois fornece todas as informações completas sobre os elementos: Classificação Periódica, Número Atômico, Massa, “Família” e inclui também as propriedades físicas: Metais, Semimetais, Ametais e Gases Nobres.
tabela_periodica_atualizada




MEMORIZAR A TABELA PERIÓDICA

Agora vamos aprender como decorar, ou melhor, como memorizar todos os elementos químicos. É muito fácil, tudo o que você precisa fazer é formar uma frase com as iniciais de cada elemento, assim você memoriza a “Família“, os nomes, os símbolos e a localização dos elementos na tabela.

Tabela Periódica-Família 1A: H, Li, Na, K, Rb, Cs, Fr
“Hoje li Na Kama Robinson Crusoé em Francês”

Tabela Periódica-Família 2A: Be Mg Ca Sr Ba Ra
“Bela Magrela Casou com Senhor Barão Rabugento*”

Tabela Periódica-Família 3A: B Al Ga In Tl
“Bem, Algum Gato Invadiu o Telhado”

Tabela Periódica-Família 4A: C Si Ge Sn Pb
“Comi Siri Gelado Sen Problemas”

Tabela Periódica-Família 5A: N P As Sb Bi
“Não Passe Assim o Sábado Bicho”

Tabela Periódica-Família 6A: O S Se Te Po
“OS SeTe Porquinhos”

Tabela Periódica-Família 7A: F Cl Br I At
“Fui Claro, Breve I Atencioso”

Tabela Periódica-Família 8A ou 0 (Gases Nobres): He Ne Ar Kr Xe Rn
“Helio Negão Arregaçou Kruelmente a Xereca da Renata”

Tabela Periódica-Elementos Diatômicos: H, I, N, O, Br, F, Cl
“HINO Brasileiro Forte e Claro”
Seguindo estas dicas, você tem tudo para tirar um 10 na sua prova de Química.



 

 

 

 


USOS E APLICAÇÕES DA TABELA PERIÓDICA DOS ELEMENTOS

APLICAÇÕES prática dos elementos da Tabela Periódica


1.
Hidrogênio (H)

Unidos em hidrogénio líquido, é usada para impulsionar os foguetes

Apreciação está a ser utilizado como combustível, porque é um poluente não.


2.
Hélio (He)

Na cirurgia, as cabeças de hélio ionizado utilizado no tratamento de tumores do olho, estabilização ou fazendo com que a apresentação do mesmo e reduzir o fluxo de sangue em pacientes com malformações cerebrais, em conjunto com os tanques de oxigénio utilizados na mergulhadores como ar artificial para encher balões



3.
LITHIUM (LI)

Para as ligas de alumínio, Fabricação de vidro especial, esmaltes para o Desenvolvimento de cerâmica também é usado em fogos de artifício, fabricação de baterias elétricas


4.
Berílio (Be)

É usado para fazer as ligas para vários usos industriais, especialmente na indústria aeroespacial devido à sua leveza, rigidez e estabilidade dimensional, é também utilizado no fabrico de materiais electrónicos, também para a fabricação de discos, telas e janelas radiação para Aparelhos de raios X



5.
BORO (B)
Fabricação de vidro e esmaltes, utensílios de cozinha, principalmente.


6.
Carbono (C)

Os diamantes são produzidos a partir de lápis de carbono e grafite, para produzir fibras de carbono.


7.
Nitrogênio (N)

Na produção de fertilizantes, explosivos, corantes, amoníaco, bem como para preencher as embalagens de alimentos como para manter a frescura Sabritas


8.
Oxigênio (O)

Ele é usado na medicina como parte do artificial de ar e combustível de foguete, líquido na indústria de aço para a refinação de aço


9.
Flúor (F)

Para fazer com que os polímeros, tais como Teflon, à pasta de dentes e bochechos no tratamento de água


10.
Neon (Ne)

Usado para fazer lâmpadas incandescentes, telas de TV ou como um refrigerante

11. De sódio (Na)
Para preparar os corantes, detergentes, para a tomada de vapor de sódio-lâmpadas, a preparação de substâncias orgânicas

12. Magnésio (Mg)

Seu principal uso é nas ligas de magnésio tem alta resistência à tração, é amplamente utilizado para estruturas metálicas leves para a indústria aeroespacial, esquis, chaves, tornando pistões e êmbolos, o pó é usado para os flashes de câmeras


13.
De alumínio (Al)
Para o fabrico de materiais de cozinha, panelas, frigideiras, etc, na fabricação de pistões e motores automotivos, também utilizadas na fabricação de aeronaves, embarcações, chassis de carros, vagões ferroviários, linhas de energia, tiras e mais

14.
Silício (Si)
Ligas utilizadas na preparação de silicones, na indústria cerâmica técnica, e, porque é um material semicondutor muito abundante, tem um interesse particular na indústria da electrónica e microelectrónica como material de base para a criação de bolachas ou chips que podem ser implementadas em transistores, células solares e uma variedade de circuitos eletrônicos.
O silício é um elemento vital em muitas indústrias.
Dióxido de silício (areia e argila) é um constituinte importante do betão e tijolos, e é usado na produção de cimento Portland. Devido às suas propriedades semicondutoras utilizadas no fabrico de transistores, células solares e todos os tipos de dispositivos semicondutores e por esta razão é conhecido como Silicon Valley (Vale de silicone) para a região da Califórnia em que muitas empresas concentrar a indústria electrónica e informática.
Outros usos importantes de silício são:

Como um material refratário usado em esmaltes cerâmicos e vidros.


15.
Fósforo (P)
Tem um uso comercial para a preparação de compostos de ácido fosfórico são utilizados como fertilizantes, é também utilizado para clarificar a solução de açúcar, fósforo branco é utilizado no fabrico de veneno de rato, insecticidas, material pirotécnico, o fósforo vermelho utilizado no fabrico de fósforos

16.
Enxofre (S)
É usado principalmente no fabrico de explosivos, pigmentos, sabões e detergentes, tintas e plásticos., Como o ácido sulfúrico em muitos produtos químicos industriais, para fósforos

17.
CLORO (Cl)
É um excelente material de branqueamento, tais como pasta de papel, alguns tecidos. Como ácido clorídrico em indústrias

18.
Argon (Ar)
É usado no fabrico de lâmpadas incandescentes a diminuir rapidamente evapora-se o filamento de tungsténio e aumentar o seu comprimento, serve como a indústria para o gás de soldadura e evitar a oxidação durante o processo de soldadura.

19.
De potássio (K)
É usado, juntamente com o sódio como refrigerante em usinas nucleares. Os compostos têm muitas utilizações: o brometo e iodeto são usados ​​na medicina e na fotografia, o clorato no fabrico de alguns explosivos e fósforos, o sulfato é usado como fertilizante para a agricultura, o hidróxido é usado para fazer os sabões moles .


20.
Cálcio (Ca)
Para fazer com que as ligas, a refinação de óleos removidos enxofre e os seus compostos, serve para remover a água em solventes tais como álcoois, utilizados na indústria médica na preparação de comprimidos, tais como cal é utilizada como um material refractário

21.
Escândio (Sc)
É utilizado no fabrico de alta intensidade luzes como um traçador em refinarias de petróleo.
É também usado na construção de sonda para a sua leveza e ponto de fusão elevado.


22.
De titânio (Ti)
Em ligas muitas vezes substituindo a liga de alumínio é usado como um revestimento para espaciais, para próteses ósseas em medicina

23.
Vanádio (V)
Principalmente usado em ligas como ferro-vanádio, cromo-vanádio, aço para a fabricação de peças automotivas

24. Cromo (Cr)
É utilizado em conjunto com o ferro ligas, níquel, cobalto, alcançar tanto a dureza ea resistência aumento e resistência à corrosão, de aço inoxidável faz parte de pelo menos 10 por cento, pelo seu brilho é usado para revestimento de elementos diferentes que constituem partes automóvel ou um ornamento.

25.
Manganês (Mn)
É utilizado na indústria de aço na produção de ligas, em conjunto com ferro para formar aço manganês usado no fabrico de cofre, outras utilizações incluem o fabrico de pilhas secas ou aplicações químicas

26.
FERRO (IRON) (Fe)
Do ferro de metais é o mais amplamente utilizado na indústria de metal, sendo que 95% da produção mundial de metais é representado por ferro, puros suas aplicações são limitadas, mas ligado ao carbono em função da sua percentagem aço de carbono inferior a 2% é mais do que 2% de carbono forma de fundição que são usados ​​na maioria dos produtos de metal sabemos


27.
Cobalto (Co)
É usado para fazer ligas, superligas usadas para válvulas de motores de turbina de avião, ferramentas de corte, produção de tintas.

28.
Níquel (Ni)
Usado em componentes eletrônicos, fabricação de bateria, revestimento provável que corroem metais, ligas, peças do carro, como engrenagens, freios, resistências, etc chassis., Serve como um catalisador

29.
O cobre (Cu)
A sua principal utilização é na indústria eléctrica no fabrico de cabos, máquinas eléctricas, o fabrico de moedas, utensílios de cozinha ou mesmo objectos de decoração, no fabrico dá alguns tecidos, tais como rayon, na indústria química é utilizado em insecticidas, ou no fabrico de pigmentos.

30.
ZINCO (zinco) (Zn)
Uma das suas aplicações mais importantes é como um revestimento para os metais corrosível, na produção de células secas, ou para fazer latão, pode também ser usado como um pigmento para tintas e plásticos, como material de enchimento de pneus de borracha, na medicina usado como um anti-séptico, outros usos do elemento são dispositivos de visão noturna em telas de televisão e em revestimentos fluorescentes.

31.
Gálio (Ga)
Uma das utilizações para as suas propriedades tanto de fusão está em ebulição no fabrico de termómetros de alta temperatura ou medidores, alguns compostos são semicondutor de metal, por conseguinte, utilizado na produção de componentes electrónicos, tais como células fotoeléctricas, transistores, e diodos de laser.

32.
O germânio (Ge)
Fabricação de semicondutores e transistores, fibras ópticas, lentes ópticas, como um indicador de alterações na química da água do mar

33.
Arsênio (As)
Ligado ao chumbo é utilizado no fabrico de peletes, para limpar os detritos a partir do vidro, no fabrico de pesticidas agrícolas e produtos químicos utilizados para preservar a madeira é um muito poluentes, perigoso

34.
Selênio (Se)
É usado no fabrico de dispositivos fotoeléctricos na indústria do vidro é usado como o branqueamento, também pode ser usado em copiadoras, semicondutores, ligas e células solares.

35.
Bromo (Br)
Os fluidos de perfuração, pesticidas, produtos químicos de tratamento de água, produtos intermediários para a química fina, produtos farmacêuticos, fotográficos, aditivos, etc.

36.
Krypton (Kr)
É utilizado na produção de lâmpadas incandescentes, é usada para iluminar pistas porque emite luz vermelha tornando mais fácil de ser visto a grandes distâncias, ou mesmo no nevoeiro

37.
Rubídio (Rb)
É usada para eliminar completamente os gases no fabrico de tubos de vácuo de electrões, e aplicações electrónicas, tais como fotocátodos e luminóforos e semicondutores. Sob a forma de sais usados ​​na produção de vidro e cerâmica, o seu isótopo Rb87 ajuda a determinar a idade geológica e antiguidades

38.
O estrôncio (Sr)
Ligas formando é usado para fazer magnetos permanentes. Serve como um regulador no fabrico de tubos de vácuo, em pirotecnia são usados ​​para dar a cor vermelha para fogos, alguns dos seus sais são utilizados em medicina.

39.
Ítrio (Y)
Seus vários compostos são utilizados no fabrico de filtros no forno de microondas, e no fabrico de tubos de imagem de televisão para produzir cor vermelha fosforescência, intensificando unidades telas de raios

40.
Zircônio (Zr)
Ele tem vários usos em que o principal é a fabricação de aço, porcelana, algumas ligas de metais não-ferrosos. Também é usado em tubos de vácuo para a remoção de detritos gasoso devido à sua facilidade de se combinar com os

41.
Nióbio (Nb)
É usada para formar uma liga de aço inoxidável, a fim de proporcionar uma maior resistência a alta temperatura e à corrosão, outras ligas podem ser utilizadas para fabricar supercondutores superligas ou, no estado puro pode ser utilizado para as suas características em a construção de usinas nucleares

42.
Molibdênio (Mo)
O metal é utilizado principalmente em ligas de aço. Estas ligas são muito duros e resistentes a altas pressões e temperaturas. Eles são usados ​​para o trabalho estrutural no domínio da aeronáutica e da indústria automotiva.

43.
O tecnécio (Tc)
É um muito estável e durável, de modo que ele é utilizado como uma fonte de radiação auxílio medicina nuclear, por meio de radiação para o tecido doente encontrado

44.
Ruténio (Ru)
Forms ligas com paládio e platina a dar-lhes uma maior dureza e utilizado no fabrico de contactos eléctricos que requerem uma resistência muito grande ou vários objectos para dar um acabamento de luxo.


45.
Ródio (Rh)
Como ligas de rutênio são formados com platina e de paládio utilizado no fabrico de bobinas de fornos, buchas para a produção de fibra de vidro, faísca eléctrodos de ficha e cadinhos aviação utiliza como catalisador tem, por exemplo, na produção de ácido nítrico. É também utilizado no fabrico de jóias e jóias

46.
De paládio (Pd)
É usado principalmente em telecomunicações para fazer contatos na fabricação de próteses dentárias na indústria de relógios, jóias liga de ouro com o ouro branco é usado como na indústria fotográfica também é usado

47.
PRATA (Ag)
As principais utilizações de prata estão comercialmente, tais como jóias, decoração ea economia para produzir moedas com ele, serve como um revestimento para outros metais, é usado no fabrico de componentes eléctricos e electrónicos, para a fabricação de fios, combinada com outros elementos como azoto e de oxigénio é utilizado de nitrato de prata como um bactericida

48.
Cádmio (Cd)
É usado como um revestimento de ferro e aço, ligado com o cobre é utilizado em linhas aéreas de energia, uma outra utilização é no desenvolvimento de fusíveis ou juntou-se com o chumbo eo zinco é usado para o ferro de soldadura. Na forma de sais é utilizado na indústria fotográfica ou fogos, o fabrico de tinta fluorescente, vidro, o desenvolvimento da bateria.

49.
INDIANA (In)
É usado como o revestimento electrolítico para evitar o desgaste sobre peças de ligas de antifricção, ligas de próteses dentárias e motores elétricos, outras utilizações dos índio são para a soldadura do condutor do fio transistor de germânio

50.
TIN (Sn)
Um componente usado em muitos processos industriais, a soldadura é usado como circuitos eléctricos, serve como um revestimento de cobre e ferro na produção de latas para a conservação de alimentos, mas porque é facilmente atacado por ácidos não utilizado em todas as processos de alimentos enlatados, uma outra aplicação é em vidro para reduzir a sua fragilidade, pode ser usado como um compostos fungicidas, corantes, pastas de dentes, serve para a produção de metal de bronze tipográfica, com liga de titânio é utilizado na indústria aeroespacial, é usado na preparação de insecticidas

51.
Antimônio (Sb)
A sua principal utilização é na produção de ligas de metal, alguns dos seus compostos fornecer resistência ao fogo no fabrico de tintas, vernizes, vulcanização de borracha, fogos, o fabrico de pilhas e acumuladores, como um revestimento de cabos, tornando estanho, entre outros.

52.
Telúrio (Te)
Como a maioria dos metais utilizados para fazer as ligas tais como o cobre e levar a, assim, aumentar a resistência à tracção, outros usos no fabrico de dispositivos de termelétricas na pesquisa de semicondutores, combinado com outras substâncias utilizadas borracha vulcanizada em ambos natural e sintética, na indústria do vidro é usado para dar uma coloração azul na forma coloidal é usada como um fungicida germicida, e insecticida, é utilizado mais gasolina como antidetonante

53.
Iodo (I)
As principais utilizações de iodo são na indústria médica como é usado como um anti-séptico e desinfectante nos alimentos que consomem em sal de mesa iodado, é utilizado como um meio de contraste radiológico utilizado para a preparação de emulsões fotográficas, combinado com o prata como iodeto de prata usado para produzir nuvens de chuva para bombardear a caridade para a agricultura

54.
XENON (Xe)
As principais utilizações deste gás são no desenvolvimento de emissores de luz propriedades bactericidas, tubos de luz nos clarões de câmaras, tubos fluorescentes também capaz de excitar o laser rubi

55.
Césio (Cs)
É utilizado no fabrico de células fotoeléctricas, e de raios-X filmes, césio relógios atómicos, bolbos de rádio, lâmpadas de infravermelhos e militares sinais de detecção óptica e vários, combinados com outros elementos é usado para fazer vidro e cerâmica

56.
Bário (Ba)
Na sua forma metálica é relativamente pouco utilizado, excepto em certos casos, tais como revestimento electricamente condutor ou sistemas de ignição automotores em medicina (radiologia) é utilizado para detectar problemas gastrointestinais, é usado no fabrico de vidro, fogos gerando verde , tintas, explosivos.

57.
Lantânio (La)
As suas principais utilizações são como um aditivo para lâmpadas de arco de carbono, projecção, estudos de iluminação, é também usada para fazer ligas com outros metais tais como aço, alumínio ou de magnésio no fabrico de vidro óptico.

58.
Cério (Ce)
Para outros elementos utilizados nas ligas de pedras mais leves, podem ser usados ​​no fabrico de vidro, células fotoeléctricas.

59.
Praseodímio (Pr)
Serve para fabricar pedras mais leves e também utilizado como um desoxidante em tubos de vácuo para o fabrico de vidros de protecção na indústria de soldadura

60.
Neodímio (Nd)


É utilizado no processo de fabricação de vidros especiais e filtros de infravermelhos, uma outra das suas utilizações é como um corante de vidro e esmaltes cerâmicos, formas ligas utilizadas nas pedras dos isqueiros e para o desenvolvimento de alguns componentes electrónicos

61.
Promécio (Pm)
É utilizado para preparar tintas luminescentes para sinais de segurança.
O metal tem sido utilizado em baterias atómica especial e uma fonte de partículas beta nos indicadores de espessura.

Devido às suas características pode ser usado como uma fonte para portátil de raios-X e fonte de alimentação auxiliar em satélites e sondas espaciais.


62.
Samário (Sm)
Na fabricação de imans permanentes, também é usado em dispositivos de iluminação na indústria cinematográfica.

63.
Európio (Eu)
É usado para absorver nêutrons em reatores nucleares

64.
Gadolínio (Gd)
A sua principal utilização é na tomada de ligas na indústria electrónica, amarrá temperaturas de forno em reactores nucleares é usado como um componente das hastes de controle são usados ​​como meio de contraste em ressonância magnética


65.
Térbio (Tb)
Usado como ativador no verde televisão a cores imagem tubo.
Pode ser usado com ZrO2 como um estabilizador nas células de combustível que operam a uma temperatura elevada.


66.
Disprósio (Dy)
Embora ainda não encontrado muitas aplicações, a facilidade para a absorção de neutrões e alto ponto de fusão sugerem usos do elemento em dispositivos de controlo do fluxo de neutrões e para especiais ligas de aço inoxidável.

67.
Hólmio (Ho)
Tem poucas aplicações práticas, embora tenha sido utilizado como catalisador em reacções químicas e também para a fabricação industrial de alguns dispositivos electrónicos utilizados em medicina hólmio de laser


68.
Érbio (Er)
Tem aplicação como um amplificador de sinais fracos em tecnologia de fibra óptica e é usado no fabrico de lasers.

69.
Túlio (Tm)
Alguns dos seus compostos são utilizados como fonte de raios-X para portáteis máquinas de raios X.
Túlio natural pode ser aplicada no fabrico de materiais cerâmicos com propriedades magnéticas para o equipamento de microondas.


70.
Itérbio (Yb)
Tem aplicações potenciais em ligas, eletrônicos e materiais magnéticos, laser de fibra de itérbio. Gemas sintéticas foram alcançados itérbio silicato.

71.
Lutécio (Lu)
Este elemento é utilizada principalmente como um catalisador de craqueamento em éter de petróleo em refinarias, do mesmo modo em vários processos químicos tais como alquilação de polimerização, e de hidrogenação.

72.
Háfnio (Hf)
Fabricação de lâmpadas incandescentes e de gás na construção de instalações nucleares e no desenvolvimento de barras de controlo no reactor devido à sua capacidade para absorver neutrões, principalmente para formar ligas de ferro, titânio, nióbio e tântalo, é agora microprocessadores utilizados em substituição do silício


73.
Tântalo (Ta)
É usado na fabricação de capacitores eletrolíticos usados ​​em dispositivos eletrônicos como telefones celulares, GPS, via satélite TV de plasma, mp3, ligas de forma que resistem à corrosão de corrosão em plantas químicas e aeronáutica.

74.
Tungstênio (W)
É usado na fabricação de lâmpadas incandescentes, fiação em fornos elétricos, ligas de aço, fabricação de velas de ignição, contatos elétricos, ferramentas de corte.

75.
Rênio (Re)
Ele serve como um catalisador para as reações de refino de petróleo, filamentos incandescentes, como um revestimento de jóias, na construção de motores de aeronaves, em eléctrodos de soldadura

76.
Ósmio (Os)
Ajuda no endurecimento de ligas. Ao formar a liga de platina é usado para fazer os padrões de medição e de peso, é usado no fabrico de pontos de caneta, filamentos eléctricos.

77.
IRIDIUM (Go)
Usado para fazer padrões de medição, cadinhos, ligas de ouro e ósmio, na fabricação de velas de ignição para helicópteros.

78.
A platina (Pt)
Ela é usada em jóias como um catalisador em veículos para reduzir as emissões de gases de efeito estufa na fabricação de discos rígidos em computadores, fibra óptica, também é usado em fertilizantes e explosivos, fabricação de silicones para a indústria espacial, na fabricação de Detergente serve como um catalisador para fazer biodegradável, é utilizado no aparelho de fabricação de vidro no campo da medicina é usado como drogas anti-câncer e implantes, em utensílios de neurocirurgia, tais como tampões de filtro para automóveis.

79.
Ouro (Au)
Na indústria de jóias tão ligado para fazer jóias, na fabricação de moedas, em uma pequena quantidade é encontrada em vários dispositivos elétricos como celulares, calculadoras, GPS, televisores, computadores, bolsas de ar em automóveis, contatos elétrica têm um revestimento de ouro para garantir condutividade eo seu funcionamento nas janelas de vidro usados ​​em pequenas quantidades para refletir o calor sem reduzir a entrada de luz, nave espacial tem muitos instrumentos em um revestimento de ouro para relejar raios infravermelhos, entre muitos outros usos e aplicações.
Ele tem outros usos como corante vermelho para o desenvolvimento dos dentes de vidro, e na indústria eletrônica.

Au-198 isótopo é usado como fonte de radiação na pesquisa biológica e no tratamento do cancro.


80.
Mercúrio (Hg)
É utilizado na produção de espelhos, termostatos de aquecimento de parede, termómetros, barómetros, himanómetros, lâmpadas incandescentes no tratamento de ouro e prata, é também utilizado no curtimento, fotografia e fotogravura, na indústria explosivos
.

81.
Tálio (Tl)
Juntamente com o mercúrio, é utilizado para a produção de baixa temperatura termómetros, também é usado como um veneno para matar insectos e roedores, embora este uso já está proibida, no fabrico de vidro com um baixo ponto de fusão, utilizado em componentes electrónicos, é utilizado em testes de estresse para saber o funcionameinto coração

82.
LEAD (Bb)
A principal utilização deste item é para o fabrico de pilhas, é menos comum hoje, mas também é usado como um aditivo para gasolina, a radiologia é usado como um isolador de radiação em coletes de chumbo ou paredes do mesmo material fabricação de revestimentos de proteção de fiação, serve como um químico para refino de petróleo.

83.
Bismuto (Bi)
É usado principalmente em ligas de baixo ponto de fusão e para a indústria electrónica, os seus compostos têm muitas utilizações na medicina subsalicilato de bismuto é usado para o tratamento de diarreia

84.
Polônio (Po)
Os isótopos de polônio são uma boa fonte de radiação alfa pura. Usado em pesquisa nuclear com elementos tais como o berílio que emitem nêutrons quando bombardeados com partículas alfa.
É também usado em dispositivos que ionizam o ar para remover a carga electrostática, em alguns processos de fotografia e impressão.


85.
Astato (At)
Não tem conhecido utilizações.


86.
Radon (Rn)
Este isótopo pode ser usado no tratamento de certas malignidades. O gás é trazido para dentro de um tubo, geralmente feito de vidro ou de ouro, chamado uma semente de rádon, que é inserido no tecido doente.

87.
Frâncio (Fr)
Não tem nenhum uso.


88.
RADIO (R)
É actualmente utilizada no tratamento de alguns tipos de cancro.


89.
Actínio (Ac)
Não tem nenhum uso.


90.
Tório (Th)
Seu principal uso é na fabricação de lâmpadas de gás portáteis por meio de um dispositivo chamado Welsbach manga.

91.
Protactínio (Pa)
Não tem nenhum uso.


92.
O urânio (U)
Seu principal uso é como combustível em usinas nucleares
Metal de urânio é usado como branco em radiografias de raios-X de alta energia, nitrato foi utilizado como um toner fotográfico e acetato é utilizado em química analítica.


93.
Neptúnio (Np)
O 237Np é usado como um componente de dispositivos de detecção de neutrões.

94.
Plutônio (Pu)
Ele é usado como combustível nuclear para usinas de energia e, infelizmente, para armas nucleares.

95.
Amerício (Am)
A peça em branco 243Am é usado como aceleradores ou reactores nucleares para a produção de sintéticas elementos mais pesados. Também foi usado como um controlador da espessura na indústria do vidro plana como uma fonte de detectores de fumo de dissociação dispositivos.

96.
Curio (Cm)
É utilizado principalmente para atingir os outros elementos da série dos actinídeos, alguns dos seus isótopos são utilizados como sonda de revestimento ou satélites tripulados também pode ser usado como combustível

97.
Berquélio (Bk)
Você não tem.


98.
Califórnio (Cf)
Hoje tem aplicação prática como uma fonte de neutrões de alta intensidade em sistemas electrónicos na investigação médica, técnicas especiais para a determinação analítica de metais como o ouro e prata, na determinação de água em óleo.


99.
Einsteinium (Es)
Não tem nenhum uso.


100.
Férmio (Fm)
Não tem nenhum uso.


101.
Mendelévio (Md)
Não tem nenhum uso.


102.
Nobélio (No)
Não tem nenhum uso.


103.
Laurêncio (Lr)
Não tem nenhum uso.


104.
Rutherfordium (Rf)
Não tem nenhum uso.


105.
Dubnium (Db)
Não tem nenhum uso.


106.
Seaborgio (Sg)
Não tem nenhum uso.


107.
BHORIO (Bh)
Não tem nenhum uso.


108.
Hassium (Hs)
Não tem nenhum uso.


109.
Meitnerium (Mt)
Não tem nenhum uso.

 

 

 

 

A Tabela Periódica


Elementos agrupamento por Estrutura 

 

 

Atômica


A base para a compreensão da Tabela Periódica é o nosso tutorial sobre Estrutura Atômica . Neste tutorial nós construímos os primeiros 20 elementos do elemento mais simples de hidrogênio (H) pela adição de prótons e elétrons.
Isso nos fornece uma boa compreensão da estrutura específica e única Atomic dos átomos de cada elemento. Esses elementos podem ser agrupados por estrutura atômica, como mostrado na figura acima.
         Nas tabelas acima, listamos os 20 elementos que temos construído em ordem crescente de número atômico. Isto significa, naturalmente, na ordem de aumento do número de prótons.
Incluímos também Conchas (níveis de energia para os elétrons em órbita) marcada pelo número e código de cores para combinar com os nossos diagramas de estrutura do átomo (para mais detalhes veja nosso tutorial sobre Estrutura Atômica ). Além disso, temos listados a massa atómica e uma coluna na qual foi calculado o número de nêutrons.
Este agrupamento de elementos de estrutura atômica é a base para a Tabela Periódica.   Elementos são organizados em linhas ou com base em seus períodos Número Shell exterior - 1,2,3 ...
       Os elementos são mais organizados em colunas ou grupos com base no número de elétrons em seus escudos exteriores. As colunas são numeradas com algarismos romanos em Grupos I, II, III ...
Se continuarmos neste agrupamento para todo o 111 elementos conhecidos e organizar os elementos por linhas e colunas, a tabela resultante é a Tabela Periódica

Organização da Tabela Periódica

 
Organização da Tabela Periódica
    Se agrupar os elementos por linhas com cada número da linha que representa o número Shell  Exterior do elemento o resultado é de sete linhas, como mostrado na figura acima.    Se outro grupo em colunas, o número de elétrons na camada externa e atribuir a cada coluna um numeral romano vemos na tabela acima que temos dois grupos de colunas - um A e um grupo B.
     O grupo B de colunas é referida como a Metais de Transição e será explicado em detalhe mais tarde, então por enquanto vamos apenas focar o grupo A de colunas.
      O grupo A de colunas (IA através VIIIA) compõe os dois primeiros e os últimos seis colunas da Tabela Periódica. Os elementos agrupados nas duas primeiras colunas têm elétrons de um e dois, respectivamente, em sua camada externa. Os elementos agrupados nas últimas seis colunas têm 3,4,5,6,7 e 8 elétrons, respectivamente, em sua camada externa.
Como discutiremos em mais detalhes posteriormente, a importância do número de elétrons na camada externa de um elétron é baseada no fato de que todos os elementos quer seja um vazio (sem elétrons) ou uma completa (8 elétrons) casca exterior. A reatividade química de um elemento é baseado em ganhar, perder ou compartilhar elétrons em sua camada externa para chegar ao "full" ou "vazio".

Orbitais Electron
 
Orbitais de elétrons da Tabela Periódica
     Como discutimos acima, os elementos comuns (Grupos 1A através VIIIA) residem nos dois primeiros e últimos seis colunas da Tabela Periódica. Os elétrons para estes elementos preencher os orbitais de energia mais baixo - s (em forma esférica) e p (dumbell-shaped) orbitais - de seus escudos exteriores, como mostrado na figura acima.
      Os elementos menos comuns, referida como a metais de transição e os elementos terras raras, residem em Grupos IB através VIII-B. Estes elétrons para estes elementos preencher os orbitais de energia mais altos níveis - d (X-shaped) e f (complexo-forma) orbitais - de seus escudos exteriores, como mostrado na figura acima.

Tipos de elemento
Tipos de elemento
      A foto acima os nomes dos elementos de acordo com suas propriedades físicas e químicas. Metais (principalmente Grupos IA e IIA) tendem a querer a perder elétrons para conseguir uma concha vazia exterior, enquanto não-metais (grupos IIIA através VIA) tendem a querer compartilhar elétrons para atingir uma camada mais externa cheia.
Halogênios (Grupo VII) quer ganhar elétrons para atingir uma camada mais externa cheia. Elementos inerte (Grupo VIII) já têm uma camada mais externa cheia, não reagir prontamente e, portanto, são referidos como inerte.
      Os metais de transição e elementos terras raras em grupos IB por meio de ganhar VIII-B e elétrons solto da energia mais elevados d e f orbitais.

Valências - Base para a reatividade
      Quando os elétrons elementos soltos ganho, ou compartilhar o fazem de uma maneira consistente com o que é necessário para alcançar tanto um Shell cheio ou vazio exterior. O número de elétrons que devem ser perdidos, ganharam ou compartilhados para atingir a estabilidade do shell vazio ou cheio exterior é referida como a Valence de um elemento. A tabela acima mostra a Valence dos vários grupos de elementos da Tabela Periódica.
       Quando um elemento perde um elétron (s) a valência é positiva devido à perda da carga negativa do elétron (s). Quando um elemento ganha um elétron (s) a Valence é negativo devido ao ganho de carga negativa do elétron ganhou (s).
       Quando um elemento partes de um elétron (s) a Valence pode ser positivo ou negativo, dependendo se o elemento é um "doador" de elétrons (valência positiva) ou um "receptor" de elétrons (valência negativa). A tabela acima mostra a Valence dos vários grupos de elementos.
 
A Tabela Periódica dos Elementos
 

        Agora estamos prontos para "preencher as lacunas" da Tabela Periódica que é mostrado com os nomes dos elementos na imagem acima. O símbolo para cada elemento é dado no centro de cada célula, juntamente com o número atômico (acima do símbolo) e da massa atômica (abaixo do símbolo). Uma listagem completa de todos os elementos conhecidos é dada nas duas fotos abaixo.




 

        Você tem agora e compreensão do "Código Química" da Tabela Periódica. Lembre-se da reatividade química de um elemento é determinado pelo número de elétrons em sua camada externa.
       O estado mais baixo de energia para um elemento ou é um completo Shell Outer ou uma concha vazia Exterior. Uma concha vazia Outer é estável porque tem uma "Shell Interior" completa. A Valence de um elemento é o número de elétrons o elemento deve perder, ganhar ou compartilhar para atingir um Shell cheio ou vazio exterior.
Metais alcalinos do Grupo IA necessidade de perder um elétron para alcançar uma concha vazia Exterior e por isso têm uma Valance de 1. Os metais alcalino-terrosos de Grupo IIA precisa perder dois elétrons para conseguir uma concha vazia Exterior e assim que tem uma valência de 2.
       Os halogênios do Grupo VIIA precisa ganhar um elétron para alcançar uma camada mais externa cheia e por isso têm uma valência de -1. Elementos do Grupo VIII Inerte já têm uma camada mais externa cheia e, portanto, não precisa ganhar ou a perder elétrons e, portanto, são inertes (não reagir).
A Metais Não-Metais ou outros grupos IIIA através VIIIA tendem a querer compartilhar 5-2 elétrons, respectivamente, para obter uma Shell cheio ou vazio exterior. Então, esses elementos podem ter uma valência de 2-5 e pode ser positiva (se forem doadores de elétrons) ou negativo (se eles são receptores de elétrons).
        Agora você tem o conhecimento necessário para entender o "Código Química" da Tabela Periódica e pode usá-lo para "de-código" como qualquer elemento reagirá dada a sua posição dentro da Tabela Periódica.
      O propósito desta seção e nossa seção sobre Estrutura Atômica é dar-lhe uma compreensão passo-a-passo fundamental de como todos os elementos são organizados pela estrutura atômica na tabela periódica. A Internet tem literalmente centenas de tabelas periódicas. O melhor que temos encontrado totalmente interativo e pode ser encontrada em encontrados em Ptable.com

Estrutura Atômica
Prótons de elétrons-número atômico
Massa Atómica


Esta página Estrutura Atômica é um tutorial que irá mostrar-lhe como construir um átomo de cada elemento, a partir do hidrogênio elemento mais simples, acrescentando prótons e elétrons.
A estrutura do átomo
Estrutura atómica baseia-se nas partes componentes de um Elemento. Um elemento é uma substância química única encontrada na natureza, que é constituído por específicos, átomos idênticos. Exemplos de elementos são o ferro, carbono, oxigénio, sódio e cloro.
Um átomo é a menor partícula que tem as propriedades do elemento. Cada átomo é constituído por três coisas:
  • Prótons (P +) - A menor unidade de carga positiva da matéria
  • Nêutrons (N) - A menor unidade de matéria neutra (sem carga)
  • Elétrons (e-) - A menor unidade de matéria carregada negativamente
  • A estrutura de cada átomo, a estrutura atómica, tem um centro de bola em forma de chamada de núcleo que contém os protões (P +) e os neutrões (N). Em torno deste núcleo, os elétrons orbitam como planetas ao redor do sol, como mostrado na figura acima.
    Cada átomo de o elemento de uma específica tem um número constante e única de protões. Cada elemento de um átomo tem um número igual de prótons e elétrons. Portanto, o elemento e as suas propriedades físicas são definidos pelo número de protões e electrões específicos para o elemento.
    Número atómico de um elemento é referido como Z, e é o número total de protões (P +) que o elemento tem. Uma vez que cada elemento tem o mesmo número de electrões como protões do número atómico é também igual ao número de electrões de cada elemento tem.
    Massa atómica de um elemento é a massa total (peso) de todos os protões, neutrões e electrões que compõem o átomo de um elemento. Os prótons e os nêutrons são muito maiores e mais pesados ​​que os elétrons. Os prótons e nêutrons tem uma massa individual Atômica de cerca de 1.
    Dada a informação no parágrafo acima, podemos calcular o número de nêutrons em um elemento da massa atômica eo número atômico. Uma vez que a massa atómica arredondado para o número inteiro mais próximo é igual à soma do número de protões e de neutrões, e do número atómico é o número de protões, em seguida, os neutrões # pode ser calculada como se segue:
    # Nêutrons (N) = massa atômica - Número atômico (Z)

    Construção dos Elementos
    Estrutura Atom
    Tal como acima referido hidrogénio cada elemento é constituído por um número único e igual de protões e de electrões. O elemento mais simples é hidrogênio, o elemento mais abundante na Terra. A estrutura atômica de hidrogênio tem um próton e um elétron e, portanto, tem um número atômico de 1.
    Alguns dos elementos mais comuns e seu número de prótons e elétrons são mostrados na tabela acima.
    Hélio Se adicionarmos um próton e um elétron adicional suplementar para o hidrogénio, temos o elemento hélio, o segundo elemento mais abundante na Terra. Hélio é o gás que é usado para inflar balões para festas infantis. Como o hélio tem dois prótons tem um número atómico de 2.
    Carbono Se continuarmos adicionando prótons e elétrons, até temos um total de seis cada, temos o elemento carbono, que tem um número atômico de 6. O carbono é o quarto elemento mais abundante na terra e está presente em todas as formas de vida conhecidas.
    Se um de azoto mais protão e de electrões são adicionados ao carbono que tem o azoto elemento com um total de sete protões e electrões e um número atómico de 7. O nitrogênio é um elemento muito comum na natureza. O ar é aproximadamente 80% de azoto.
    Oxigênio Adicionando mais um próton e elétron para nitrogênio nos dá o oxigênio elemento que tem um total de 8 prótons e elétrons e um número atômico de 8. Ar é de aproximadamente 20% de oxigênio e é necessário para toda a vida humana.
    O protão e composição de electrões de todos os 103 elementos conhecidos pode ser construído desta maneira, começando com hidrogénio e adicionando um protão e um electrão de cada vez. Os primeiros 12 elementos são mostrados na tabela acima.

    Elétrons orbitais de energia-Níveis de conchas subcamadas
    Elétrons Como discutimos na primeira seção acima, a estrutura atômica de um átomo é como um nosso sistema solar com os prótons e nêutrons no núcleo no centro do átomo e elétrons que orbitam em torno do núcleo como a nossa órbita planetas em torno do sol. Elétrons (-) são cobrados realizada em sua órbita ao redor do núcleo por atração eletrostática para os prótons (+ cobrado) no núcleo.
    Assim como os planetas têm órbitas diferentes, os elétrons, como adicioná-los para formar os vários elementos, têm órbitas diferentes. Os elétrons ocupam órbitas diferentes com base no nível de energia das órbitas com as órbitas mais baixos de energia de nível a ser preenchidos com elétrons em primeiro lugar.
    Níveis quânticos = Shells Cada um dos níveis de energia, às vezes referidos como níveis quânticos, são mais comumente chamado de "conchas". Cada camada é composta de quatro diferentes níveis de energia chamados "subcamadas".
    Subcamadas = Orbitals Cada Sub-Shell tem uma forma diferente, como mostrado nas duas figuras para a esquerda. A imagem acima é uma tabela com os elétrons orbitais diferentes ea imagem abaixo é uma representação gráfica das formas sub-shell.
    Subshell e-Orbitais
    O nível de energia mais baixo para electrões tem uma forma esférica e é referida como uma subcamada s. Há apenas um subnível s por Nível Quantum (Shell) e cada subnível s-só tem um orbital esférico com espaço para dois elétrons.
    Os próximos níveis mais elevados de energia que pode electrões da órbita em uma vez que o s-subshell é preenchido é chamado o p-subshell e contém três em forma de haltere orbitais cada um dos quais pode conter dois orbitais para um total de 6 electrões para encher o p-subshell .
    Como construir diferentes elementos, adicionando prótons e elétrons, os elétrons go dois primeiros para o s-orbital. Do terceiro ao oitavo elétrons vão para os três orbitais p.
    Vamos com mais detalhes em como os elementos são construídas e onde os elétrons vão nas seções seguintes.

    Construindo o hidrogênio (H) Atom
    O elemento hidrogênio-H
    A figura acima representa a estrutura atômica do átomo de hidrogênio. O núcleo não é mostrado como agora estamos apenas interessados ​​no que os elétrons ocupam orbitais como adicioná-los para formar elementos diferentes. Os diferentes shells, subcamadas e seus orbitais são representadas por retângulos coloridos diferentes na esquerda da foto, com níveis crescentes de energia de baixo para cima.
    Como já discutimos acima, o hidrogênio é o elemento mais simples e é feito de um próton e um elétron que ocupa o orbital s do shell primeira representada na foto acima como o amarelo. Shell # 1 é pequeno e só tem um s-orbital e não orbitais p.
    O hidrogénio tem um protão e um electrão que lhe confere um número atómico (Z) de 1.

    Construindo o hélio (He) Atom
    O elemento hélio-Ele
    Se adicionarmos um próton e um elétron para estrutura atômica de hidrogênio temos um átomo do elemento Hélio.
    Uma vez que existe espaço para um total de dois electrões em cada orbital do electrão adicional de que faz hidrogênio em hélio vai para o s-orbital do primeiro Shell (Shell # 1), como mostrado na figura acima. O átomo de hélio resultante tem uma primeira Shell completo (Shell # 1).
    O hélio tem dois prótons e dois elétrons que lhe dá um número atômico (Z) de 2.

    Construindo o lítio (Li) Atom
    O elemento de Lítio-Li
    Se adicionarmos um próton e um elétron para a estrutura atômica do Hélio temos um átomo do elemento Lítio.
    Para Hélio, a primeira casca (Shell # 1) está cheio. Assim, o elétron acrescentou que faz hélio em lítio deve ir para baixo a energia orbital, o s-orbital, da Shell segundo (Shell # 2), como mostrado em verde na imagem acima.
    Lítio tem três protões e três electrões que lhe confere um número atómico (Z) de 3.

    Construindo o Berílio (Be) Atom
    O elemento berílio-Be
    Se adicionarmos um próton e um elétron para a estrutura atômica de lítio temos um átomo do elemento berílio.
    Para Lithium, o s-orbital em Shell # 1 está cheio e há um elétron no orbital s de Shell # 2. Assim, o electrão adicional de que faz de lítio em berílio irá para encher o S-orbital da segunda concha (Shell # 2), como mostrado na figura acima.
    Berílio tem quatro prótons e elétrons quatro que lhe dá um número atômico (Z) de 4.

    Construindo o boro (B) Atom
    O elemento Boro B-
    >
    Se adicionarmos um próton e um elétron para a estrutura atômica do berílio temos um átomo do elemento boro.
    Para o berilio s-orbital de Shell Número 2 está cheio. Assim, o elétron acrescentou que faz berílio em boro deve ir para o primeiro orbital p do segundo Shell (Shell # 2), como mostrado na figura acima.

    Boro tem cinco protões e cinco electrões que lhe confere um número atómico (Z) de 5.

    Construindo o carbono (C) Atom
    O Elemento de carbono-C
    Se adicionarmos um próton e um elétron para a estrutura atômica do boro temos um átomo do elemento carbono.
    Para o boro s-orbital de Shell # 2 é agora cheio. No entanto, existe apenas um electrão no primeiro p-orbital de Shell # 2, de modo que o electrão adicionou que faz com que boro em carbono vai para o segundo p-orbital da segunda concha (Shell # 2), como mostrado na figura acima .
    O elemento nitrogênio-N O carbono tem seis prótons e seis elétrons que lhe dá um número atômico (Z), de 6.

    Construindo o Nitrogênio (N) Atom
    Se adicionarmos um próton e um elétron para a estrutura atômica de carbono temos um átomo do elemento nitrogênio.
    Para o carbono s-orbital da Shell # 2 está cheio e há dois elétrons nos orbitais p da Shell # 2, de modo que o elétron acrescentou que faz de Carbono em Nitrogênio irá para o terceiro p-orbital da Shell segundo (Shell # 2), como mostrado na figura para a esquerda.
    O nitrogênio tem sete prótons e sete elétrons que lhe dá um número atômico (Z), de 7.


    Construindo o oxigênio (O) Atom
    Se adicionarmos um próton e um elétron para Nitrogênio temos um átomo do elemento oxigênio.
    Para o nitrogênio orbital s de Shell # 2 está cheio, mas ainda há apenas três elétrons nos orbitais p da Shell # 2. (Lembra-se cada um dos três orbitais p pode conter dois electrões para um total de 6). Assim, o elétron acrescentou que faz de nitrogênio em oxigênio irá preencher um dos três orbitais p da Shell segundo (Shell # 2), como mostrado na figura acima.
    O oxigênio tem oito prótons e oito elétrons que lhe dá um número atômico (Z) do 8.

    Construindo o flúor (F) Atom
    O elemento Fluroine F-
    Se adicionarmos um próton e um elétron para a estrutura atômica de oxigênio temos um átomo do elemento flúor.
    Para o oxigénio s-orbital de Shell # 2 e um dos três orbitais p da Shell Número 2 estão cheios. Assim, o electrão adicionou que faz Oxigénio em Flúor vai para encher o segundo p-orbital da segunda concha (Shell # 2), como mostrado na figura acima.
    O flúor tem nove prótons e elétrons nove que lhe dá um número atômico (Z) de 9.

    Construindo o Neon (Ne) Atom
    A Neon Elemento
    Se adicionarmos um próton e um elétron para Flúor temos um átomo do elemento Neon.
    Para o flúor de s-orbital de Shell # 2 e dois dos três orbitais p da Shell Número 2 estão cheios. Assim, o elétron acrescentado que faz Flúor em Neon irá para preencher o terceiro dos três orbitais p da Shell segundo (Shell # 2), resultando em uma Shell completamente cheio # 2 como mostrado na figura acima.
    Neon tem 10 prótons e 10 elétrons que lhe dá um número atômico (Z), de 10.

    Construindo o sódio (Na) Atom
    O elemento sódio-Na
    Se adicionarmos um próton e um elétron para a estrutura atômica de Neon temos um átomo do elemento sódio.
    Para a Neon Shell inteiro # 2 nos completa, para o elétron acrescentou que faz Neon em sódio terá que ir para baixo a energia orbital, o s-orbital, da Shell terço (Shell # 3), como mostrado em azul na imagem acima .
    De sódio tem 11 protões e 11 electrões que lhe confere um número atómico (Z) de 11.

    Construindo o Magnésio (Mg) Atom
    O Elemento de magnésio Mg-
    Se adicionarmos um próton e um elétron de sódio temos um átomo do elemento magnésio.
    Para tanto Shell de sódio # 1 e # 2 Shell estão cheios e há um elétron no orbital s de Shell # 3. Assim, o electrão adicionou que faz de sódio em magnésio torna-se o segundo electrão para ocupar o s-orbital do terceiro Shell (Shell # 3) dando um total de S-orbital de Shell # 3, como mostrado na figura acima.
    O magnésio tem 12 prótons e 12 elétrons que lhe dá um número atômico (Z), de 12.

    Construindo o Alumínio (Al) Atom
    Se adicionarmos um próton e um elétron para estrutura atômica do Magnésio temos um átomo do elemento alumínio.
    O elemento silício-Si Para tanto magnésio Shell # 1 e # 2 Shell estão cheios e há agora dois elétrons no orbital s de Shell # 3 orbital de modo que está cheio. Assim, o elétron acrescentou que faz de magnésio em alumínio vai se tornar o primeiro elétron a ocupar um dos três orbitais p do terceiro Shell (Shell # 3), como mostrado na figura acima.
    O alumínio tem 13 prótons e 13 elétrons que lhe dá um número atômico (Z), de 13.

    Construindo o silício (Si) Atom
    Se adicionarmos um próton e um elétron para Alumínio temos um átomo do elemento silício.
    Para alumínio Shell # 1, # 2 e Shell orbital s de Shell # 3 estão cheios. Existe também um electrão no primeiro p-orbital de Shell # 3. Assim, o elétron acrescentado que faz de magnésio em alumínio ocupará o terceiro dos três orbitais p do terceiro Shell (Shell # 3), como mostrado na figura acima.
    O silício tem 14 prótons e 14 elétrons que lhe dá um número atômico (Z), de 14.

    Construindo o Fósforo (P) Atom
    O elemento de fósforo P-
    Se adicionarmos um próton e um elétron para a estrutura atômica de silício temos um átomo do elemento fósforo.
    Para tanto Silicon Shell # 1, # 2 Shell eo orbital s do Shell # 3 estão cheios. Os orbitais p da Shell # 3 contêm 2 elétrons. O elétron acrescentou que faz do Silício em fósforo ocupará a terceira orbital p do terceiro Shell (Shell # 3), como mostrado na figura acima.
    Fósforo tem 15 prótons e 15 elétrons que lhe dá um número atômico (Z), de 15.

    Construindo o enxofre (S) Atom
    Se adicionarmos um próton e um elétron para fósforo temos um átomo do elemento enxofre.
    Para o fósforo, tanto Shell # 1, # 2 Shell ea s-orbital de Shell # 3 estão cheios. A cada um dos três orbitais p da Shell # 3 contém um electrão para um total de 3 nas orbitais p da Shell # 3. O elétron acrescentou que faz fósforo em enxofre vai encher o primeiro orbital p do terceiro Shell (Shell # 3), como mostrado na figura acima.
    O enxofre tem 16 prótons e 16 elétrons que lhe dá um número atômico (Z), de 16.

    Construindo o Cloro (Cl) Atom
    Se adicionarmos um próton e um elétron para a estrutura atômica do enxofre temos um átomo do elemento cloro.
    Para tanto Enxofre Shell # 1, # 2 Shell eo orbital s do Shell # 3 estão cheios. O primeiro p-orbital de Shell # 3 é cheio com dois electrões e cada um dos outros dois orbitais p da Shell # 3 contém um electrão para um total de 4 nas orbitais p da Shell # 3. O elétron acrescentou que faz Enxofre em cloro irá preencher o segundo p-orbital da Shell terço (Shell # 3), como mostrado na figura acima.
    O cloro tem 17 prótons e 17 elétrons que lhe dá um número atômico (Z), de 17.

    Construindo o argônio (Ar) Atom
    Se adicionarmos um próton e um elétron ao cloro temos um átomo do elemento argônio.
    Para tanto Argon Shell # 1, # 2 e Shell do s-orbital da Shell # 3 estão cheios. Os primeiros dois orbitais p da Shell # 3 são cheias com dois electrões e cada um dos outros p-orbital de Shell # 3 contém um electrão para um total de 5 nas orbitais p da Shell # 3. O elétron adicionado cloro que faz em Argon vai encher a terceira orbital p do terceiro Shell (Shell # 3) levando a uma Shell completamente cheio # 3 como mostrado na figura acima.
    Argon tem 18 prótons e 18 elétrons que lhe dá um número atômico (Z), de 18.

    Construindo o potássio (K) Atom
    Se adicionarmos um próton e um elétron para a estrutura atômica de Argon temos um átomo do elemento potássio.
    Para a Shell potássio # 1, # 2 e Shell Shell # 3 estão cheios. Assim, o elétron acrescentou que faz Argon em potássio vai para a menor energia orbital de Shell # 4, o s-orbital, como mostrado na figura acima.
    O potássio tem 19 prótons e 19 elétrons que lhe dá um número atômico (Z), de 19.

    Construindo o cálcio (Ca) Atom
    O Elemento de cálcio-Ca
    Se adicionarmos um próton e um elétron para potássio temos um átomo do elemento cálcio.
    Para a Shell Calcium # 1, # 2 e Shell Shell # 3 estão cheios eo orbital s do Shell # 4 tem um elétron. Assim, o electrão adicionou que faz de potássio em cálcio irá para encher o s-orbital de Shell # 4, como mostrado na figura acima.
    O cálcio tem 20 protões e 20 electrões que lhe confere um número atómico (Z) de 20.

    O agrupamento de elementos por
    Estrutura Atômica
    Elementos Agrupamento de Estrutura Atômica
    Elementos Agrupamento de Estrutura Atômica
    Na discussão acima, temos passo-a-passo de prótons, elétrons e por próton eo elétron, construir os primeiros 20 elementos da mais simples de hidrogênio (H). Poderíamos continuar este processo para o restante dos 103 elementos conhecidos, mas nós não.
    Até agora você deve ter uma boa compreensão da estrutura específica e única atômica dos átomos de cada elemento. Esses elementos podem ser agrupados por estrutura atômica, como mostrado na figura acima.
    Nas duas tabelas acima, listamos os 20 elementos que construíram em ordem crescente de número atômico. Isto significa de curso na ordem de aumento do número de protões.
    Incluímos também das Conchas marcados pelo número e código de cores para combinar com os nossos diagramas de estrutura do átomo. Além disso, temos listados a massa atômica e uma coluna na qual foi calculado o número de nêutrons, como descrito acima.
    Isso completa o nosso tutorial sobre a estrutura atômica da matéria e estabelece uma base sólida para a compreensão do agrupamento de elementos de estrutura atômica que é a base para a Tabela Periódica.










POESIA COM OS ELEMENTOS DA TABELA PERIÓDICA





Actínio



Actínio (o elemento 89) é como um belo poema
Fica unquestionablly sólida
com um ponto de fusão que é
longe do alcance (1922F)
mesmo para o impiedoso.


É estrutura de cristal
é quase perfeitamente simétrica
em todas as suas camadas de energia
(Mas para o elétron 9
no nível de energia 6
que lhe confere apenas o direito
torcer para o interesse.)

É extremamente raro.
E não tem utilizações conhecidas.
Alumínio

Número Treze

O mais abundante de seu tipo,
Embora nunca seria livre.
Uma vez que imperfeito, mas agora se torna puro.
No magnetismo, nenhuma faísca,
Branco prateado e desejável.
Forte, a luz ainda,
Ele derrete, ferve, ele se curva.
Encontrado onde a comida é feita, e decorações penduradas.
Depois de alto preço, mas vale cada centavo,
Agora comumente usada barata.
Espelho, espelho na parede,
Quem é que te faz brilhar?
(Aluminum.)
Por Ariana O'Raf
Alegria pra você peixinho
Saudável, agora não mais solitária
Genuíno, vocês se abraçam em torno de mim como uma segunda pele
Calorosamente acariciando meu borda cada
Conteúdo na paralisação aparente
Timidamente trazendo seus desejos
Eu não fazem mais do que espectador se
Como todos os meus queridos deseja animar-se diante dos meus olhos
Sob a forma de sua conquista de mim
Uma e outra vez eu me encontro implacavelmente submeter sob seu reinado penetrante
Pétalas caíram, um ciclo de vida regenerada como uma lâmpada nova leva balançar
Um pressentimento de alumínio Dédalo levanta-me do meu porto seguro,
Voltando-me para o maçante do comum
Semelhança uniforme com pouca separação a partir de duas distintas,
Dois peixes nadando em lagos pouco segregado
Sempre que uma vez coincidiu,
Uma figura retrocedendo no fundo aguardando novo alinhamento
Inúmeros transições dolorosas e segways tediosas
As criaturas realocados durante todo o tempo ainda vive
No entanto, uma cicatriz invisível gravado em cada
Comemorando glórias do passado, cada lição aprendida uma nova
O que deve ser feito com esse conhecimento não pode ser predito
Os ecos de indecisos a consciência não deve ser analisada
No entanto, sua marca terá efeito na maneira de reverberando ondulações
Perturbar as águas tranquilas de todas as três lagoas
 Amerício

Amerício
Amerício é um metal prateado
Em 1944 descobriu-se
Bombardeando plutônio com nêutrons
É como suas propriedades de radiação foram descobertos.

Criado artificialmente pelos cientistas
Nomeado Seaborg, James, Ghiroso, e Morgan
Seu nunca encontrado fora do laboratório
No entanto, é usado em todos os EUA de Maine a Oregon.

7500 anos é a sua meia-vida
É o número atômico é 95
É mancha lentamente no ar
E isso ajuda a salvar muitas vidas.

Este é um material em conflito
É um elemento, e não um composto.
Sua radiação é extremamente perigosa
No entanto, a sua utilização em detectores de fumaça em todo
Por Robby Tagtmeyer

Antimônio

Antimônio, Antimônio oh
Como você ilumina minha vida
Nesses pequenos diodos pequenos
E os sensores Infared
Eu quero cavar por você no chão
Mas você vive tão distante
Na China, Rússia e Tajiquistão.
Eu, ao contrário, te ordeno em um catálogo.
Eu preciso de você para um projeto de "especial".
Você será lembrado para sempre
Como poucos sabem de seus arsênico como propriedades
Quando eu faço o meu marido um Antimônio-fruta bebida.
Eu vou lutar contra sua pensão alimentícia com antimônio.






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Editorial

A China e as tecnopolíticas*

Por Carlos Vogt
A China e as tecnopolíticas*


Minha experiência mais direta com a China restringe-se a duas visitas que fiz a Pequim em duas circunstâncias distintas.
A primeira dessas visitas deu-se em 1991 quando, reitor da Unicamp, integrei uma missão diplomática formada também por reitores de outras universidades, para tratar do acordo de cooperação da Capes, já vigente, visando ao intercâmbio acadêmico entre o Brasil e aquele país.
Era uma viagem programada para 15 dias, sendo a primeira semana em Pequim e o restante em outras cidades e regiões da China. Fiquei com o grupo só metade da viagem. Tive de regressar por causa de uma greve das universidades estaduais paulistas que se anunciava forte e que eu julgava necessário resolver no nível do Conselho de Reitores das Universidades do Estado de São Paulo (Cruesp) para evitar desgastes políticos e prejuízos acadêmicos para as instituições.
Como se tratava de missão oficial e como estava na China dos primeiros anos pós-revolução cultural, a autorização para interromper a minha participação na programação estabelecida e antecipar minha volta foi uma experiência que me fez vivenciar, mais de perto a realidade de um país altamente controlado, do ponto de vista social e político e extremamente hierarquizado nas funções do estado para com a regulação e administração desse controle.
Além dos trâmites junto à embaixada brasileira, tive de falar com um dos vários vice-ministros da pasta da educação e explicar-lhe a situação que me forçava a volta antecipada. Tudo isso num ritual de procedimentos que, de um lado, tornavam a experiência interessante e, de outro, esticavam a corda das dificuldades para minha liberação da missão que havia me trazido à China. Depois, enfim, de passar pela entrevista das poltronas, paralelas numa sala de audiências com várias outras poltronas acompanhando o quadrado formado pelas linhas das paredes, recebi, com a compreensão do vice-ministro, o meu passaporte que se encontrava, juntamente com os dos membros do grupo, com o pessoal que nos atendia e nos acompanhava nos nossos deslocamentos oficiais para cumprir a agenda protocolar de nossas visitações, encontros e audiências.
Ficamos hospedados num dos hotéis situados num dos grandes eixos das enormes avenidas da cidade que se estendiam na monotonia da arquitetura de inspiração realístico-soviética e que escondiam, logo atrás da linha reta do paralelismo que parecia infinito, aglomerados de residências exíguas, comprimidas e dispostas em torno de pátios, onde viviam famílias cuja renda familiar devia estar na margem dos 10 dólares, valor vigente do salário mínimo, na época. O Estado, teoricamente, provia a imensidão do resto: saúde, educação, moradia, segurança e bem-estar social.
A maior parte da população vestia-se ainda com o terninho clássico de Mao, usava bicicletas para a locomoção e o transporte de cargas, os ônibus e o metrô viviam abarrotados a qualquer hora do dia, num trânsito caótico, mas que parecia funcionar, a moeda era dupla, uma para dentro, outra para fora, o controle de natalidade era rigorosíssimo e o país parecia ensaiar os passos de uma nova situação em novos cenários de uma economia que se fazia pressentir mas que, ambígua e dissimuladamente, ainda se escondia, sem deixar de revelar-se em pequenos sinais, simbolicamente expressivos, contudo, como a presença da rede Mcdonald’s e da Pizza Hut, onde, em uma das lojas, fomos, cansados do gosto de gordura de pato de toda comida, parar uma noite com saudade do sabor fast-food de nossos hábitos ocidentais.
Pouco menos de uma década depois, em 1999, voltei a Pequim, dessa vez em viagem de passeio, acompanhado de minha mulher, depois de termos estado em Macau para o IV Congresso de Jornalismo de Língua Portuguesa. Fiz no Observatório da imprensa um relato dessa ida a Macau e das impressões que o ainda então território português despertara no professor apaixonado pela narrativa épica da viagem de Vasco da Gama contida na imortalidade dos versos de Luís de Camões em Os Lusíadas que por ali quase perdera o canto e também, a vida (“Aqui se fala português?”) 
O que se via em Macau, prestes a ser reintegrado à China, já prenunciava o que veríamos em Pequim: grandes obras, grandes mudanças de cenário urbano e um cosmopolitismo neófito, mas seguro da escolha da nova profissão de fé.
Dessa vez, como as decisões eram pessoais, ao planejar a viagem, contratamos, através de uma agência de turismo, além dos bilhetes e do hotel, um serviço de carro e de um guia turístico para nos acompanhar, com a ideia de que, assim, poderíamos aumentar um pouquinho nossas chances de ter algum acesso, mesmo que pequeno e epidérmico a hábitos, costumes e valores dessa impressionante cultura fechada em segredos e aberta, milenarmente, em deslumbramentos.   
Acertamos na decisão e fomos sorteados com o guia que nos atendeu: uma moça falante fluente de espanhol que nunca saíra de seu país, mas que falava perfeitamente a língua que aprendera na universidade para o exercício competente de sua profissão.
Pudemos, assim, pouco que fosse, nos aproximar da malícia curiosa, da inteligência viva, do humor criativo e de uma propensão para dar um jeito nas coisas que nos fazia sentir familiarizados com traços culturais tão distantes e, ao mesmo tempo, tão evocativos de modos de ser que caracterizam nossa cultura. Impressões de viagem, ilusões de simpatia!?
Pode ser. O fato é nos sentimos mais “em casa” do que eu havia me sentido da primeira vez. Esse sentimento, é claro, talvez tenha também a ver com o fato de que Pequim era um canteiro de obras e uma cidade em transformação. Ruas, calçadas, prédios, lojas, restaurantes, tudo se modificava e dava bem a medida do processo que estava em curso para alterar a economia do país e transformá-la na segunda do mundo, desbancando o Japão e perseguindo tenazmente a liderança dos Estados Unidos.
Com uma tecnologia de governança capaz de dar nó em pingo d’água, de um lado pela concentração hierarquizada do poder político, que continua firme e, de outro, pelo jeito sagaz e pragmático de conciliar centralismo político com liberdade para o crescimento econômico, a China, a seu modo, não só avançou no crescimento de seu PIB, como também se constituiu no exemplo mais flagrante de uma nova realidade de gestão do capitalismo no mundo contemporâneo, aquela em que os agentes econômicos não tem interesse político, propriamente dito, pelo poder, mas sim um interesse técnico-pragmático pela eficiência e eficácia do modelo em produzir resultados de riqueza, crescimento e expansão.
Desse modo, poder-se-ia dizer que o modelo chinês instaura e inaugura um novo padrão de governança política baseado, além do fechamento e mesmo da clausura das decisões dos governantes, na comunicação constante e maciça que as novas tecnologias possibilitam como informação, como propaganda e como inclusão, ainda que virtual, num sistema cerrado e infenso a aberturas reais.
O que mais as tecnociências têm a ver com o desempenho emergente e hoje já espetacularmente emergido desse país líder nos Brics e maratonista no encalço dos EUA, além de outros aspectos relacionados a educação, inovação, condições sociais e econômicas e o futuro desse conjunto de países, é o que este número da Pré-Univesp vem tentar elencar, buscar e, junto com o leitor, compreender.
* Editorial adaptado do texto originalmente publicado no número 137 da revista ComCiência, em abril de 2012.






Educação e bibliotecas virtuais*

Por Carlos Vogt
Educação e bibliotecas virtuais*
15/06/2012

Entre as transformações acarretadas e tornadas possíveis pelas Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) está a organização e a disponibilização de grandes acervos de obras e de periódicos que, considerados, não fosse por outros motivos, só do ponto de vista acadêmico, representam uma revolução na forma de acesso às bibliotecas que constituem.
As bibliotecas virtuais têm, de certo modo, os predicados com que o escritor argentino Jorge Luis Borges define a sua fantástica Biblioteca de Babel: são ilimitadas e periódicas.
Desse modo, atualizam, no que oferecem e na forma em que o oferecem, uma espécie de otimismo cético próprio do racionalismo. Capazes de abrigar ilimitadamente o conhecimento produzido, difundido, divulgado, socializado e em circulação, abrem-se também para as conexões e interconexões de bibliotecas que se agregam, como o próprio conhecimento, para formar, periodicamente, grandes instituições virtuais que se expandem, se modificam, se encolhem, se alastram e que, sendo uma, logo em seguida, serão múltiplas para se juntar depois, em uma, outra, outra mais, as mesmas que, ora iguais, ora diferentes, cumprem todas, quando não há trincos burocráticos e trancas comerciais, o desígnio do acesso aberto da sociedade ao conhecimento e do conhecimento às sociedades que o originaram.
Os grandes portais de periódicos, como o da Capes, cumprem, para a dinâmica do ensino e da pesquisa, um papel de integrador de acervos, de gestor e facilitador de acessos, de difusor e divulgador do conhecimento no mundo acadêmico.
A Univesp ─ Universidade Virtual do Estado de São Paulo ─, por sua natureza, desde que surgiu como programa em 2009, e agora mais ainda que se encontra, por iniciativa do atual governo, em processo de institucionalização, estabeleceu como uma de suas metas prioritárias a constituição de bons acervos virtuais de materiais instrucionais e a indicação de links para acesso gratuito de seus estudantes a grandes bibliotecas.
Como esses, sugeridos a nosso pedido por Rosaly Fávero, coordenadora da Biblioteca Virtual ─ Centro de Documentação e Informação da Fapesp, que muito nos tem ajudado no trabalho de mineração desses bons caminhos eletrônicos para boas bibliotecas na rede de computadores: Fundação Biblioteca Nacional, Domínio Público, Biblioteca Europeana, Brasiliana (Museu da Vida/Fiocruz), Portal Universia, Project Gutenberg, entre outras, como a Brasiliana, da USP.
É uma pequena amostra de um universo de conhecimento que vem até o estudante, seus pais, sua família, seus amigos, suas amigas, sua casa, seu bairro, sua cidade, seu Estado, seu país, seu mundo.
A biblioteca está e vai com você aonde você estiver, como uma Babel feita do paradoxo do conhecimento: quanto mais se sabe, mais há para saber, de modo que, o máximo sendo também o mínimo, nunca nos falte nem a pergunta ilimitada, nem a resposta periódica que os livros e revistas postos ao alcance de nosso cotidiano podem nos ajudar a formular, ou, ao menos, entrever.
As bibliotecas virtuais, cujo histórico no Brasil é revelado na reportagem de Patrícia Piacentini, se inserem no tema desta edição da revista Pré-Univesp, dedicada aos portais de ensino on-line. No contexto internacional, Cristina Caldas escreve sobre um assunto quente no momento: a onda das plataformas de cursos on-line lançadas por instituições renomadas, como Harvard e MIT, que promete alterar os padrões de ensino tradicionais, ao levar conteúdo de qualidade, de forma rápida e gratuita, ao mundo todo. Além de universidades estrangeiras, outras brasileiras, como a Unicamp, USP, Unesp, e a própria Univesp, fazem parte desse movimento.
A questão do acesso às tecnologias e à internet, bem como a dos conhecimentos necessários para que a população possa lidar com os portais de educação e usufruir da vasta quantidade de materiais didáticos disponíveis virtualmente são discutidas na reportagem de Carolina Toneloto. Com as mudanças ocorridas no ambiente de aprendizado com a crescente inserção de novas tecnologias, uma pergunta crucial é levantada: como ficam as relações entre professores e alunos? Enio Rodrigo revela em sua matéria que, ao contrário do que alguns pensam, os professores assumem novos papéis nesse contexto e mantêm-se importantes atores da construção do conhecimento dos alunos do século XXI.
Em entrevista para a Pré-Univesp, Fredric Michael Litto, presidente da ABED, fala sobre as iniciativas recentes na área de Recursos Educacionais Abertos (REAs) e da importância desse movimento para a consolidação da educação a distância. Segundo Litto, os conteúdos disponibilizados por importantes instituições de ensino podem ajudar estudantes a ter acesso a um infinito corpo de conhecimento, tanto aquele produzido dentro do país quanto fora.
No contexto brasileiro, e mais especificamente no Estado de São Paulo, não poderíamos deixar de dedicar um espaço à Univesp TV - um canal para aprender sempre. Todo conteúdo produzido e veiculado pela Univesp TV, voltado para os cursos formais oferecidos pelo Programa Univesp, bem como os materiais ofertados na linha do "conhecimento como bem público", são disponibilizados gratuitamente para a população pelo canal digital aberto, pela página na internet e pelo canal no YouTube, que já teve mais de dois milhões de acessos nos 13 meses em que está no ar. Mais números e dados sobre a Univesp TV estão no artigo de Mônica Teixeira e Lizely Naoum para esta edição.
Ainda sobre iniciativas no Estado, Jarbas de Freitas Peixoto, da FDE, escreve sobre o Acessa Escola, programa de inclusão digital nas escolas da rede estadual paulista que tem como objetivo estimular a formação cultural, intelectual e social de alunos, professores e funcionários.
No contexto internacional, temos o prazer de contar com o depoimento de Tila Cappelletto, coordenadora dos TEDxUIMP, pela Fundación General de la Universidad Internacional Menéndez Pelayo (Madri, Espanha), sobre a sua experiência com o modelo TEDx de transferência de conhecimento. No artigo, a autora mostra como o modelo TED e o uso das tecnologias na educação fazem parte de um movimento provocado, sobretudo, pela curiosidade. E, nas palavras de Tila, "isso é fundamental para que possamos avançar como sociedade".
Boa leitura!
* Adaptado do editorial originalmente publicado no número 139 da revista ComCiência, de junho de 2012.