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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

LÍNGUA PORTUGUESA: >

      A AMAZÔNIA E A COBIÇA DO IMPERIALISMO

    A Amazônia é um fato territorial sul-americano que, cobiçada como celeiro de riquezas, transpõe os limites do Pacto Amazônico (firmado em 3 de junho de 1978) e da América do Sul, transformando-se em fato geopolítico, logo espaço de intromissão imperialista. (A crise colombiana e a intervenção dos EUA não deixam dúvidas quanto a isso.) A principal nação a ser afetada pela cobiça imperialista é o Brasil, detentor da maior parte dela. Mas é exatamente este fato territorial, cuja virtualidade espacial e econômica pode nuclear a fundação de uma potência no hemisfério sul, o elemento central sobre o qual se voltam os interesses estratégicos do imperialismo norte-americano. Compactua com ele a avidez da Europa ocidental e do Japão, na doce ilusão de dividirem a riqueza amazônica, como se a superpotência lhes permitisse tamanha ousadia, para além das sobras supérfluas. (Talvez lhes conviesse mais que a Amazônia continuasse sul-americana e clandestina). Mas a estratégia norte-americana é outra. Aos EUA não convém confrontar-se com uma possível potência rival no espaço das Américas; este espaço eles o tem como exclusividade sua. Claro, não está em disputa um deserto inútil. Disputa-se um esplêndido território, cuja riqueza pode prolongar a supremacia mundial da Norte-América. A energia existente no subcontinente meridional é vital ao grande irmão. A posse colonial e a fragmentação territorial. Eis a estratégia do imperialismo para os seus espaços periféricos. A Amazônia e a América do Sul se enquadram nesta terrível lógica.

     Para este fim serve a ideologia da Amazônia como patrimônio da humanidade; serve, também, a contínua ameaça – às vezes velada, às vezes explícita – da sua internacionalização. Para este propósito, criam-se mitos verdadeiros e fatos falsos. Ou falseiam fatos e justificam mitos, numa preparação dirigida da opinião pública, cooptada por uma mídia devidamente condicionada. Nesta onda, surfam "intelectuais" alienados. Tal se dá com as questões indígena e ambiental, com o narcotráfico e com a estória da "Amazônia pulmão do mundo", desvirtuando-lhe o sentido e o alcance, numa pretensa ignorância da função oxigenadora dos oceanos e mares..

Territorialmente a Amazônia corresponde a 1/20 da superfície terrestre, 2/5 do continente sul-americano, e mais da metade do território brasileiro. Além do Brasil, ela incorpora a Bolívia, a Colômbia, o Equador, a Guiana, a Guiana Francesa, o Peru, Suriname e a Venezuela. A Amazônia brasileira, que incorpora os estados do Amazonas, Pará, Acre, Rondônia, Roraima, Tocantins, o oeste do Maranhão e o norte do Mato Grosso, se considerada nos seus aspectos geodésicos e políticos, mede mais de cinco milhões de km², com uma população que não chega aos 20 milhões. Mas, esposando aqui a opinião do Almirante Gama e Silva, a verdadeira Amazônia brasileira tem cerca de 4,048 milhões de quilômetros quadrados, sendo 3,648 milhões ocupados por vegetação natural, e o restante ocupado por rios, lagos e usos institucionais ou diversificados.

A Amazônia possui 1/5 da água doce do planeta, 1/3 das florestas latifoliadas. Ambicionada a sua diversidade biológica. É o maior banco genético da Terra. Não se tem ainda conhecimento pleno da quantidade de espécies vegetais e animais que nela existem. Já se computaram milhares de espécies vegetais e uma quantidade maior ainda de espécies animais. Além da floresta, ela inclui matas de várzea, campos e cerrados. Calcula-se em mais de um trilhão de dólares o valor da madeira de lei que dela se pode extrair, valorizadas no mundo inteiro, principalmente com a previsão, para as próximas décadas, do esgotamento das florestas tropicais da Ásia e da África. Existe na Amazônia mais de 100 espécies de madeiras nobres. Apenas 10% são conhecidas no exterior. No entanto, na Amazônia, uma ocupação racional e cientificamente planejada encontrará uma natureza favorável à rápida regeneração da floresta. Na imensidão das suas águas, a produção pesqueira atual retira mais de 180 mil toneladas por ano. Isto numa Amazônia ainda praticamente inexplorada, permitindo estimar-se em mais de 300 mil toneladas/ano esse potencial.

   Na Amazônia, está uma das maiores reservas mundiais de minerais estratégicos, cujo valor não se pode ainda dimensionar. Ouro no Pará, no Amazonas, em Roraima e no Amapá; ferro no Pará (serra dos Carajás), no Amapá, no Amazonas; sal-gema no Amazonas e no Pará; manganês no Amapá, no Pará e no Amazonas; bauxita no Pará (Oriximiná, no rio Trombetas e em Tucuruí), além de calcário, casseterita, gipsita, linhita, cobre, estanho, nióbio, tântalo, zircônio, criolita (usada como fundente na eletrólise do alumínio), caulim, diamante, chumbo, níquel. De vários destes minérios, o Brasil possui as maiores jazidas do mundo, estando, nos demais entre as maiores reservas.

     Resumindo: sobre o rico potencial amazônico, não faltam hoje estudos sérios. Desta forma, passo batido sobre o seu potencial petrolífero e sobre a existência de material radioativo, para a combustão nuclear, como o tório. Contudo, não posso omitir três questões que as julgo estratégicas para a geopolítica do século XXI: a era dos carboidratos que substituirá a era dos hidrocarbonetos, esta já em processo de declínio acelerado; a imensidão amazônica como o maior "vazio" geográfico que, apesar do clima quente e úmido, pode ser imediatamente ocupado, somando-se a isso o fato, nada desprezível, de que a Amazônia dispõe de quase 2,5 milhões de km² de terras propícias para a agricultura – 8% das disponibilidades mundiais. (Estudo sobre a produção mundial de alimentos, promovido pelo Governo dos EUA em 1967 – "The World Food Problem"); e a localização estratégica como núcleo de integração da América meridional, tanto para a unidade política da América Latina, quanto para a centralização de um poder imperial em novo processo colonial do subcontinente.

    Todavia, para impedir a biopirataria e a exploração predatória de grupos clandestinos ou consentidos e de empresas estrangeiras lá instaladas, (mais de duas dezenas, quase todas asiáticas), cuja ação devastadora é cinicamente ignorada pelo Governo, os brasileiros precisam ocupar racionalmente a Amazônia, através de um planejamento estratégico, metódico, para obstar, não só a sua devastação, mas, também, para impedir que ela escape ao seu domínio. Povo que não sabe usufruir da riqueza que possui, acaba vendo-a devastada e surrupiada por estranhos.

      Ninguém desconhece a grande dependência que os países desenvolvidos têm do petróleo. Embora as reservas mundiais, hoje estimadas em um trilhão de barris, possam garantir o abastecimento, ao ritmo atual de consumo, por mais quatro ou cinco décadas, independentemente de novas descobertas, a verdade é que a maior parte destas reservas não se localiza no território dos países centrais. Os EUA já importam aproximadamente 60% do petróleo que consomem. No ritmo atual, as reservas ainda existentes no seu subsolo terminarão na próxima década, passando a depender totalmente do petróleo importado, ainda que, no futuro, este combustível perca importância graças ao desenvolvimento tecnológico, rumo a novas fontes de energia.

           Porém, não apenas de petróleo depende o desenvolvimento dos países ricos. Eles têm uma dependência, praticamente vital para continuarem ricos e formosos, de uma enorme quantidade de minérios, sem os quais a sua economia industrial desmorona.

    A dependência dos países, assim chamados, desenvolvidos.

Minérios/Blocos
    
                

Minérios/Blocos EUA UE Japão
em %
 
 
 
Nióbio
100
100
100
Manganês
98
100
100
Alumínio
91
97
100
Tântalo
91
100
100
Estanho
82
80
85
Zinco
57
57
48
Mica
100
83
100
Cobalto
97
100
100
Cromo
91
97
99
Platina
91
100
98
Níquel
70
87
100
Tungstênio
52
87
75
Antimônio
51
91
100
Cobre
13
80
80
Fosfatos
01
99
100
Vanádio
42
100
100
Chumbo
13
44
47
Molibdênio
--
100
99


Como representante da Trilateral, em 1979, Henry Kissinger, evidenciava essas carências: "Os países industrializados não poderão viver à maneira como existiram até hoje, se não tiverem à sua disposição os recursos naturais não-renováveis do planeta. Para isso, terão que montar sistemas mais requintados e eficientes de pressões e constrangimentos, que garantam a consecução de seus objetivos."

Eis porque a Amazônia transformar-se-á, no século XXI, numa das principais regiões do planeta, cuja exploração sustentará um novo ciclo de desenvolvimento.

Até a definição das fronteiras brasileiras, concluída no início deste século, França e Inglaterra procuraram ampliar seus espaços na Amazônia às custas do Brasil. Porém, notório foi o interesse dos EUA no século XIX, em razão mesmo da sua política expansionista que incorporou pelas armas partes do México e comprou da Rússia o Alasca. Famosa foi a campanha deflagrada por um oficial da Marinha norte-americana, o Tenente Matthew Fontaine Maury, que, afirmando ser a Amazônia parte do complexo geográfico formado pelo Golfo do México, como uma extensão natural do Mississipi, defendia que a América meridional devia transformar-se numa dependência dos EUA. "O mundo amazônico" – pregava o Tte. Maury, que chefiava o Serviço Hidrográfico da Marinha norte-americana – "é o paraíso das matérias primas, aguardando a chegada de raças fortes e decididas para ser conquistado científica e economicamente." Como conseqüência dessa campanha, em 1853, o Governo dos EUA enviava ao Congresso uma mensagem com uma referência à Amazônia: "uma região que, se aberta, à indústria do mundo, ali se achariam fundos inexauríveis de riquezas." Não faltaram, então, pressões sobre o Império para que este abrisse o rio Amazonas à livre navegação internacional. O Imperador não cedeu. A Guerra civil norte-americana retirou, na ocasião, a questão amazônica da pauta expansionista dos EUA.

Na década de 40, a tentativa de criação de um Instituto Internacional da Hiléia Amazônica, inspirado pelo professor Berredo Carneiro e que seria integrado basicamente pelas nações sul-americanas com interesses diretos na Amazônia, para estimular a sua exploração científica, inviabilizou-se na luta ideológica que o envolveu, tendo então sido visto como um instrumento de internacionalização do território amazônico.

Vinte anos depois, foi a vez do Hudson Institute lançar o projeto dos "Grandes Lagos" para a produção de energia elétrica e para a navegação. Segundo o Cel. Manoel Teixeira Pires, este projeto iria representar uma autêntica variante ao canal do Panamá para ser utilizado pelos EUA. Na época, o governo brasileiro frustrou o projeto.

Com o fim da guerra fria, as pressões retornaram. Em 1989, numa reunião do G-7, à qual o Pres. Sarney compareceu como convidado, foi ele instado a ceder direitos para que os países ricos pudessem explorar economicamente a Amazônia. Se a concessão fosse dada, a posse dos recursos acabaria traduzindo-se na posse do território.

Em 1989, o então senador e hoje candidato à Presidência dos EUA, afirmava solenemente: "Os brasileiros pensam que a Amazônia é deles. Não é. Ela pertence a todos nós." Mais recentemente, a mesma afirmação reproduziu-a outro senador (Kasten), que acrescenta: "assim como o ozônio, as chuvas, o oxigênio, etc., a Amazônia deve pertencer a todos." Em 83, Margareth Thatcher havia sido mais enfática: "Se os países subdesenvolvidos não conseguem pagar suas dívidas externas, que vendam suas riquezas, seus territórios e suas fábricas." Também Mitterand, em 89, afirmava: "O Brasil precisa aceitar uma soberania relativa sobre a Amazônia." Até Gorbatchev, em 1992, julgou-se com o direito de afirmar: "O Brasil deve delegar parte de seus direitos sobre a Amazônia aos organismos internacionais competentes." John Major, então primeiro-ministro da Inglaterra: "As nações desenvolvidas devem estender os domínios da lei ao que é comum de todos no mundo. As campanhas de ecologistas internacionais a que estamos assistindo, o passado e o presente, sobre a região amazônica, estão deixando a fase propagandística, para dar início a uma fase operativa que pode definitivamente ensejar intervenções militares diretas sobre a região."

Mais grave porém, porque está diretamente ligado aos interesses do imperialismo estadunidense, cuja estratégia é a incorporação colonial "definitiva" da América Latina ao seu contexto geopolítico, são as afirmações do Gal. Patrick Hugles, chefe do Órgão Central de Informações das Forças Armadas norte-americanas: "Caso o Brasil resolva fazer uso da Amazônia, pondo em risco o meio ambiente nos Estados Unidos, temos que estar prontos para interromper este processo imediatamente." Ao que a senhora Madeleine Allbright complementa: "quando as questões são de meio ambiente, não existem fronteiras." E a história nos ensina: quando um Estado poderoso precisa de um pretexto para intervir em outro Estado, qualquer pretexto serve. Esta lógica confere com a estratégia do Pentágono, divulgada pelo The New York Times (10/3/92), cujo objetivo é impedir o surgimento de uma potência militar fora da OTAN. Em 1995, o Chefe do estado-maior Conjunto, Gal. Collin Powell, recomendava a preservação da capacidade militar norte-americana em nível tal que desencorajasse o surgimento de qualquer adversário que pudesse desafiar o poderio norte-americano. E reservava uma posição subalterna para as forças armadas dos países latino-americanos.

Ora, opiniões são simples manifestações de pensamentos. Nem sempre se transformam em fatos. Mas, o imperialismo possui uma lógica que não pode ser ignorada: para os EUA continuarem hegemônicos e manterem o seu gigantesco potencial bélico, a energia interna do seu território já não basta. Eles precisarão absorver a energia das nações que lhes são subalternas. Enquadra-se nisto a América do Sul e, naturalmente, a Amazônia.

A British Petroleum/Brascan é o maior grupo estrangeiro que atua na Amazônia, detendo 174 mil km², ou 13% do subsolo reservado da Região Amazônica. Território equivalente aos Estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Santa Catarina. Um estudo do CNPq mostra a presença de empresas multinacionais na exploração mineral, concentradas na "chamada área reservada", controlando cerca de 40% do subsolo dessa área da Região Amazônica, equivalendo a 367 mil km². 98% desta área está em poder de apenas 17 grandes grupos, ou seja, suficientemente poderosos para influenciarem as decisões políticas nacionais e para terem na sua retaguarda seus respectivos Estados nacionais.

Não vou falar das centenas de ONGs que atuam na Amazônia, sob os mais diferentes pretextos e interesses – menos os dos brasileiros, evidentemente. (Como diria o Pe. Antônio Vieira: eles não querem o nosso bem; eles só querem os nossos bens). Citarei apenas o Conselho Mundial de Igrejas Cristãs (1981): "A Amazônia total... é considerada por nós como um patrimônio da humanidade. (...) É nosso dever (...) esgotar todos os recursos que, devida ou indevidamente, possam redundar na defesa, na segurança e na preservação desse imenso território e de seres humanos que o habitam e que são patrimônio da humanidade, e não patrimônio dos países cujos territórios pretensamente dizem lhes pertencer."

E tem brasileiro que incorpora essa lorota, sem se perguntar: por que só a nossa Amazônia deve ser "patrimônio da humanidade", e não a Terra toda, hoje monopolizada economicamente por três ou quatro centenas de corporações mundiais e "privatizada" como patrimônio de alguns poucos milhares de indivíduos poderosíssimos, sobrepostos aos bilhões de homens e mulheres que mal vegetam ? Por que só o território amazônico deve ser internacionalizado, e não o território dos EUA que controlam a economia do mundo e concentram a maior parte da sua riqueza? Por que não o território culto da Europa ocidental, berço do imperialismo contemporâneo? No atual sistema de dominação mundial, a quem beneficiaria uma "pretensa" internacionalização da Amazônia?

A questão colombiana, onde a presença dos Estados Unidos já é notória, traz-nos à lembrança – com o sinal trocado – o ocorrido há 150 anos na China, com a chamada Guerra do Ópio, quando a Inglaterra, atendendo aos traficantes ingleses que monopolizavam aquele comércio, atacou a China, e, com duas guerras saqueou o "celeste império", abrindo-o para o livre comércio do Ocidente, sobretudo para o imperialismo inglês estabelecer a sua base em Hong Kong. Na ocasião, a rainha Vitória teria declarado que, se estivesse no lugar do Imperador da China, também proibiria o tráfico de ópio. Porém, era fundamental que a Inglaterra defendesse o "livre comércio", sem o qual ela não sobreviveria, atribuindo-se à rainha a seguinte conclusão: "o país" – europeu, evidentemente – "que tivesse sob seu controle a China, não só controlaria todo o Oriente, como tornar-se-ia a nação hegemônica do século XIX". As palavras podem não ter sido exatamente estas, mas a história corresponde a elas.

Ora, correndo, embora, o risco da comparação exagerada, ouso afirmar que a potência que tiver sob seu controle a Amazônia, terá não apenas o domínio de toda a América meridional, como obterá dela os recursos naturais para sustentar-se como a hegemonia absoluta do século XXI.

Os que tencionam alienar a Amazônia, que preço lhe atribuiriam? Alguns patriotas convictos declaram que ela é parte inseparável do Brasil, logo ela é inalienável. O seu preço custaria o sangue dos que tentarem disputá-la.

No entanto, não preservaremos brasileira a nossa parte amazônica, se não preservarmos o Brasil como nação independente, capaz de transformar-se numa potência singular, núcleo forte de uma integração democrática dos povos latino-americanos.

(Encerro recomendando a leitura da coletânea publicada pelo Núcleo de Estudos Matias de Albuquerque – "Amazônia" –, publicação valiosa sobre aquele rico território brasileiro e sul-americano.)

Antônio Rezk
MHD – Movimento Humanismo e Democracia

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Revolução Global: Será que a Triumph Finalmente Muitos Ao longo dos Poucos?

Revolução Global: Será que a Triumph Finalmente Muitos Ao longo dos Poucos?




    Apesar de as revoluções, tanto Tunísia e Egito ainda estão numa fase de fluido incerto, em que espero venha a ser uma "confiança temporária" de suas respectivas forças armadas, que eles já fizeram um impacto irreversível geopolítica no Oriente Médio e além. Se 2001/09/11 marcou o início de um capítulo obscuro na história do mundo, 2011/02/11 poderia tornar-se o início de uma nova era de mudanças sistêmicas global positivo desafiando um curso em todo o mundo insustentáveis ​​de desenvolvimento.

 

    Tanto Ben Ali na Tunísia e Mubarak no Egito eram peões no jogo global do capitalismo predatório transnacionais. O fato de que ambos eram meio derrubado que esta ordem imperialista mundial pode ser contestada. Apesar de suas especificidades diferentes, ambas as revoluções foram alimentados por aquilo que são os desejos universal de todos os seres humanos: a justiça social, justiça econômica, liberdade de expressão, eo direito de definir o nosso destino através de um processo justo democrático.

 


Os casos da Tunísia e Egito estão longe de ser isolado, e como a matéria de fato, eles constituem mais as normas de governança mundial não a exceção. Ambos os ditadores foram execução de seus países como o mafioso para o benefício exclusivo de si mesmos, suas famílias e um pequeno grupo de associados criminal. Mas, se você comparar Mubarak para alguém como Berlusconi na Itália, ou Putin na Rússia, o nível de controle exercido pelos dois líderes em italianos e russos são, apesar da fachada de democracia pseudo-, em essência o mesmo. Ambos Berlusconi e Putin têm um amplo controle dos meios de comunicação, e ambos se comportam como chefes de um governo estilo da máfia, recompensando seus subordinados submissa e esmagar qualquer um sério desafiante seu poder.
Este abuso de poder não é exclusivo de países dominados por figuras carismáticas, "forte-men ', ditadores, ou os regimes militares. Mesmo democracias ocidentais sofrem com as desigualdades sociais e econômicas (desigualdade da América riqueza é muito maior do Egito), a repressão da dissidência (os EUA Patriot Act, a Lei de Espionagem e Internet proposta Kill Switch), os desafios à liberdade de expressão (a atual campanha contra Julian Assange e WikiLeaks), ea exploração de muitos para o lucro de poucos (medidas de austeridade e perda de serviços para manter os lucros dos financistas global). Os mecanismos fundamentais que coletam riqueza nas mãos de poucos são universais para o capitalismo global. Independentemente de a aparência externa de qualquer sistema político existente, o impacto sobre os cidadãos do planeta, seus meios de subsistência, e seu meio ambiente, são os mesmos.

 


   No Norte de África e Médio Oriente, o efeito dominó gerado pelas revoluções na Tunísia e no Egito já está a caminho. No sábado, grandes protestos ocorreram na Argélia e manifestações na Jordânia e Iêmen estão se tornando um 



evento diário. Este Tsunami já chegou Arábia Saudita, onde os ativistas estão organizando no Facebook e no Twitter. Apesar da nova narrativa vindo de Washington, empurrando seus estados vassalos de reformas superficiais para sufocar a revolta, parece que a onda é poderoso demais para ser parado ou mesmo contido. Ex-secretário de Estado Henri Kissinger disse uma vez que "o poder é o mais poderoso afrodisíaco." Esta declaração não só define a psicologia de homens como Ben Ali, Mubarak, Berlusconi e Putin, prova reveladora da elite global e sua busca de império.
Kissinger, que tinha as mãos em política externa dos EUA durante 40 anos, foi o chamado "pragmático". Em outras palavras, ele era a favor de apoiar autocratas desde que os interesses do império não foram contestados. Até um máximo de cerca de quatro semanas atrás, uma escola de pensamento comum, em Washington, foi que "os árabes não estavam prontos para a democracia." Não só eles estão prontos, mas tunisianos e egípcios estão nos dando uma lição de coragem e da democracia em seu forma final. O mundo árabe está definindo a sua própria história sobre questões que dizem respeito a todos nós, ea emoção pura de ele irá ignorar as fronteiras nacionais.

 


    É o "Império" que tem sido estabelecidas pelo capitalismo global que não está pronto para a democracia no Egito, Tunísia, Argélia, Síria, Iêmen, Arábia Saudita e Bahrain. É o império capitalista global que precisa manter um gargalo que impedia o sobre os recursos da região, assim como ele precisa manter o controle de sua força de trabalho industrial e as economias de consumo rentável em toda a União Europeia ea América. Elementos de democracia foram racionados na mínimos necessários para obter a cooperação daqueles que estão sob o controle do sistema.
Quando a ganância da elite substitui a tolerância das pessoas, e as migalhas são espalhados magra demais, o povo se levantar. Mudanças superficiais podem ser oferecidos, tais como o que vimos quando Ben Ali e Mubarak ofereceu baralhar simples dentro de seus regimes, ou a substituição subseqüente deles como mordomos do status quo por generais de seu país. Em situações mais sofisticadas, os cidadãos de uma "república democrática" pode ser permitido discutir entre si, e até mesmo votar, em como eles vão atender às demandas financeiras da elite global, ou estabelecer um senso de igualdade, entre si. Não uma verdadeira igualdade, você mente. A elite não são tidos em conta na equação. O seu estado e os lucros permanecem fixas, como aprendemos com a crise financeira de 2007-2008. Quem vai ser tributados mais e que vão trabalhar mais e mais difícil é o máximo que os cidadãos estão autorizados a luta acabou. E, se formos suficientemente alto, como o povo no Egito, aprenderam, que pode ser oferecido algumas migalhas mais da mesa.

 


     Apesar do enorme impacto do que foi realizado no Egito, é apenas o começo. Alguns indivíduos sábios escolheram permanecer na praça Tahrir, até que um verdadeiro governo democrático civil é estabelecida. Eles vão enfrentar a pressão dos militares, bem como de seus compatriotas, que pode ser enganado pela remoção de Mubarak. O levantamento mostrou que o império pode ser contestada pelo povo, mas a mudança ainda não foi alcançado. A aparência de mudança tem sido oferecido. A força do movimento deve continuar até que as demandas do povo são realizados na íntegra.
    A motivação deste movimento sobe acima de um nacionalismo estreito. As raízes do desassossego ir mais fundo do que as especificidades de uma região, uma língua, uma religião ou uma cultura. As raízes dessa instabilidade pode ser encontrada nos princípios confirmada da era do iluminismo e continuou nos escritos atual de Alain Badiou e Slavoj Zizek, entre outros. As raízes desta revolução são, em princípio, universal e global no seu impacto.


 


    Esta luta em todo o mundo árabe é parte e parcela com a luta anti-austeridade na Grécia, Espanha, França e Irlanda. O império global construída sobre o capitalismo predatório tem vitimado o povo do mundo e os indivíduos relegados à condição de servos. Exploração Regional resultou em países do terceiro mundo, repúblicas de bananas, as nações industrializadas e as sociedades de consumo, tudo perfeitamente compartimentada ao serviço de uma economia global que cada vez mais benefícios aos poucos, a elite, a nobreza moderna global.
      O que podemos aprender com o Egito é que um único soco não vai vencer essa luta. O império tem levado o golpe e está agitando-lo ... firmemente plantados em seus pés. Mubarak foi perdendo um olho roxo. Mudança real só pode ser realizado com uma desestabilização completa follow-through e completa. Uma greve prolongada geral que passa fome o império dos seus recursos humanos e materiais pode ser a única coisa que pode realmente trazer uma nova ordem mundial. E, uma nova ordem mundial vai exigir um esforço global.



 


     Um objectivo partilhado e sistema alternativo deve ser estabelecida. A força do povo egípcio deixou a velha guarda em suas trilhas, mas não havia nada preparado para substituí-lo. A Declaração Universal dos Direitos Humanos fornece um quadro de princípios para organizar um movimento global em torno. Estes não são nem preocupações regionais, nem questões que podem ser tratadas por remédios regional. Os princípios consagrados na declaração deve ser aplicada a todos os seres humanos, independentemente da geografia ou status atual no império global hierárquica. Um novo sistema de governo deve ser explorado e uma alternativa, sustentável, não-exploradora sistema econômico, deve ser implementado para realizar esses princípios e ideais. A fim de garantir nossos próprios direitos e liberdades, devemos defender os direitos e liberdades de todos.
                   
  Luta do Egito está apenas começando. É mais do que simbólica e tem demonstrado o potencial real para a mudança. É a mesma luta como na Grécia, Irlanda, Iêmen, China, Estados Unidos e Arábia Saudita, e sofre as mesmas barreiras ... a auto-maior barreira a ser imposta pela falta de união, combinação, e cooperação. É a luta de muitos contra poucos. É a luta da classe dispensável contra a elite global. É a luta daqueles que lutam por igualdade universal verdadeiro.
   Será que vamos finalmente chegar através das fronteiras para levantar uns aos outros ao invés de explorar? Será que vamos finalmente conseguir prosperidade partilhada, em vez de lutar por migalhas, enquanto a elite tesouro nossos recursos e lucrar com o nosso trabalho? Vamos participar de uma luta global para a igualdade universal? Vamos construir um movimento global que pode fornecer o follow-through para perfurar glorioso Egito é o primeiro? Será o triunfo, finalmente, muitos sobre os poucos?


 
Por Gilbert Mercier e Liam Fox

LÍNGUA PORTUGUESA:

LÍNGUA PORTUGUESA:

Desastres naturais e fenômenos naturais Asteróides • Earthquake • Flood • Mudanças Climáticas • • Avalanche tempestades • • Tornado Tsunamis • Incêndios florestais


   Desastres naturais e fenômenos naturais




Asteróides

 • Earthquake 

• Flood• Mudanças Climáticas • 

• Avalanche tempestades •

 • Tornado Tsunamis

 • Incêndios florestais


 A partir de um fenômeno natural pode ser um desastre natural, quando as pessoas morrem. Isso pode acontecer ou diretamente através dos efeitos diretos de fenômeno natural, ou indiretamente, agindo consequências mais tarde.

  Enquanto um fenômeno natural pode inspirar muitas pessoas, desastres naturais chamadas emoções negativas consistentemente acordado. Olhando para o nosso planeta como um todo, mas mesmo eventos catastróficos, proporcionando assim um impulso importante para a evolução da vida. Global de desastres naturais pode causar extinção em massa, de que houve no decorrer da terra, pelo menos, 6. Eles são, portanto, detectável, que ocorrem em uma camada geológica de rochas de um número particularmente grande de espécies fósseis, mas ausentes na camada sobrejacente. Os limites dessas camadas marca novas etapas na evolução e identificar eras geológicas. Em cada época um certo tipo era dominante. O reinado dos dinossauros provavelmente foi encerrada por um meteorito. Para nós seres humanos este evento foi um golpe de sorte, porque só depois que os dinossauros tinham desaparecido, os mamíferos vieram a plena floração.
Considerada em termos de extinção em massa de espécies é o homem certo para desenvolver um desastre natural de proporções inimagináveis, porque dentro de alguns séculos, ele conseguiu exterminar inúmeras espécies. Destruição ambiental em curso, especialmente a queima de combustíveis fósseis, poluindo os oceanos e compensação de florestas tropicais contribuem para as alterações climáticas, que parece estabelecer-se em um tempo muito mais curto do que poderia se adaptar ao ambiente. A essência do desastre natural é que o homem antes da devastação da natureza dificilmente pode proteger eficazmente, e do desastre natural que pode afetar a pessoa que ele pode ser feito de forma passiva.
Geologicamente uma parece certa, o homem um dia será a vítima de uma catástrofe natural global, justamente quando chega o momento, ninguém pode dizer. Planetas como a Terra, e até mesmo estrelas como o nosso Sol não vivem para sempre. Mesmo se sua expectativa de vida em bilhões de anos eles vão morrer, e assim por toda a vida.



Terremoto












Eclipse solar

 



Flash




Desastres causando muitos fenômenos naturais são tão antigas quanto a própria terra, ou de facto ainda mais antigo. Escombros cósmicos desde o tempo do nascimento de nosso sistema solar estão ameaçando a terra, assim como erupções gigantescas da radiação solar. Alguns fenômenos geológicos, como terremotos e erupções vulcânicas têm origem nas forças de Erddynamik e pode levar a desastres naturais. Embora esses desastres já mataram muitas pessoas, o seu impacto principal é principalmente regional. Os terremotos podem também desencadear tsunamis e erupções vulcânicas, uma queda de temperatura global, que pode levar à perda de colheitas ea fome. Fenômenos climáticos como tempestades, tornados, furacões e tempestades de neve podem desencadear novos eventos. Detritos e lama flui, enchentes e inundações são apenas algumas das conseqüências secundário.

Além das ameaças diretas a partir da interação de um desastre natural causado spots mais problemas para as pessoas.
Em geral, quebra a infra-estrutura da região: a rede elétrica falhar, como é o abastecimento de água potável e saneamento. As estradas estão destruídas e de fornecimento e de recuperação só é possível a partir do ar. De cadáveres em decomposição é de um grande perigo de epidemias. Especialmente com as inundações, a este respeito, um risco particularmente elevado. Terremotos, erupções vulcânicas e tempestades no surto das grandes cidades muitas vezes resultam em incêndios que são provocados por estradas destruídas mal controlável.

Desastres naturais podem ser resumidos sistematicamente de acordo com vários critérios.
Primeiro, não são fenômenos naturais que ocorrem através das forças endógenas da existência da Terra. As forças motrizes aqui são processos tectônicos, que são causados ​​pelas correntes de convecção no manto e pela gravidade. Por outro lado existem os fenômenos naturais causados ​​por forças exógenas. Aqui, o nosso sol é o principal fornecedor de energia. Você pode descrever a desagregação mais fina das catástrofes naturais sobre a natureza do fato gerador, tendo em mente é que os eventos globais exigem muitas interações e causar desastres regional. Ser uma tempestade que traz chuvas fortes para estar longe da catástrofe, mas pode causar uma localmente limitada pedras ou um deslizamento de terra, morrendo em muitas pessoas.


Forças endógenas: eventos geológicos


   Os fenômenos naturais que estão associados com a dinâmica da Terra são descritos aqui. Origem de muitos desses eventos são as correntes de convecção no manto. Estas forças podem mover os continentes, o que pode levar a terremotos e erupções vulcânicas.

 
terremoto





Terremoto     




 
Terremotos estão entre os desastres naturais mais comuns. Eles são criados pelo jerky diminuir as tensões na crosta e são realizadas principalmente ao longo dos limites da placa continental. Apenas nos últimos 10 anos (Fevereiro de 2010) cerca de 450.000 pessoas morreram devido aos efeitos de terremotos.
    Um terremoto submarino de Sumatra provocou um tsunami. Faixa destes trágicos acontecimentos são raras e ocorrem mais de uma vez por 100 anos. Um desastre semelhante foi repetido em 2011/03/11 no Japão. Um terremoto de magnitude 8,8 provocou um tsunami que devastou as regiões costeiras, por sua vez, não só variedade, mas também danificou uma central nuclear. Esta cadeia de acontecimentos infelizes culminou com o colapso do reator em Fukushima ea contaminação de uma área espaçosa. Tanto para as estatísticas!


terremoto








terremoto


               
terremoto







Os danos de um terremoto faz com que depende não só relacionadas com a força das vibrações, mas também com a direção de vibração das ondas sísmicas. Basicamente três tipos diferentes de ondas sísmicas podem ser distinguidos. Diretamente por um terremoto no início ondas P e ondas S são gerados. Que se propagam a partir do hipocentro esfericamente em todas as direções e, portanto, também chamadas de ondas corpo. Estes estimular as ondas chamados de superfície, que se propagam não esférica, mas perdeu na superfície.

O P-ondas ou ondas primárias são as mais rápida ondas.
Eles movimento na direção de propagação e de transferência de sua energia a partir de partículas do solo pelas partículas de solo, por si iniciado. Com este tipo de onda é, portanto, longitudinal, ou ondas compressionais. Essas ondas se propagam em meios sólidos e líquidos e também pode penetrar no núcleo líquido.

O S-ondas têm seu nome do fato de que eles podem raspar a mídia, e oscilam perpendicularmente à direcção de propagação.
Eles também são chamadas de ondas secundárias, porque eles são mais lentos do que as ondas primárias. Desde ondas S são ondas de cisalhamento, eles só podem estar em um meio sólido com a disseminação de cisalhamento correspondente resistência. Conseqüentemente, eles não podem penetrar através do núcleo líquido. Em vulcanologia, a ausência destas ondas indicar um magma.
Devido à diferença de tempo entre as ondas P e ondas S podemos calcular a distância até o hipocentro.
Junte uma das ondas sísmicas em três pontos diferentes, por isso pode o hipocentro, e, assim, a profundidade do epicentro localizou. O epicentro freqüentemente descreve o local especificado na superfície que se encontra acima da fonte do terremoto.

As ondas de superfície são semelhantes às ondas clássicas, como pode ser visto na superfície da água.
Eles oscilam perpendicularmente à direcção de propagação. A amplitude destas ondas diminui drasticamente com a profundidade. Mas porque eles correm na superfície, eles são responsáveis ​​pela maior parte dos danos a edifícios.

Previsão de terremotos conseguiu até agora apenas em casos individuais.
Ao contrário das erupções vulcânicas, os sinais são muito difíceis de medir e interpretar. Dá avisos específicos e medidas de evacuação não estão na regra. Muitas vezes, antes de um terremoto, um comportamento anormal dos animais foi observada. Dom fugiram antes de um terremoto de 1975 na China, sapos e cobras de suas tocas. Aves e animais com o comportamento desregrado pode indicar um terremoto iminente.
Nas cidades modernas, hoje, é muitas vezes construída em prova de terremotos.
É importante que você pode até exercer arranha-céus e, assim, a energia das ondas para a frente terremoto. Esta flexibilidade é alcançada não apenas por materiais de construção moderna. As fundações são definidas em pilares hidráulicos, que compensam a mesma parte das vibrações do terremoto.
Estruturas rígidas segurar forte tremor não foi.


Quem é surpreendido por um terremoto, deve procurar o ar livre o mais rápido possível.
Isto não é possível é frequentemente recomendada para colocar-se sob a moldura da porta, ou para colocar sob mesas. As mais recentes recomendações da protecção civil, no entanto, ficar na posição horizontal, além de peças maciças de móveis no chão. Teto baixo colapso partes poderiam assim ser absorvido pelo mobiliário e até mesmo uma cavidade formada por um poderia sobreviver.
Depois de um terremoto, você deve desligar a válvula principal de gás, se possível e evitar faíscas, porque as linhas quebram frequentemente.



tsunami














                                  Tsunamis


 
                               Tsunamis são ondas gigantes que 
exercem sua força apenas na área da plataforma rasas dos oceanos. Tsunamis no mar aberto tem um comprimento de onda grande, mas altura de onda honesto baixo. Uma vez que a onda atinge águas rasas, é desacelerado no final e ganha altitude. O poder das massas de água livre de alimentação pode levar a inundações até bem para o interior das áreas costeiras.
Tsunamis move no mar sem água, mas a energia cinética. É transmitido de molécula de água a molécula de água. Somente quando a onda fica mais lento em águas rasas, eles mudaram de caráter e água realmente transportados.

O tsunami termo é japonesa e significa "onda de porto grande." Estas ondas são principalmente provocados por terremotos, mas também pela enorme pedra cai e deslizamentos de terra. Estas surgem, por exemplo, através de erupções vulcânicas. Conseqüentemente, tsunamis são mais comuns em regiões onde ocorrem terremotos e erupções vulcânicas. Este é geralmente o caso no Kontinetalrändern. Onde estão os limites das placas tectônicas da Terra. Particularmente no Pacífico tsunamis é afetado. Ao redor do Pacífico também executa o chamado "Anel de Fogo". Cinturão de fogo para se concentrar em vulcões mais circunda no mundo.

Tsunamis ocorrem, mas também no Atlântico e no Mediterrâneo. Na Idade do Bronze veio a Santorini para uma grande erupção vulcânica que provocou tsunamis. Tsunami causado também dramática, como em 1883 o vulcão Krakatoa , em uma enorme erupção destruiu a si mesma. Em La Palma ameaça ao cisalhamento de um morro enorme. Ao longo de uma zona de falha, a inclinação já moveu vários centímetros por ano para baixo. Deveria vir para o deslizamento de terra temida ameaça de um tsunami gigantesco que poderia até mesmo destruir Nova York.

Para fama veio o tsunami de Sumatra, em 26 de Dezembro 2004 um terremoto de magnitude 9.1 foi lançado. A onda desonestos estava se movendo através do Oceano Índico para a Tailândia. No geral, a catástrofe pior tsunami da história humana mais de 260 mil pessoas foram mortas.

Desde o desastre, muitos foram construídos sistemas de alerta em todo o mundo tsunami. Um provedor na Alemanha envia alertas de tsunami via mensagem de texto. A ligação pode salvar vidas.
Como se comportar em um tsunami, informa um folheto do GFZ Potsdam.



 



desmoronamento





Deslizamentos / deslizamentos


 
Estes eventos ocorrem com relativa frequência nas montanhas. A força motriz por trás de avalanches e deslizamentos de terra, a gravidade está relacionada a uma desestabilização do tecido tectônicas. Terremotos ou fortes chuvas desencadear esta. Esses desastres naturais são comuns em áreas tropicais. ... 

 
avalanche


    
Avalanches de neve


 
Avalanches de neve são formados principalmente nas encostas das montanhas, com inclinações de 25-50 graus. A menor inclinação da massa de neve dificilmente é sobre os patins. Em encostas íngremes raramente se acumula tanta neve que causou uma avalanche poderia ser porque a neve desliza para fora mais cedo em pequenas quantidades. Quando o gelo derrete, mas também na neve nova combinada com o vento prevalece risco particularmente elevado de avalanches. ...



 
Mudança de pólo


               


 Deslocamento do pólo


 
A mudança de polaridade é um fenômeno que é conhecida apenas nos últimos anos. Assim, inverter os pólos magnéticos de polaridade da terra do campo magnético. Em tempos históricos, é uma mudança de pólo não ocorreu até agora e os efeitos são especulativos. O campo geomagnético perderia sua força (o que já faz) e que estaria exposto a um aumento da radiação cósmica. Equipamentos eléctricos e satélites podem ser danificados. ... 

Forças exógenas: eventos Cosmic


Abaixo estão os fenômenos naturais que se originam fora da atmosfera da Terra tem zusammnegefasst. Especulativa de catástrofes naturais, tais como o surgimento de um buraco negro não será descrita aqui.


 
Impacto

 


Impactos de meteoritos

 
O impacto de asteróides, meteoritos e cometas na perspectiva geológica da Terra, com relativa freqüência. Estatisticamente, ele vem em períodos de 5-100000 anos sobre o impacto de um asteróide com um diâmetro de mais de 500 metros. ... 


 
flares




Tempestades de radiação


               

 
Os desastres chamados naturais são causados ​​pelas chamas estão praticamente indetectável, porque a radiação não deixa qualquer vestígio sobre a terra geológica. No entanto, os cientistas concordam que, pelo menos, uma extinção em massa pode ser causado por uma tempestade de radiação.

Fenómenos meteorológicos


Fenômenos climáticos dependem principalmente pelas forças exógenas. Nosso sol fornece a energia para o nosso clima. Causada por fenômenos climáticos como tempestades e inundações, a maioria das pessoas chamam de vida. Porque elas ocorrem com relativa freqüência, eles aparecem para nós, mas menos espetacular do que sobre terremotos. Em geral, muitos fenômenos naturais responsáveis ​​pelas mudanças climáticas, que manteve os efeitos sobre a biota do planeta.




 
furacão


                                      Tempestades


 
Tempestades são os fenômenos meteorológicos mais importantes. Estatisticamente, tempestades causam 57% das mortes por desastres naturais. Tempestades causadas por diferença de ar de alta pressão sobre uma distância curta. Sistemas de pressão de ar com gradientes de pressão alta são preferíveis a construir sobre o mar aberto. Altas temperaturas da água e gradientes de temperatura na atmosfera grandes, favorecendo a formação de tempestades. ... 


 
furacões


              


Furacões e tornados



Ciclones tropicais são chamados de acordo com a origem com os termos furacões, ciclones e tufões. Eles formam somente em mar aberto de água a uma temperatura superior a 26,5 graus Celsius.
Os tornados são pequenos ciclones.
Levanta-te, para que possam ter um Feuchtekonvektion pronunciada é necessária. ..
Trailer


                                      Inundação
 
Inundação é mais comum em vales fluviais. Derretimento de neve e chuvas pesadas podem causar rios transbordaram e regiões de inundações inteiro. O alisamento de rios e contenção artificial favorece o surgimento de água de alta, muitas vezes porque as planícies de inundação natural (várzeas), os rios foram utilizados. ... 
Árido



Seca
A falta de chuvas durante um período prolongado de tempo pode levar à seca, com quebra de safra e fome. Particularmente afetadas são as regiões nas regiões subtropicais, onde muitas vezes é mais quente que a média. Cada vez mais, no entanto, os países do Mediterrâneo estão sofrendo com a seca.
Muitas vezes, seca prolongada leva a incêndios florestais. ... 

Clima


Mudanças Climáticas
O clima da Terra está em constante mutação dentro do tempo geológico. A (longos períodos), clima estável, a exceção é dar. O clima de muitos fatores. Global de desastres naturais como erupções vulcânicas super-e impactos de meteoritos, poderia causar um inverno global, que dura vários anos, causando a perda de colheitas ea fome. Que pode ir tão longe, o que leva a uma extinção em massa. ... 

Eventos marinhos


Alguns desastres naturais são desencadeados nos oceanos, afetando principalmente as regiões costeiras. No entanto, tsunamis são estimuladas principalmente por eventos geológicos, incluindo um impacto de meteorito no mar poderia desencadear um tsunami. Os hidratos de metano estão localizados em grande parte, o trabalho solo do oceano, mas principalmente sobre o clima global. A este respeito os oceanos como a máquina do clima vem com um papel especial.

maré grande



Inundações da primavera
Enchentes de primavera são dependentes das marés e pela conjunção ou oposição desencadeada por do sol e da lua. Durante a enchente da maré a água sobe acima do normal, quando o sol ea lua ficam na fila, que está sob a lua cheia ou lua nova do caso. Em combinação de ventos onshore pode causar um desastre enchente e grandes extensões de terra na zona costeira a ser inundada.
Hidrato de metano



Lançamentos de hidratos de metano
Hidratos de metano são encontrados no permafrost e no fundo do oceano, de preferência na plataforma continental. Quando o metano é o gás metano que está preso no gelo de água. Mesmo no estado em que eisförmigen queimaduras. Sob certas condições, os hidratos de metano são liberadas a. Se grandes quantidades forem liberadas simultaneamente, em seguida, o gás metano levar a um aumento drástico na temperatura.

Desastres biológicos


Desastres biológicos geralmente ocorrem quando os organismos reproduzem tanto que expulsar outras espécies em períodos curtos de tempo. Como resultado, o equilíbrio ecológico será perturbado e habitat, ou um nicho ecológico para ser destruído.

Praga



Pragas
O advento de grandes populações de danos causados ​​pelas pragas, e diminuir as plantações cultural para a colheita de pessoas também podem levar à completa perda de colheita, que podem surgir a fome. Neste contexto se fala de uma infestação de vermes. Gafanhotos, pulgões, lagartas, camundongos e ratos são pragas comuns, o Plagens chon ter sobrevivido no Antigo Testamento.
Epidemias



Epidemias
Epidemias e pandemias são causadas por outros tipos de pragas: bacteriana, viral e parasitárias organismos como fungos e vermes que podem causar doenças infecciosas. Mutações em particular as novas desses patógenos pode levar à rápida disseminação de doenças, já que o sistema imunológico humano que não pode reunir novos patógenos.
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