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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

O que são matrizes energéticas renováveis e não renováveis?

O que são matrizes energéticas renováveis e não renováveis?

     Muito se tem discutido sobre a utilização dos recursos naturais no mundo, em especial as matrizes energéticas. Matrizes energéticas são os materiais ou processos pelos quais o homem produz energia, seja para a indústria ou para o uso doméstico. As matrizes energéticas renováveis são aquelas que não se esgotam com o passar do tempo ou com a sua utilização pelo homem, por exemplo: energia solar, energia eólica, energia hidroelétrica, etc.. Também são consideradas matrizes energéticas renováveis aquelas que são provenientes de subprodutos encontrados na natureza, como a biomassa.

                     

     Matrizes energéticas não renováveis são aquelas que, com o passar do tempo, vão se esgotando na natureza. São constituídas basicamente pelos combustíveis fósseis, como: carvão mineral, petróleo, gás natural. Apesar de os combustíveis fósseis serem os produtos finais do ciclo do carbono, fenômeno que ocorre constantemente no nosso planeta, este ciclo leva séculos para chegar ao seu fim, e por isso estas fontes não são consideradas renováveis.

 

 

                     Recursos Não-Renováveis

    No mundo atual, o crescimento econômico é intensivo em energia. Desde o advento da Revolução Industrial até a década de 70, os combustíveis fósseis dominaram a matriz energética mundial, descontada a participação marginal das hidroelétricas e da energia nuclear. 
 
Panorama Internacional

    Ainda hoje, mesmo com todos os esforços de mitigação do peso dos recursos energéticos não-renováveis no consumo global, os três principais combustíveis (petróleo, gás e carvão) são responsáveis por 80% da demanda mundial de energia. Além disso, há grande concentração geográfica desses recursos (especialmente as reservas de petróleo), geralmente em regiões distantes dos maiores consumidores. Assim, é possível dizer que assegurar um suprimento seguro de energia a preços estáveis e moderados tem sido uma das prioridades da agenda internacional.

       O Brasil e os Recursos Energéticos Não-Renováveis

     A matriz energética brasileira é composta por 54% de fontes não-renováveis , o percentual mais baixo entre as grandes economias mundiais. O País é, desde 2006, auto-suficiente no que tange à produção de petróleo. O Brasil possui uma das maiores empresas do mundo no setor e líder mundial em tecnologia de extração “offshore” em águas profundas. Em período recente, a atuação da Petrobras resultou em uma das maiores descobertas de reservas, a camada Pré-Sal.

    No plano bilateral, o Brasil tem mantido relevante diálogo sobre o tema de energia com Argentina, China, EUA e União Européia. O País acompanha, ainda que não seja membro, as atividades da Agência Internacional de Energia (AIE) e da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) à luz de sua importância no cenário mundial. Além disso, participa das discussões do Fórum Internacional de Energia (FIE).

      No contexto regional, cabe destacar a importância da integração energética na América do Sul. O País tem atuação expressiva em organismos como a Organização Latino-Americana e Caribenha de Energia (OLACDE), a União de Nações Sul-Americanas (UNASUL) e o Mercado Comum do Sul (MERCOSUL), em seu Subgrupo de Trabalho com enfoque em energia (SGT-9). Os objetivos são a integração energética para o aproveitamento integral, sustentável dos recursos da região e o desenvolvimento de uma infra-estrutura para a interconexão regional de acordo com os três pilares de desenvolvimento sustentável: econômico, social e ambiental.

       No que concerne os organismos internacionais, o Brasil tem presença em variados foros, bem como nas cúpulas BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), América do Sul-África (ASA), Índia-Brasil-África do Sul (IBAS), América Latina e Caribe (CALC), Brasil-Caribe (CARICOM).

 Agência Internacional de Energia, World Energy Outlook, 2009.
 Empresa de Pesquisa Energética (EPE): Balanço Energético Nacional 2008

              Eficiência Energética


      No mundo atual, a manutenção e ampliação do progresso e dos níveis de bem-estar da sociedade estão ligadas ao consumo crescente de energia. Desde o advento da Revolução Industrial até a década de 70, os combustíveis fósseis dominaram a matriz energética global, descontada a participação marginal das hidroelétricas e da energia nuclear. 
 

                             Panorama Internacional

       Segundo a Agência Internacional de Energia (AIE), ainda hoje, mesmo com os esforços de mitigação do peso dos recursos energéticos de origem fóssil na matriz energética mundial, os três principais combustíveis (petróleo, gás e carvão) respondem por 80% do consumo de energia global. A partir dos anos 70, com a crise do petróleo, passou-se a questionar o modelo de desenvolvimento baseado no consumo intensivo dos recursos energéticos não-renováveis, cujos preços tiveram aumento significativo.

      O conceito de desenvolvimento sustentável ganhou mais força com o despertar das questões ambientais e, em período mais recente, com a escalada dos preços do petróleo. Nesse cenário, os governos implementaram um conjunto de políticas de eficiência energética como meio eficaz de lidar com os desafios econômicos, de meio-ambiente e de segurança energética.

                         O Brasil e a Eficiência energética.

        O Brasil dispõe de considerável experiência na área, com projetos desenvolvidos desde a década de 80, como o Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE), o Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel) e o Programa Nacional de Racionalização do Uso dos Derivados do Petróleo e do Gás Natural (Conpet).

      Na seara internacional, o Brasil participou da criação, no contexto do G8+G5, do “Processo de Heiligendamm”, e é membro fundador da Parceria Internacional para Cooperação em Eficiência Energética (IPEEC). Nesse contexto, o País tem destacado a necessidade de se levar em consideração a realidade das nações em desenvolvimento, sobretudo no que se refere aos custos adicionais decorrentes da construção de prédios sustentáveis e mais eficientes, bem como a situação urbano-industrial desses países.

      Durante a Cúpula das Américas, realizada em Trinidad e Tobago, em abril de 2009, o Presidente Obama propôs a criação da Parceria das Américas para Energia e Clima. Em junho do mesmo ano, foi realizado, em Lima, o Simpósio das Américas sobre Energia e Clima, ocasião em que o Governo brasileiro lançou projeto de “desenvolvimento urbano em áreas de baixa renda com eficiência energética: prédios sustentáveis e transporte público”. O objetivo central é orientar o debate de eficiência energética para as demandas dos países em desenvolvimento, com enfoque na construção de casas para pessoas de baixa renda. Tal iniciativa resultou em seminário com a presença de peritos em planejamento urbano e representantes de governo de todo o continente, no Rio de Janeiro, em março de 2010 e as propostas discutidas foram consolidadas no documento “Contribuição das Américas para o Fórum Urbano Mundial”, de caráter não-vinculante. A iniciativa foi apresentada durante o Fórum Urbano Mundial, sob os auspícios da UN-Habitat, realizado no Rio de Janeiro, também durante o mês de março de 2010.


Atuação internacional do Brasil na área de petróleo e gás natural:


    Com a expansão da atuação internacional brasileira entre 2003 e 2010 houve,também, a ampliação da dimensão energética da política externa. Na condição de grande consumidor e grande produtor de petróleo e gás natural, sede de uma das maiores e mais eficientes empresas mundiais do setor, o Brasil tornou-se referência no
debate internacional de energia, o que se reflete na presença brasileira em alguns dos maiores foros mundiais dedicados ao tema, bem como à busca por acordos de
cooperação com o Brasil por parte de outros países.

Objetivos:
 
-Na condição de grande consumidor e grande produtor de energia, o Brasil tem interesse na diversificação do fornecimento de energia e na estabilidade dos preços
internacionais das commodities energéticas. Nos foros internacionais dos quais participa, o Brasil tem procurado salientar posições comuns aos países em desenvolvimento, como o acesso à energia, a partir de suas próprias experiências nacionais, como é o caso do programa Luz para Todos. Interessa, demais, ao Brasil

-assegurar que norma alguma internacional resulte em cerceamento ou questionamento
das opções de desenvolvimento econômico e social do país
Outro segmento importante da atuação externa brasileira na área de energia é o apoio às empresas brasileiras do setor em suas atividades no exterior e a projeção do País como um destino seguro para os investimentos estrangeiros no setor.

Instrumentos legais:

.Os principais marcos jurídicos internacionais de referência para a atuação brasileira na área energética são o Estatuto da Organização Latino-Americana de Energia (OLADE), a Carta do “International Energy Forum”),(ainda em elaboração), o Tratado Energético Sul-Americano (ainda em elaboração), as Diretrizes para a Integração Energética Sul-Americana, o Plano de Ação para a Integração Energética Sul-Americana e os instrumentos jurídicos bilaterais firmados com outros países (tais como com a China, Equador, Venezuela e Argentina, entre outros).


Descrever

- Participação e controle social:


.Historicamente, o setor de petróleo e gás sempre despertou considerável interesse por parte da sociedade civil brasileira. A Petrobras, companhia controlada pela União com ações que circulam no mercado de capitais, é uma das maiores empresas mundiais do setor. Dados o seu porte e a extensão de suas atividades, a atuação internacional da Petrobras tem impacto relevante na política externa do país, o que, por repercutir de forma sensível junto à imprensa e sociedade brasileiras. Em razão de seu impacto direto sobre a atividade econômica do país e o orçamento doméstico dos cidadãos, a temática energética é acompanhada com atenção pela sociedade, inclusive em seus desdobramentos externos. Outro aspecto importante é a participação das ONGs, em particular aquelas voltadas para os reflexos das atividades de produção de energia sobre o meio-ambiente e para o aproveitamento sustentável e eficiente dos insumos energéticos.

- Participação de outros Ministérios, Órgãos Públicos e Estados da
Federação):

.Toda atividade da política externa brasileira levada a cabo no Departamento de Energia tem como partícipe essencial o Ministério de Minas e Energia. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis é também interlocutor frequente.

 Qual a distinção em relação a políticas existentes?

-O Brasil no período de 2003-2010 passou a exercer papel mais ativo em relação ao tema energia no contexto internacional.

 Reflexo dessa nova postura é o fato de o Brasil haver expandido e intensificado as relações bilaterais com novos parceiros na área de energia (América do Sul, África,
Ásia). A dupla condição do país como importador e exportador de hidrocarbonetos,bem como de país sede de uma das principais empresas petrolíferas mundiais, faz das
energias não renováveis uma vertente fundamental das relações bilaterais do Brasil.

-No contexto sul-americano, perfil mais destacado de atuação brasileiro traduz-se no aprofundamento da integração energética no âmbito da União das Nações Sul-
Americanas (UNASUL). Juntamente com a criação do Conselho Energético Sul-Americano, foram aprovados, pelos Chefes de Estado, o Plano de Ação e as Diretrizes
de integração energética regional. Está prevista, para 2011, a conclusão dos trabalhos de redação do Tratado Energético.

-Além da atuação bilateral e do aprofundamento da integração regional, o Brasil participa dos principais foros relacionados à energia, como o grupo de trabalho
encarregado da redação da Carta do Foro Internacional de Energia (IEF, sigla em inglês); o Foro de Lideranças de Sequestro de Carbono (CSLF, sigla em inglês), a
Parceria Internacional para a Cooperação em Eficiência Energética (IPEEC, sigla em inglês) e o Grupo de Trabalho de Energia do Processo de Heiligendamm (G8+G5).

    De um modo geral, assistiu-se a uma diversificação na pauta brasileira no setor de hidrocarbonetos. O País deixou de figurar apenas como um importador relevante de
petróleo e gás para tornar-se ator de referência no setor, sendo procurado por outros países para cooperação nas áreas de tecnologia, de regulação e de gestão
relacionadas ao setor. Seu renomado conhecimento tecnológico em exploração em águas profundas tem, por um lado, aumentado a procura por cooperação com o Brasil.

   Por outro lado, tem levado a Petrobras a demonstrar interesse na exploração de recursos na costa oeste africana, em face da possibilidade de existência de formações
geológicas semelhantes às do Pré-Sal naquele continente.


 Descrição dos resultados alcançados 
  O Brasil começou 2003 na condição de importador de petróleo. Essa situação de dependência traduzia-se em instabilidade para a economia brasileira e conferia
vulnerabilidade à política externa em âmbito energético.
Desde então, imprimiram-se mudanças importantes não somente na economia brasileira, que cresceu e passou a contar com oferta interna ampliada de petróleo e gás
natural, mas também na intensificação das ações de política externa. Como o objetivo de fortalecer a segurança energética nacional e robustecer a atuação política
internacionalmente, o Brasil atuou em três frentes distintas:

.Em âmbito bilateral, houve expressivo número de propostas de acordos bilaterais com o governo brasileiro na área de energia que apresentam foco ou menção à cooperação na área de combustíveis fósseis (pelo menos 20, entre 2003 e 2010),tanto com países da África, do Sudeste Asiático, da América Latina, e Caribe, como países da América do Norte e com a Comunidade Econômica Européia. Nesse contexto, procurou-se atuar em apoio às empresas brasileiras no exterior, com vistas a facilitar seu processo de internacionalização, o que culminou em inúmeros acordos,
entre, por exemplo, Petrobras e empresas do ramo petrolífero de outros países.

.Em âmbito regional, os maiores progressos em termos da integração energética se deram com o advento da Unasul. Criou-se o Conselho Energético Sulamericano, e
foram aprovados, pelos Chefes de Estado, o Plano de Ação e as Diretrizes de integração energética que ensejarão, em 2011, a conclusão dos trabalhos de redação do Tratado Energético.

.Em âmbito multilateral, o Brasil tornou-se um dos principais atores no“International Energy Forum” – IEF, o maior foro mundial (informal) de discussões na
área de petróleo e gás natural. O país passou, também, a compor outros importantes fóruns internacionais, como o “Carbon Sequestration Leadership Forum”, onde alta
tecnologia, aplicada ao sequestro de carbono, tenta associar a indústria da extração de combustíveis fósseis às ações de mitigação ambiental.


    O Brasil transformou-se em um dos atores de maior relevo no cenário energético mundial, no período de 2003 a 2010, o que contribuiu para aumentar a capacidade de defesa dos interessas nacionais em escala mundial. As empresas nacionais expandiram sua presença no exterior, tornando-se, inclusive, modelo de eficiência em suas operações. No plano bilateral, cresceu o interesse pela cooperação com o Brasil,
tanto da parte de países em desenvolvimento como, também, de países desenvolvidos.



40 razões para resistir!

          40 razões para resistir!






1. ... Porque o mandato do Governo tem sido a de representar a ganância corporativa, e não as necessidades do povo.
2. ... Porque a democracia não acontece apenas nas urnas, que devem materializar todos os dias.
3. ... Porque não há super-heróis, e nunca haverá: deve ser você.
4. ... Porque a nossa responsabilidade coletiva para cada trunfos outros qualquer lealdade a um governo partidário.
5. ... Porque uma verdadeira revolução não começa com força, só pode começar com a liberdade da mente.
6. ... Porque devemos julgar os políticos não pelo que dizem, mas sim pelo número de indivíduos que não servem.
7. ... Porque o governo deve proteger seus cidadãos de poder corporativo, não pode ser controlado por ele.
8. ... Porque o governo é desprezado pelo povo para colocar seus próprios interesses sobre os cidadãos.
9. ... Porque as comunidades indígenas merecem as mesmas necessidades básicas, como saúde, educação e água potável.
10. ... Porque nenhum grupo social está acima nem abaixo de qualquer outro.
11. ... Porque as promessas não são apenas retórica política, um governo precisa manter sua palavra e honra seu povo
12. ... Porque a confiança deve ser conquistada, e de uma manutenção constante, e não simplesmente exigiu ou assumidos.
13. ... Porque um governo que silencia silêncios jornalistas a verdade.
14. ... Nunca o silêncio, porque ajuda a trazer a verdade.


 


15. ... Porque a complacência ao abuso, crime, corrupção e faz um cúmplice.
16. ... Porque quando nos deparamos com a tirania, o nosso dever de lutar não é só para mim, mas para todos aqueles que compartilham de nossas lutas.
17. ... Porque a autoridade não se traduz em abuso de poder e confiança.
18. ... Porque uma "economia forte e estável" requer uma classe forte e capacitado trabalhando e não pode ser construído sobre uma cidadania empobrecida.
19. ... Porque a Declaração Universal dos Direitos Humanos permite a liberdade de informação, um direito acima e além de interesses políticos partidários.
20. ... Porque somos seres humanos, e nosso valor, como tal, supera a riqueza material.
21. ... Porque chega um momento em que se deve tomar uma posição que não é seguro nem popular, mas deve ser feito porque é a coisa certa a fazer.

                                                            
 


22. ... Porque nenhuma revolução jamais pediu permissão para desafiar o status quo.
23. ... Porque a natureza que nos rodeia nos deu a vida, não é direito de colocar um preço sobre ele.
24. ... Porque nós devemos ser um exemplo para nossos filhos do que é certo, o que é justo eo que é verdade.
25. ... Porque a realidade partidária ideologias fragmento, e não vivemos em fragmentos.
26. ... Porque a liberdade de informação é a única arma contra a ignorância.
27. ... Porque um governo invadindo nossa privacidade, mantendo secreta em si é um grave atentado à democracia.
28. ... Porque os denunciantes não seria necessário em um governo que sirva verdadeiramente ao povo.


 


29. ... Porque a pobreza não é uma escolha individual, mas sim o violento processo através do qual os detentores do poder nos oprimem para o lucro.
30. ... Porque a pobreza, enquanto não é uma escolha individual, não tentando aboli-la é uma escolha consciente.
31. ... Porque a razão e verdade são inimigos da tirania e da opressão ideológica.
32. ... Porque uma vida impulsionada pela necessidade de fazer face às despesas não é vida, é simplesmente sobreviver.
33. ... Porque há uma diferença fundamental entre uma "sociedade de mercado" e uma "sociedade com mercado".
34. ... Porque a dignidade não é para o seu governo a recompensa em cima de você, nem para tirar de você. Dignidade é o seu direito de primogenitura.
35. ... Porque a tirania de um governo está diretamente correlacionado com o seu medo de agir.



 


36. ... Porque, enquanto a ignorância é a arma que divide, a verdade ea solidariedade são as fortalezas da humanidade.
37. ... Porque as leis são escritas por seres humanos falíveis, e incorporam dentro de si o contexto histórico das relações de poder dominante.
38. ... Porque apesar de más leis podem ser re-escrita, as vidas que são vividas impacto apenas uma vez.
39. ... Porque os direitos e liberdade que temos, só foram alcançados por meio de revolução.
40. ... Porque no final de tudo isso, nós não queremos olhar para trás e desejamos que nós teríamos feito isso quando tivemos a chance.
Nota do Editor: Min Reyes

Entenda o que é a "guerra cambial"

           Entenda o que é a "guerra cambial"


 


     O G20, grupos das vinte maiores economias do mundo, se reúne esta semana, entre os dias 10 e 12 de novembro, em Seul, capital da Coreia do Sul. O principal assunto do encontro será a chamada "guerra cambial". A disputa monetária vem afetando sobretudo países emergentes, como o Brasil.

Direto ao ponto:

"Guerra cambial" é um conjunto de medidas econômicas adotada por governos para desvalorizar suas moedas. Os países fazem isso porque, com a moeda nacional "fraca", os produtos para exportação ficam mais baratos no mercado internacional e, assim, ganham competitividade.

   Para entender como isso acontece e como prejudica países como o Brasil, vamos primeiro analisar as estratégias dos dois maiores protagonistas da "guerra cambial": os
Estados Unidos e a China. Não por acaso, são também, atualmente, as duas maiores potências econômicas mundiais.

   Os economistas entendem que a disputa se iniciou quando os Estados Unidos colocaram mais dólares em circulação no mercado. Somente no dia 3 de novembro, o Federal Reserve (Fed, o banco central americano), anunciou a "injeção" de US$ 600 bilhões (R$ 1 trilhão) nos mercados até 2011.


     É a mesma coisa, por exemplo, se um país tivesse uma safra muito grande de milho numa determinada estação. Com mais milho na praça, o produto seria desvalorizado, isto é, seu preço iria cair nas feiras livres e supermercados. Com a moeda acontece o mesmo. Com mais dólares em circulação, o dinheiro americano se desvaloriza frente às outras moedas, como o real.


    O governo americano adotou essa medida porque precisava exportar mais para recompor sua economia, afetada pela crise financeira internacional de 2008. Como o mercado interno não dava conta disso, pois as pessoas estão desempregadas ou poupando mais do que gastando, a solução foi apelar para o mercado externo.


    Para isso, é preciso tornar os preços mais competitivos (principalmente em relação aos chineses). Daí as medidas para "enfraquecer" a moeda.


    Desse modo, um brasileiro que pagava três vezes mais por um produto americano, em dólar, hoje, com a moeda americana a menos de R$ 2, paga, o mesmo produto, bem mais barato, ou seja, este se torna mais atrativo para o consumidor. 


China
 

   Mas o grande vilão da história, dizem os especialistas, é a China. O país desvalorizou primeiro sua moeda, o yuan, por meio do câmbio fixo. Câmbio fixo significa que a cotação da moeda local é controlada pelo Estado. Ou seja, é o governo que determina o quanto vale o dinheiro em relação ao dólar.  É o contrário do que acontece na maioria dos países, onde se adota o chamado câmbio livre, que é quando a cotação é definida pelas operações no mercado financeiro.

    Soma-se a isso o fato da China ser o maior exportador mundial e está criado um problema e tanto. A reação dos demais países, como os Estados Unidos, foi o que deu início à "guerra cambial".


    Recentemente, até o presidente
Luis Inácio Lula da Silva reclamou da "guerra cambial" travada entre a China e os Estados Unidos. E ele não está sozinho nessa queixa. A desvalorização da moeda americana prejudica as economias de outros países, tanto no mercado externo (pois os produtos ficam mais caros e perdem na concorrência com os estrangeiros) quanto no interno, pois as importações ficam mais baratas.

    Imagine um empresário brasileiro que vende uma câmera digital por R$ 300 no mercado nacional. Aí chega ao Brasil um produto chinês que custa US$ 90, o que dá pouco mais de R$ 150 - a metade do que custa o mesmo artigo brasileiro. Mesmo que o empresário reduza os custos de produção para tentar tornar seu eletrônico mais competitivo com o chinês, ele não irá conseguir. Sua única opção será demitir funcionários. Fazendo isso, ele cria um "efeito dominó": com mais gente desempregada, cai o consumo e outras empresas também vendem menos.


    Para evitar um estrago maior, alguns governos promoveram intervenções cambiais (isto é, na moeda) e fiscais (em tributos). O objetivo é frear a queda do dólar e do yuan. Países emergentes, com economias estáveis e, por isso, atrativas para investidores, ficam mais vulneráveis à "guerra cambial".


   O governo brasileiro, entre outras medidas, elevou de 2% para 4% (e depois, para 6%) o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Este imposto é cobrado sobre investimentos estrangeiros em rendas fixas, como títulos do governo. Na prática, o ajuste visa a conter a enxurrada de dólares no país.


Negociações

    Porém, a solução definitiva, segundo economistas, depende da manutenção do câmbio livre com algumas medidas de controle por parte dos governos. Isso vai depender de negociações entre os líderes mundiais. A China, por exemplo, teria que valorizar mais a sua moeda.

     Para discutir estas propostas, o G20 reúne, em seu quinto encontro, presidentes e ministros da Fazenda do mundo todo. Representando o Brasil, estarão presentes, além de Lula, a presidente eleita, Dilma Rousseff e o ministro da Fazenda Guido Mantega.


     O G20 foi criado em 1999 com o objetivo de propor soluções em conjunto para a economia mundial. O primeiro encontro foi realizado em Berlim, capital da Alemanha. Juntos, os países membros representam 90% do PIB (Produto Interno Bruto) e 80% do comércio globais, assim como dois terços da população mundial.


    A Coreia do Sul é o primeiro país asiático e o único que não faz parte do G8 (grupos das oito maiores economias do mundo) a sediar a cúpula. Ao final do evento, a presidência do G20 será passada para a França.



Fonte: educacao.uol.com.br/atualidades

O capitalismo Chaos: Transformando sua dor Em seu lucro

O capitalismo Chaos: Transformando sua dor Em seu lucro




      O desafio nunca é para corrigir um problema, não para o atravessador. Para eles, o desafio é como fazer o dinheiro, tanto quanto possível, não importa qual é a quantidade de miséria natural, ou provocados pelo homem, desencadeia desastre para a humanidade.
      Alguma vez você já se perguntou por que, não importa quanto dinheiro é gerado para uma causa, nunca parece estar perto o suficiente? Como revoluções desestabilizar as ditaduras no Oriente Médio, os especuladores do petróleo sobre Wall Street subir os preços para o combustível necessário para montar operações de ajuda e resgate no Japão. Futuros de trigo e arroz tornaram-se commodities quente para investimentos e lucros, se a chance de fome, desespero e fome, teares em um futuro próximo. Os medicamentos necessários para combater infecções mortíferas e afastar envenenamento nuclear proporcionar grandes retornos, quando a ameaça da doença e da morte é a única opção para pagar os preços de extorsão. Mas, negócios são negócios, certo?
      Quem é que o dinheiro é necessário para, a fim de pagar? Quem está segurando o alívio para o resgate?  Quando um desastre acontece, enviar tropas, trabalhadores humanitários, suprimentos, assistência, etc Mas, quem está cobrando de nós, à vontade, para os materiais necessários a fim de tornar a ajuda necessária?    Cada dólar que nós enviamos nestes esforços acaba nas mãos daqueles que detêm a ajuda para o resgate. Alimentos, água, medicamentos, cobertores, abrigo e defesa, tornaram-se commodities para ser racionado de lucro para os mais vulneráveis ​​nas situações mais carentes. Quando você segue o dinheiro, tudo isso acaba de volta nas mãos das corporações e os bancos.
       Que é "lucrar" de Nova Orleans, Haiti, Indonésia, Iraque, Afeganistão, e agora o Japão? Fazer quaisquer países controle suficiente dos seus próprios recursos mais para prover suas próprias alívio em caso de emergência? Têm as corporações eo resto dos capitalistas predatórios conseguiu privatizar tudo em suas próprias mãos gananciosas? Todos nós temos sido enganados em alugar espaço no nosso próprio planeta e pagando alguns gananciosos pelo direito de sequer existir?
       Em suma, sim. O sistema global capitalista atual conseguiu acumular quase a totalidade de nossa riqueza planetas e recursos nas mãos de muito poucos. Com o tempo, com o sistema corrupto político atual que eles todos, mas comprados e pagos, eles vão ser bem sucedido em possuir o resto. A partir de sementes que precisamos para a comida a ser propriedade da Mosanto, Pioneer Hi-Bred International, e outros produtos agro-industriais gigantes, a serviços públicos de água e aquecimento sendo privatizadas em todo o mundo por empresas multinacionais, e as casas que são jogados fora pela sector financeiro e conglomerados bancários internacionais; 99 por cento da população mundial tem sido reduzido a uma classe dispensável de vacas leiteiras.

 
     Esse é o jogo. A privatização dos recursos naturais, do nosso planeta muito em si, deixou a humanidade à mercê de empresas para a nossa própria existência; uma existência que foi degradada e quantificados, em oposição à qualificados, e hoje é baseada apenas no que o lucro pode ser explorada a partir dele. Apesar de uma crise incidental constitui uma oportunidade especial para uma rápida consolidação da riqueza e da privatização dos recursos ainda mais, a própria natureza do sistema econômico cria regular, crise, inerentes que permitem a exploração mesmo.
      A idéia é bastante simples. É um processo regular de altos e baixos com uma pequena elite fazer consistentemente tanto dinheiro fora do busto como eles fazem o boom. O período de boom atrai as pessoas para investir seu dinheiro no sistema financeiro inflar. O busto permite que o dinheiro para ser consolidado nas mãos poucos que controlar e manipular o sistema. Na primeira você criar as condições adequadas para uma bolha econômica a ocorrer para obter tanto dinheiro quanto possível injetado nos mercados financeiros. Durante esse período de boom, as pessoas correndo o jogo financeiro pode premiar-se generosamente, sem sequer atrair a atenção de acionistas, porque os investidores, especialmente os pequenos, estão sob a ilusão de que eles são muito lucrando com a tendência ascendente. Quando o busto acontece, de repente, o pseudo-ciência de Wall Street é substituído pelas probabilidades de azar em Vegas. Pena de a sua sorte, a casa sempre ganha no final.
    Durante um evento cataclísmico muitas destas considerações de subterfúgios são desnecessárias.     Desespero e desorganização permitir que aqueles que nos convenceu de que eles próprios o nosso planeta para manter o nosso alívio, e nossa própria vida, para o resgate. Como o setor de seguros de saúde nos Estados Unidos, eles se posicionam entre você e o que você precisa desesperadamente, e depois cobrar por acesso a esses recursos. Você tem a opção de pagar com todo o seu dinheiro corrente e / ou uma boa parte de sua dívida no futuro. Agora, eles não só todos os seus recursos próprios, eles próprios você também.
      O jogo está viciado. A correção está dentro Quer se trate de fraudar o dinheiro da Cruz Vermelha para o abastecimento de salvar vidas, ou o fornecimento de armas para todos os lados de cada batalha feroz do planeta - muitos dos quais são para os recursos que os bancos e as empresas querem controlar - os únicos ganhando agora são as corporações.
     As pessoas em todo o Norte de África e do Oriente Médio, finalmente teve o suficiente. A "Primavera árabe" inaugura uma época de crescente de descontentamento por justiça social e econômica e das reformas democráticas. Os gregos, Português e irlandeses, estão ficando doentes de medidas de austeridade que visam espremê-los para seus recursos naturais e do trabalho desvalorizado. Os 99% não estão mais dispostos a sofrer e pagar o luxo da elite. Pessoas em toda a África estão se levantando contra o sistema corrupto que os explora e extrai seus produtos, diamantes e Tungsten, deixando para trás apenas a pobreza e despotismo. Logo, como o Japão é servido o projeto de lei para resgate, socorro, o tempo de produção perdida, e reconstrução, eles também vão saber o preço que pagamos todos cruel por permitir-nos a tornar inquilinos em nosso próprio planeta.

 

      O sistema capitalista atual tem se tornado a maior barreira para a democracia, emancipação humana e da igualdade. Tem efetivamente escravos a grande maioria dos seres humanos e ameaça a sustentabilidade do nosso abastecimento de água e alimentos, bem como o nosso ambiente muito vivo em si. O mundo está começando a se levantar. É hora de acabar com o abuso, o roubo e a exploração. Nós, como sociedade global, não deve pagar os bancos e corporações para o direito de existir. Eles devem estar pagando-nos.


 
Por Liam Fox e Mercier Gilbert


Podemos inventar um mundo baseado na Ética, Moral e empatia?

 


Podemos inventar um mundo baseado na Ética, Moral e empatia?

 



     Foi quase uma década desde 2001/09/11, e nos últimos 10 anos, todos já vivemos em uma realidade estressante mundial em fluxo permanente. A cultura chinesa, inspirada por Confúcio, coloca no centro do seu sistema de valores a noção de equilíbrio e harmonia. Quase dez anos atrás, qualquer esperança de algum resultado, mesmo harmoniosa de eventos do mundo foi feito em pedaços e não tem ser reparado desde então. Um ciclo vicioso de crise tomou conta da nossa realidade global: guerras, crise alimentar, crise financeira, os desastres naturais e desastres causados ​​pelo homem.



 
 



        Este ciclo inexorável da morte e da destruição é uma doença rápida propagação mundial tendo seus efeitos sobre todos nós, e nenhum de nós estão imunizados a partir dele. As tempestades tornaram-se tornados ou furacões mirando diretamente para nós, e as grandes ondas deve ser Tsunamis assassino para fazê-lo nas manchetes dos jornais. Ele não pode ser contestado por qualquer um que atualmente estamos vivendo um período de turbulência profunda, mas muito poucos propor soluções que não são puramente cosméticas e apenas na periferia das questões centrais. A maioria de nós a culpa por esta crise global, se desdobrando desde uma década, em entidades como empresas, governos: o que pode ser chamado de um sistema global de governança e de produção ou exploração de pessoas e recursos. Mas, antes de tudo o que poderia ter resistido esse sistema global há muito tempo, e segundo a maioria de nós carregamos dentro de nós mesmos os atributos psicológicos que tão veementemente rejeitar no contexto social global. Traços de caráter tais como a ganância, a busca para o narcisismo, poder e falta de empatia.


 
 



      Este ano algumas mudanças positivas estão ocorrendo na consciência global: os árabes estão desafiando o poder dos corruptos governantes autocráticos em todo o Médio Oriente, os protestos estão se espalhando na Europa dentro de Grécia, Espanha, e agora Londres. Ativistas estão chegando através das fronteiras país a unir forças e definir objetivo comum. Alguns estão falando sobre a necessidade de uma revolução global. No entanto, só podemos desafiar a ordem de um cruel, amoral, "Dog Eat Dog" mentalidade de que é a nossa realidade global, por ter uma revolução dentro de nós mesmos. Temos que mudar nossa própria psicologia, caso contrário, nunca faremos progresso duradouro em uma consciência global, onde a brutalidade, o egoísmo, a corrupção ea imoralidade são as forças reais de condução de sucesso social.




 
 



       Anos atrás, um termo estava constantemente na boca das pessoas nos círculos marxistas para descrever os Estados Unidos. América foi chamado de "o coração da besta", e identificado como tal como o centro do capitalismo. Mas, as imagens coloridas marxista não retratam a realidade de hoje em tudo. O capitalismo não tem uma consciência muito menos um coração, tornou-se uma hidra, um polvo gigante, sem coração, muitos cérebros torcida e incontáveis ​​tentáculos alcançando todo o planeta. Não é centrada apenas nos EUA, e seria absurdo pensar que a "besta" capitalista pode ser morto com um tiro no coração. Todos os tentáculos chocante nós deve ser cortada, então o hydra deve ser tomada em terra para morrer sob o sol brilhante fora do "mar de lucro" foi habitar em décadas. Mas, novamente, mesmo que isso skid gigante capitalista morre, se não mudarmos a nossa própria maquiagem psicológica em um nível individual uma hidra outro será logo nasceu da semente de nossa falta de humanidade real, a nossa amoralidade, comportamentos antiéticos e profundamente enraizada consciente ou inconsciente egoísmo. O mundo está quebrado, mas para consertá-lo, devemos entender o porquê, e que dentro de nós mesmos deve ser alterado para tornar-nos seres humanos melhores.

 Por Gilbert Mercier
 

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

LÍNGUA PORTUGUESA: >


               Nanociência e Nanotecnologia:
Tecnologias fundamentais




1. Introdução
     Atualmente, os conceitos de nanociência e nanotecnologia estão diretamente relacionados com a criação de materiais úteis, dispositivos e sistemas através de um controle de componentes em nanoescala com os objectivos de explorar as novas propriedades e fenômenos emergem neste nível.
    O desenvolvimento e produção de artefatos cujas funções
acompanhamento é crucial dimensão inferior a 100
nanômetros (1 nanômetro, nm, equivalente a 10-9
metros) per-Mitire obter materiais com grande precisão em
composição e propriedades. Esses novos materiais
estruturas poderiam oferecer resistência, sem pre-
cedentes e computadores extremamente compactos
poderosos. Da mesma forma, a Nanociência e Nanotecnologia poderia levar a métodos revolucionários de fabricação objetos átomo por átomo eo uso de cirurgia na
célula.
    Agora é tão difícil de distinguir estritamente entre a pesquisa básica, aplicada e desenvolvimentos tecnológicos em ciência e tecnologia, escala nanométrica tornou-se internacional .
   Nanotecnologia no prazo abranger tanto a Ciência
como a tecnologia em escala nanométrica.
   As raízes da nanotecnologia pode ser rastreada para 29
Dezembro de 1959, quando o físico americano Richard
Feynman deu uma palestra para o físico americano
Sociedade intitulada "Há muito espaço na parte inferior."        

   Naquela conferência, Feynman discutiu os benefícios que
significaria para a sociedade que fomos capazes,manuseio do produto e dispositivos fabricação com um precisão.
 Comissão de uns poucos átomos, o que corresponde a uma dimensão Comissão de 1 nm ou menos. Mas foi em 1974 quando o especialista japonês cunhou o ter-Taniguchi
"nanotecnologia" minoria em conexão com a fabricação de
produtos através de métodos mecanizados. Taniguchi
mostrou como a tendência a aumentar a precisão da fabricação estava levando inexoravelmente ao ponto onde, em 2000, a usinagem de peças feitas com "normal "teria uma precisão de 1 mm, enquanto o mecanismo
"precisão" nizada seria preciso para 10 nm e
"Ultra" de até 1 nm.

  Internacionalmente, o tema da Ciência e Tecnologia
de nanoestruturas é algo que vem crescendo a cada
dia. Muitos países na América do Norte, Europa, Ásia e
América Latina, estão a realizar planos amplamente a desenvolver esta área da ciência e tecnologia nos próximos anos. Foi exposto por muitos autores que as principais aplicações de Cabeça de nanotecnologia para a microeletrônica,computação, comunicações, logística militar de saúde,ambiente humano e animal. Porque
A nanotecnologia está ao nosso redor e seus efeitos
pode ser visto em produtos de uso diário, como
computadores, cosméticos, telefones celulares, geladeiras
ou carros, este ramo da Ciência e Tecnologia
gerar profundas mudanças no comportamento
procedimentos econômicos e sociais em todo o mundo.



2. Importância da nanotecnologia
 
   Durante a evolução e desenvolvimento da nanotecnologia
foi possível demonstrar as respostas às razões pelas quais esta nova tecnologia é importante. Estas respostas estão em
seguintes razões:
.Um dos principais motivos é porque eles criam
estruturas em nanoescala pode ser controlada de propriedade atividades fundamentais dos materiais; usando estes produtos essenciais e as tecnologias têm proporcionado altas ações nunca antes alcançado. Isto pode ser ilustrado
.propriedades como magneto-resistência gigante
ou a obtenção de peças de usinagem ultraprecilo .
   Nos últimos anos têm mostrado que a organização
da substância em nanoescala é a chave para o futuro
sistemas biológicos. Nanotecnologia irá localizar
componentes e grupos de componentes internos
células e obter novos materiais utilizando o método de
auto-organização da própria natureza. Esta tenda po-
combinação de ciência dos materiais e da biotecnologia
permitir que processos inteiramente novos e indústrias.
.Outra razão pela qual a nanotecnologia é importante
é dado o fato de que os sistemas nanoestruturados
duas tais como nanopartículas e nano-altísi têm
uma relação volume / superfície (Fig. 2), com isso
ideal para uso em materiais compósitos, reações químicas, a liberação da droga controlada e armazenamento
energia.
    Finalmente, deve-se notar que as nanoestruturas são o sistemas pequenos problemas como eles podem ser usados ​​para construir dispositivos que contêm uma maior densidade de componentes em comparação com micrômetros de dispositivos  diretrizes, as interações de controle e da complexidade das nanoestruturas pode ser conseguido através de novos conceitos de dissitivos eletrônicos circuitos menores e mais rápidos,funções mais sofisticadas e um potencial grande redução CIA consumido.


3. Métodos gerais de Nanotecnologia

   Desde o seu início foi marcado pela Nanotecnologia
ser desenvolvida através de duas abordagens gerais para ambas experimentalmente e teoricamente. Estes métodos gerais caracterizam-se pela forma como eles são produzidos,
caracterizados e modelados nanomateriais. Estes métodos
dois generais são conhecidos hoje como nanotecnologia
Nanotecnologia cima para baixo e Bottom-Up.
Aqui segue uma breve descrição desses métodos
todos.

Top-down nanotecnologia

Através deste método pode se aproximar a precisão necessária gradualmente, principalmente através de refinamento de tecnologias de fabricação diferentes. A capacidade de controlar a precisão de fabrico para esses extremos é proporcionar muitos benefícios, às vezes inesperadas- além da capacidade de produzir um objeto
muito bem definidos. Procedimentos técnicos
mais utilizado para avançar de cima para baixo são:
.o mecanismo de nized ultra-precisas técnicas de litografia, tais como: Fotolia grafia, litografia por feixe de elétrons, etc. Como elemento para destacar neste procedimento é o seguinte: em 1964,Gordon Moore, da empresa dos EUA Fair-criança Semiconductor Corporation, previu que o número de tranSistores que poderiam ser fabricados em um chip dobraria a cada ano. Pela aplicação da nanotecnologia
top-down-the-art chips comerciais, como
Intel Pentium, tem uma largura de linha de cerca de
300 nm, com aproximadamente 1,5 milhões de transistores
em cada chip. Alguns dispositivos especializados, como
chip de memória de acesso aleatório dinâmico (DRAM)
que pode armazenar até 64 milhões de bits de informação
ção, com mais de 64 milhões de transistores. Nos primeiros anos do século, as larguras de linha mínima
chips comerciais cairam para 100 ou 200 nm
componentes, como chips DRAM, que poderia ser de alma
jantar mais de 1.000 milhões de bits.

Bottom-up de nanotecnologia

   O conceito de construção de um dispositivo para manipular a matéria ,montagem átomo por átomo objetos em nanoescala ou molécula para molécula (a chamada abordagem bottom-up da nanotecnologia) foi levantada pela primeira vez na já Feynman menciona na conferência, em 1959. Em todo os últimos 10 anos, este método geral tem sido popularizado por Eric Drexler, diretor do Foresight Institute, em Palo Alto, Califórnia. Drexler descrito estruturas moleculares, nanoescala mobilizados em grandes números, milhares,milhões-como robôs qual programa para montar qualquer coisa. Este teria sugerido múltiplas aplicações para estes "nanomáquinas", que poderia até mesmo entrar no corpo humano para detectar e reparar
danos às células.
     É muito conhecida Microscopia tecnologia
Força Atômica (AFM) é usado para obter imagens
atômica estruturas escala de diversos materiais. Sem
Mais esta tecnologia também pode ser usado para
recolher e substituir os átomos em uma superfície, ou push-
de um lado para outro, usando impulsos elétricos. Ex-
exemplo disso tem sido a de obter o fulerenos .
   Outra área de trabalho desta tecnologia bottom-up é
fabrição de materiais em que alguns componentes deliberadamente estruturadada para estar na área nanoescala. Estes materiais são chamados de materiais
Nanophase. Exemplos desses tipos de materiais nanoestructuRados heteroestruturas de semicondutores são nanométri-sindicatos cas consistindo de diferentes compostos semicondutores obtidos por métodos conhecidos como epitaxia de feixe molecular (MBE), Depo-
Chemical Vapor posição metalorgânicos (MOCVD), a
Deposição de vapor químico (CVD) e Epitaxy
Produtos químicos do (CBE) (Fig. 4). Em heteroestruturas
  Ao contrário do gap de semicondutores ("gap")
permite que o confinamento espacial dos portadores injetados por dopamiento, por outro lado, a diferença do índice refração entre as diversas regiões do heteroestruturas
pode ser usado para formar guias de onda ópticos. A
espessura das camadas de semicondutores que fazem com que novas e efeitos de longo alcance que está entre algumas dezenas de nanômetros até centenas deles.
   O campo de materiais Nanophase foi estendido para
incluir o estudo de propriedades eletrônicas e ópticas
de pós ultrafinos. Sabe-se que desde o tempo de
Romanos poderia ser obtido com um copo cor profunda
Partículas ultrafinas dispersos em Ruby-lo em ouro. Estas
partículas podem atingir um tamanho de até 100 nm.
  Hoje, os cientistas e tecnólogos estudam as propriedades ópticas de uma vasta gama de materiais, especialmente semicondutores, na forma de pós ultrafinos
fins de bioinformática, saúde e cosmetologia.


4. Impacto Econômico e Social das
Nanotecnologias



   Os novos conceitos da nanotecnologia são tão amplos piercing é esperado para afetar todas as
áreas de ciência e tecnologia de uma forma que ainda hoje
são imprevisíveis. Hoje, apenas um conhecimento dos pequenos e de todas as possibilidades dessa nova tecnologia
podem contribuir , razão pela qual tanto esforço é
para realizar a pesquisa, desenvolvimento e inovações futuras.
   Do ponto de vista econômico parece hoje
nanopartículas de materiais reforçados são influenciados por fazer consideravelmente nos Automotive e Aero-
passeios de barco, fazendo poços quânticos, superlattices, fios, homens ,quântica e pontos quânticos, bem como novos dispositivos ,objetivos produzidos a partir desses objetos, são renovanando Electrónica e Comunicações, a obtenção de
novas drogas nanoestruturados, novos estudos genéticos
sistemas e liberação controlada de drogas levando a
novos conceitos na obtenção de produtos farmacêuticos
farmacêuticos na saúde humana e animal em geral nas ciências da vida. A preparação de membranas seletivas,
na forma de armadilhas em nanoescala para eliminar a contaminação de doadores dará uma contribuição, muito favorável,cuidado e proteção do meio ambiente. E novos detectores químicos e biológicos, revestimento
nanoestruturados procedimentos forte e materiais, camuflagem já feita a partir de nanomateriais irá derrubar as concepções de Defesa.
   Os objetivos da pesquisa em nanotecnologia são tão
fundamentais, tais como o risco interdisciplinar e de alta
para alcançar a liderança da indústria levou a um
forte interesse de Industriais e Empresários de inter-
país. Que não descartam que muitos deles só alcançarão a longo prazo. O impacto sócio-económico da
Nanotecnologia será muito maior do que os circuitos
integrados de silício porque sua influência abrange um
maior número de campos.
  Há dois aspectos de caráter social que permitirá
continuação lógica e o sucesso da nanotecnologia própria. Estes são o trabalho dos cientistas no campo da
Ciências Sociais e Educação de trabalho do setor.
Especialistas em Ciências Sociais devem assegurar
como conduzir e como ele se desenvolve nanotecnologia.
Como isso pode ser alcançado? Para ajudar a decisão "
decisões "(" políticos ") para decidir conscientemente
coerente e áreas devem ser priorizadas como financeiros
Ciarlo para obter os melhores resultados no futuro;
criar consciência entre as massas como avançado
Nanotecnologia, saber como eles estão se espalhando
avanços na nanotecnologia e, finalmente, saber
como propor corrigir o curso do desenvolvimento
Nanotecnologia, quando necessário. Para isso, Especialistas em ciências sociais deve identificar, antecipar
e investigar o grau de variação de aceitação social para
novas tecnologias, tendo em conta os indicadores de medida
da  aceitação da nanotecnologia em setores como
como economia, política, religião e cultura.
    Outro aspecto importante é o trabalho educativo. Para
formação básica e especializada de recursos humanos também de enorme importância para o futuro da Ciência e
Tecnologia na área de nanoestruturas. A criação de
recursos humanos multidisciplinares que trabalham neste campo é uma necessidade absoluta. Se você deseja obter
vantagens deste campo revolucionário e empolgante,
pessoas devem começar a pensar realmente,
não convencionais. Mas, ainda mais, o fato de que em um real perto de equipamento novo futuro comercial e instrumentos têm comercializado as suas bases em Nanotecnologia faz os usuários conhecer o princípio de sua operação e com base em seus edifícios, o que resultará
uma cultura básica prevalece em grandes massas
sobre esta área da Ciência e Tecnologia REFERE
temporárias, como é do conhecimento geral da operação de uma tomada de corrente para a luz da manhã,
deve ser do conhecimento geral do funcionamento,
ponteiro laser construído graças a sucessos em
o campo de nanoestruturas optoeletrônicos semi-
drivers.

V. Conclusões

   Em suma, não é de estranhar que a nanotecnologia
pode ser considerada como a principal tecnologia de
Do século XXI será, sem dúvida, conduzir, se já não estiver criado,Uma nova revolução no campo do pensamento,
economia e da sociedade a tal ponto que exigirá
todos os esforços dos cientistas, tecnólogos, políticos, economistas, professores e professores a liderar em uma harmônica e realização consistente de uma nova tecnologia
   Nós podemos proporcionar uma melhor qualidade de vida se você souber utilizar Czar corretamente.


RUISF janeiro 2005
Sanchez Tutor
V. Rodriguez Velasco
JM Martínez Duart


Departamento de Física Aplicada. Faculdade de Ciências. Escola Autónoma de Madrid.


O que é Desenvolvimento Sustentável?

          O que é Desenvolvimento Sustentável?


Ambientais, econômicas e bem-estar social para hoje e amanhã

Desenvolvimento sustentável tem sido definido de muitas maneiras, mas a definição mais frequentemente citado é de Nosso Futuro Comum, também conhecido como Relatório Brundtland:

"O desenvolvimento sustentável é desenvolvimento que satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras satisfazerem suas próprias necessidades Ele contém em si dois conceitos-chave.:

    o conceito de necessidades, em particular as necessidades essenciais dos pobres do mundo, a que prioridade absoluta deve ser dada, e

    a idéia de limitações impostas pelo estado da tecnologia e da organização social sobre a capacidade do meio ambiente para atender às necessidades presentes e futuras. "

Todas as definições de desenvolvimento sustentável exigem que vemos o mundo como um sistema de um sistema que conecta o espaço, e um sistema que conecta o tempo.

Quando você pensa do mundo como um sistema ao longo do espaço, você cresce a entender que a poluição atmosférica da América do Norte afeta a qualidade do ar na Ásia, e que os pesticidas pulverizados na Argentina pode prejudicar as populações de peixes na costa da Austrália.

E quando você pensar no mundo como um sistema ao longo do tempo, você começa a perceber que as decisões de nossos avós fizeram sobre como cultivar a terra continue a afetar a prática agrícola de hoje, e as políticas económicas apoiamos hoje terá um impacto sobre a pobreza urbana quando nossos filhos são adultos.

Entendemos também que a qualidade de vida é um sistema, também. É bom ser fisicamente saudável, mas que se você é pobre e não tem acesso à educação? É bom ter um rendimento seguro, mas e se o ar em sua parte do mundo é imundo? E é bom ter a liberdade de expressão religiosa, mas que se você não pode alimentar a sua família?

O conceito de desenvolvimento sustentável tem suas raízes neste tipo de pensamento sistêmico. Ela nos ajuda a entender a nós mesmos e nosso mundo. Os problemas que enfrentamos são complexos e graves, e não podemos tratá-los da mesma forma que os criou. Mas podemos enfrentá-los.

É que o otimismo básico que motiva equipe do IISD, associados e diretoria de inovar para um futuro saudável e significativa para este planeta e seus habitantes. 





       O Desenvolvimento Sustentável

  O Desenvolvimento Sustentável é comumente definido como aquele capaz de suprir as necessidades do presente, sem que seja comprometida a capacidade das futuras gerações de satisfação das suas necessidades. No entanto, para compreender o sentido desta expressão, tão falada atualmente no cenário político, econômico e social mundial, é preciso realizar uma investigação mais detalhada sobre o contexto do seu surgimento e as transformações que alteraram o seu conceito ao longo do tempo.



        



                         UM BREVE HISTÓRICO



 A partir da consolidação da Revolução Industrial, as bases ideológicas e filosóficas desenvolvidas influenciaram a formação de uma postura econômica baseada no progresso, que passa a ser o norte do desenvolvimento das nações, sobretudo das capitalistas que se estruturavam àquela época. Isso implicava no estímulo ao consumo aliado à implantação de mais e mais fábricas, estruturadas no sentido de garantir o melhor aproveitamento das matérias-primas e um maior crescimento econômico como conseqüência.


    Os sérios danos ambientais trazidos por esta postura, como a extinção de espécies, as chuvas ácidas, o aquecimento global, etc., acarretaram o florescimento de uma consciência ambiental associada à defesa de uma atitude alternativa e pacifista que se opunha à noção de desenvolvimento a qualquer custo, trazendo as primeiras noções de sustentabilidade. No entanto, é preciso visualizar que as raízes desta discussão, além de estarem relacionadas às necessidades sociais de combate à miséria e de preservação do meio ambiente, também se relacionavam com a própria necessidade de adaptação dos mercados cuja produção dependia da matéria-prima.


     Aos poucos, a nova noção de desenvolvimento sustentável foi sendo incorporada às discussões realizadas nas conferências internacionais sobre o meio ambiente até ser tomada como parâmetro de conduta dentre as metas aprovadas por mais de 160 países presentes na Eco-92, Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro. No ano de 2002, na Rio +10, Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável, ocorrida em Johanesburgo, África do Sul, de maneira mais sistemática, foi discutido o que seria o tripé de apoio de uma empresa sustentável, que difere da simples noção de responsabilidade social, tomada apenas como um passo na direção da sustentabilidade.


              O TRIPÉ DE SUSTENTABILIDADE


     O parâmetro antigo de desenvolvimento sustentável, que se relacionava com o patrimônio e com o lucro de uma empresa, país ou estado, transforma-se na noção de um tripé de sustentabilidade que, além do aspecto econômico, preza a análise dos impactos ambientais e sociais do desenvolvimento. Este tripé constitui-se basicamente em três aspectos: Pessoas, Planeta e Lucro, reconhecidos pela sigla PPL ou, no inglês, PPP (People, Planet and Proift).


                 

   Tratando-se de Pessoas, a análise se dá tanto sobre o capital humano da empresa (condições de trabalho oferecidas aos empregados, seu bem estar e saúde, adequação à legislação vigente, etc.), quanto sobre a interferência nas comunidades ao redor, que se traduzem pelo papel social da empresa. No tocante à perna Planeta do tripé, avalia-se o capital natural da empresa, que deve medir as conseqüências de sua modificação a curto, médio e longo prazo. Isto envolve além do uso consciente dos recursos naturais e a utilização de meios para a sua reposição, a adequação aos tratados ambientais como o Protocolo de Kyoto.


  A perna do Lucro faz referência à sustentação e crescimento econômico da empresa. Estes três pilares de sustentação apenas podem ser tomados em sua plena funcionalidade, se analisados de maneira integrada e harmônica. No entanto, estudiosos do assunto ainda destacam a importância de se avaliar o componente político das ações desta empresa ou sociedade, relacionado com uma postura efetivamente coerente com a noção de desenvolvimento esperada, e o componente cultural, que são os valores, limitações e vantagens da sociedade em que está inserida a entidade em questão.


    A medição da sustentabilidade do desenvolvimento de determinado país ou sociedade, é realizada a partir da leitura de diversos índices. Dados como O PIB (Produto Interno Bruto), que aponta para a receita total de uma região, não são suficientes para demonstrar o nível de desenvolvimento sob o prisma do novo conceito. Sua análise deve ser associada à de outros índices, como o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) para que possam ser oferecidas conclusões além do aspecto monetário.


    Um exemplo de índice criado para realizar esta medição é o chamado GPI, sigla americana para a expressão Indicador de Progresso Genuíno, que se aproxima do conceito contemporâneo de sustentabilidade, analisando aspectos mais detalhados como a distribuição da renda entre as camadas sociais, as perdas de recursos naturais, o nível educacional do país, a adequação das empresas às legislações ambientais e sociais vigentes, etc..


                       PRINCIPAIS CRÍTICAS


     Um guinada tão significativa no paradigma de desenvolvimento leva tempo para se amoldar às reais necessidades do nosso planeta e para ser incorporada na conduta de países com interesses tão distintos no cenário mundial. A crítica se encarrega de apontar as “falhas” e utopias envolvidas pela questão.


     Uma das principais críticas em torno do ideal de desenvolvimento sustentável se dá em torno da sua própria viabilidade, posto que, para muitos, não haveria sentido em se falar na sustentabilidade de sistemas isolados, já que os resultados dependeriam da integração de todos os sistemas que compõem o planeta.


     Sustenta-se que o ranço do conceito de desenvolvimento associado ao progresso, deixado principalmente nas culturas de modelo capitalista, impõe a análise da necessidade de mudança no próprio estilo de vida que levamos para que se possa alcançar as virtudes da sustentabilidade. Para outros, a noção de distribuição igualitária de renda seria barrada pelo próprio pilar do lucro que integra o tripé da sustentabilidade.


     Outras críticas são direcionadas para as brechas deixadas pelos próprios mecanismos de incentivo ao controle das ações anti-ambientais, como é o caso dos Créditos de Carbono, que acabariam por legitimar a degradação ambiental a partir da concessão do direito de poluir.


     O fato é que a questão é polêmica e, mesmo que diversas medidas representem progressos no caminho da sustentabilidade, muitos obstáculos irão persistir enquanto os interesses individualistas de determinadas nações se sobrepuserem à consciência holística do funcionamento global.