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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

BRICS e Economias Emergentes Rankings 2014 Categoria Instituição Localização

BRICS e Economias Emergentes Rankings 2014

CategoriaInstituiçãoLocalização


O Número de Ensino Superior BRICS e Economias Emergentes Rankings 2014 movidos a Thomson Reuters inclui apenas instituições de países classificados como "economias emergentes" por FTSE, incluindo os "BRICS" nações do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. As melhores universidades do ranking usa a mesma metodologia como o  Número de Educação Superior Mundial University Rankings , abrangendo todas as missões principais de uma universidade de classe mundial - de ensino, pesquisa, transferência de conhecimento e perspectiva internacional - utilizando 13 indicadores de desempenho cuidadosamente calibradas.

BRICS e Economias Emergentes Rankings 2014

CategoriaInstituiçãoLocalizaçãoPontuação geral
1Universidade de PequimChina
65,0
2Universidade de TsinghuaChina
63.5
3Universidade da Cidade do CaboÁfrica do Sul
50,5
4Universidade Nacional de TaiwanTaiwan
49,2
5Universidade BoğaziçiTurquia
44,3
6Universidade de Ciência e Tecnologia da ChinaChina
44,0
7Universidade Técnica de IstambulTurquia
42,7
8Universidade FudanChina
42,3
9Universidade Técnica do Oriente MédioTurquia
41,5
10Universidade Lomonosov Moscow StateFederação Russa
41,4
11Universidade de São PauloBrasil
41,1
12Universidade BilkentTurquia
40,3
13Universidade PanjabÍndia
40,2
13Universidade Renmin da ChinaChina
40,2
15Universidade de WitwatersrandÁfrica do Sul
39,8
16National Chiao Tung UniversityTaiwan
39,6
17Universidade dos AndesColômbia
39.2
18Universidade de NanjingChina
38,9
19Universidade Nacional de Tsing HuaTaiwan
38,6
20Universidade KoçTurquia
37,1
21Universidade StellenboschÁfrica do Sul
36,2
22Universidade de ZhejiangChina
35,3
23Universidade de VarsóviaPolônia
35.1
24Universidade Estadual de CampinasBrasil
34,7
25National Cheng Kung UniversityTaiwan
34,3
26Universidade Nacional de Sun Yat-SenTaiwan
33,7
27Shanghai Jiao Tong UniversityChina
33,6
28Wuhan University of TechnologyChina
33,1
29Universidade do Rei Mongkut de Tecnologia, ThonburiTailândia
33,0
30Instituto Indiano de Tecnologia, KharagpurÍndia
32,8
31Charles University, em PragaRepública Checa
32,5
31National Taiwan University of Science and TechnologyTaiwan
32,5
33Universidade Central NacionalTaiwan
32,0
34Indian Institute of Technology, KanpurÍndia
31,9
35Universidade Sun Yat-senChina
31,7
36China University Medical TaiwanTaiwan
31,0
37Instituto Indiano de Tecnologia, Rio de JaneiroÍndia
30,1
37Instituto Indiano de Tecnologia, RoorkeeÍndia
30,1
39Tianjin UniversityChina
29.9
40Universidade de WuhanChina
29,4
41Universidade JagiellonianPolônia
28,6
42East China Normal UniversityChina
28,5
43Harbin Institute of TechnologyChina
28,4
44National Taiwan Normal UniversityTaiwan
28,2
45Universidade de KwaZulu-NatalÁfrica do Sul
28,0
46Instituto Indiano de Tecnologia GuwahatiÍndia
27,9
47Instituto Indiano de Tecnologia de MadrasÍndia
27,6
47Universidade JadavpurÍndia
27,6
49Dalian University of TechnologyChina
27,5
50Aligarh Muslim UniversityÍndia
27,2
51Universidade de HunanChina
26,8
52Universidade MahidolTailândia
26,7
53Universidade MasarykRepública Checa
26,6
53Ásia UniversidadeTaiwan
26,6
55Pontifícia Universidade Católica do ChileChile
25,7
55Universidade TongjiChina
25,7
57Jawaharlal Nehru UniversityÍndia
25,3
58Yuan Zé UniversidadeTaiwan
25,2
59Universidade Nacional Autônoma do MéxicoMéxico
25,0
60Universidade Nacional Yang-MingTaiwan
24,8
60Universidade de DebrecenHungria
24,8
60Universidade SemmelweisHungria
24,8
60Universidade Federal do Rio de JaneiroBrasil
24,8
64Warsaw University of TechnologyPolônia
24,7
65Xi'an Jiaotong UniversityChina
24,2
66Chung Yuan Christian UniversityTaiwan
24,0
67Universidade de Saint Petersburg EstadoFederação Russa
23,7
68Huazhong Universidade de Ciência e TecnologiaChina
23,6
69Universidade Nacional Chung HsingTaiwan
23,5
70Universidade Agrícola da ChinaChina
23,3
71Taipei Medical UniversityTaiwan
23,0
71National Taiwan Ocean UniversityTaiwan
23,0
73Universidade Chang GungTaiwan
22,9
73Universidade de IstambulTurquia
22,9
75Universidade Nacional de Taipei de TecnologiaTaiwan
22,8
76Emirados Árabes Unidos UniversidadeEmirados Árabes Unidos
22,6
77Universiti Kebangsaan MalásiaMalásia
22,3
78Universidade de PretóriaÁfrica do Sul
21,7
79Universidade Americana de SharjahEmirados Árabes Unidos
21,4
80Universidade Nacional Chung ChengTaiwan
21,2
80Universidade HacettepeTurquia
21,2
82Chiang Mai UniversityTailândia
21,0
83Universidade de Marrakech Cadi AyyadMarrocos
20,8
84Universidade de Tecnologia de BrnoRepública Checa
20,4
85Universidade ChulalongkornTailândia
20,3
86Universidade do ChileChile
20,2
87UNESP - Universidade Estadual PaulistaBrasil
20,0
88Universidade de XangaiChina
19.9
89Príncipe da Universidade SongklaTailândia
19,7
90Feng Chia UniversityTaiwan
19,6
90Universidade de SichuanChina
19,6
92Universidade Nacional ChengchiTaiwan
19,0
93Universidade de AlexandriaEgito
18,6
93Universidade de SzegedHungria
18,6
95Universidade do CairoEgito
18,0
95Universiti Putra MalaysiaMalásia
18,0
97Universidade MansouraEgito
17,8
98Universidade Politécnica do NoroesteChina
17,5
99Monterrey Instituto de Tecnologia e Ensino SuperiorMéxico
17,4
100Universidade de ŁódźPolônia
17,3

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Decano de Pós-Graduação e Pesquisa, Jaime Santana

Mariana Costa/UnB Agência
 
Pesquisa na UnB ganha força com apoio de fundações
Decano de Pós-Graduação e Pesquisa, Jaime Santana, aponta a aproximação com a FAP-DF e a Finatec como uma das maiores conquistas deste primeiro ano de gestão 
Barbara Arato - Da Secretaria de Comunicação da UnB


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Abertura ao diálogo e transparência. Essa foi a receita do professor Jaime Santana para enfrentar o primeiro ano de gestão à frente do decanato de Pesquisa e Pós-Graduação (DPP) da Universidade de Brasília. Celeridade e critérios objetivos na apreciação de projetos de todas as áreas do conhecimento garantiram que a pauta da Câmara de Pesquisa e Pós-Graduação (CPP) não registrasse atrasos.
No último ano, o DPP ainda ganhou uma aliada de peso. Graças a um esforço conjunto do decanato, da comunidade científica e de parlamentares do Distrito Federal, a Fundação de Apoio à Pesquisa do DF (FAP-DF) voltou a ganhar a confiança dos pesquisadores. Editais em dia e a recente aprovação de um aumento de 2% no orçamento destinado à fundação são o vislumbre de dias melhores.
A necessidade de aproximar universidade e indústria, de aumentar a oferta de bolsas de iniciação científica e diminuir a burocracia para a aquisição de materiais para pesquisa também foram alguns dos desafios citados pelo decano para os próximos anos. Confira a entrevista concedida à Secretaria de Comunicação da UnB.
Quais as principais conquistas da pesquisa e da pós-graduação da UnB nesse primeiro ano de gestão?
Jaime Santana – Estabelecemos um diálogo muito produtivo com pesquisadores de todas as áreas do conhecimento. O DPP está de portas abertas para todos e isso refletiu até na Câmara de Pesquisa e Pós-Graduação (CPP). Temos uma agenda em dia, nada está atrasado. Tivemos tempo, inclusive, para discutir outros assuntos, como a participação dos pesquisadores da UnB em editais como os dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs) [rede coordenada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação que envolve 101 centros de pesquisa brasileiros]. Numa próxima reunião da CPP vai ser discutido o novo estatuto da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal, a FAP-DF. Outro ponto importante foi o estabelecimento de um diálogo institucional para estabelecer os marcos legais do relacionamento da FUB [Fundação Universidade de Brasília] com a Finatec. Negociamos com a Procuradoria Jurídica (PJU), com participação da comunidade científica, e o Conselho Universitário aprovou esses parâmetros legais. Agora estamos empenhados em melhorar os marcos legais de ciência, tecnologia e inovação, discussão no Congresso Nacional. Quero destacar também o UnB.Futuro, um fórum para pensar a universidade do futuro, que deve se inserir no mundo moderno. 
Essa proximidade com as fundações é um dos objetivos da gestão?
Jaime Santana – Sim, prometemos isso na campanha e estamos cumprindo. Vale ressaltar que é uma proximidade totalmente transparente. Nenhum projeto vai para a Finatec sem passar pelos órgãos colegiados e pela PJU. Outra prioridade foi a FAP-DF. A primeira coisa que fizemos foi convencer a comunidade científica de que a FAP-DF poderia se recuperar, porque ela estava absolutamente sem crédito. Fazia editais e não cumpria, os projetos eram aprovados e não saía o dinheiro. Fizemos a FAP-DF voltar a funcionar – o conselho superior já foi indicado pelo governador e tem representantes da UnB. Tivemos um aumento substancial no dinheiro destinado à comunidade científica do DF, foram quase R$ 10 milhões. E, claro, a Universidade de Brasília se beneficia, já que é detentora de praticamente 80% desses recursos, por concentrar grande parte dos pesquisadores da região. Também conseguimos solucionar um outro problema: a FAP-DF não tem servidores para analisar os projetos. Fizemos um mutirão com professores da UnB, da Universidade Católica de Brasília e da Embrapa para julgar e, em dois dias, analisamos 140 processos. Outro objetivo era voltar ao percentual de 2% do orçamento do DF destinado à FAP-DF. Um conjunto de professores, a maioria da UnB, criou uma associação, a APEG-DF [Associação de Pesquisadores, Empresários e Gestores em Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal], e por meio dela, tivemos contato com a própria FAP-DF, com os deputados distritais Wasny de Roure e Israel Pinheiro, pessoas que ajudaram muito e entenderam nosso propósito, além do governador do DF. Apesar desse aumento não ter saído como queríamos, será gradual, foi um grande ganho. Esse dinheiro vai ajudar muito na qualidade da produção científica e terá um impacto grande para a pós-graduação por causa do financiamento continuado, que é imprescindível.
Mariana Costa/UnB Agência
 
Como o senhor avalia os recursos que a própria UnB destina à pesquisa e à pós-graduação?
Jaime Santana – Nós temos uma dívida na universidade de R$ 100 milhões. Todos os setores sofreram cortes. Mesmo assim fizemos editais e mantivemos o número de bolsas de iniciação científica – estamos trabalhando para que a FAP-DF também ofereça essa modalidade de bolsa. Tivemos dificuldades para lançar mais editais no DPP este ano por causa dos órgãos de controle, que proibiram o depósito em conta ao pesquisador para pagar viagens, comprar pequenos equipamentos. Procuramos uma alternativa e, já no próximo ano, estamos trabalhando para os editais saírem mais cedo, como os editais de publicação, um dos mais importantes que temos. Este ano, nenhum projeto que tenha vencido edital de publicação ficou sem recurso. Apesar desse corte sofrido pelos decanatos, o dinheiro para a pesquisa na UnB aumentou substancialmente, muito em parte por causa da FAP-DF. Nosso esforço para fazer a FAP-DF funcionar é também para que o pesquisador não fique na dependência do DPP. O orçamento do decanato ficou em torno de R$ 1,8 milhões, mas os pesquisadores receberam muito mais. Os recursos do DPP são para emergências: se um equipamento quebra, não podemos deixar que isso impeça a pesquisa. Também não podemos deixar de ajudar a área de Humanidades, cujo produto mais importante é a publicação, tanto de livros quanto de artigos em periódicos. Vale frisar que só o edital equipamentos para jovens professores teve mais de R$ 1 milhão. Acrescento os editais CT-infra e Pró-equipamentos da Capes, que trarão R$ 12,5 milhões para a UnB. É importante dizer que todo o processo é institucionalizado. Também quero registrar meu agradecimento aos membros da CPP. Trabalhamos muito, nos reunimos a cada quinze dias, às vezes toda semana, para poder limpar a pauta.
Em 2013, a UnB ficou em 21º lugar na América Latina no QS University Rankings e em 8º no Ranking Universitário da Folha.  Como o senhor vê esse desempenho e como a universidade pode melhorar sua posição?
Jaime Santana – Rankings são parâmetros exteriores, cada um tem uma metodologia. Mas o que posso dizer é que onde temos uma pós-graduação de qualidade, teremos uma graduação de qualidade. Essa é uma relação direta. Nunca vi um curso de pós-graduação de alta qualidade em um programa de graduação de péssima qualidade. Uma pós-graduação bem avaliada ajuda demais porque os professores estão inseridos no ambiente da pesquisa, são desafiados a estudarem mais, a procurarem dinheiro para seus projetos, os alunos estão mais engajados em estágios. Trabalhar para melhorar a pós-graduação é melhorar a universidade como um todo.
Mariana Costa/UnB Agência
 
Quais as principais metas para os próximos anos?
Jaime Santana – Lançar editais mais cedo, aumentar os editais da FAP-DF e incluir bolsas de iniciação científica, mestrado e doutorado. Também queremos contemplar a área de Humanidades, que ainda está em segundo plano no quesito financiamento. Queremos ainda aumentar o diálogo com a Capes, trazer os representantes das áreas para conversar com os programas de pós-graduação. Vamos trabalhar na criação do novo estatuto da FAP-DF e realizar reuniões com toda a comunidade para angariar sugestões para estabelecer os novos marcos legais da Ciência e Tecnologia no país. Também queremos novos marcos legais para a universidade se relacionar com a indústria, porque a academia precisa transferir conhecimento. Outra coisa que gostaríamos de fazer é mudar a lei 8.666/93 [lei de licitações]. Ela não serve para a ciência. Às vezes, demora até seis meses para conseguirmos comprar material. E a pesquisa não pode esperar. Claro que precisamos de um processo transparente, com justificativas técnicas para comprar um equipamento mais caro porque serve melhor para aquela pesquisa. Mas, muitas vezes, acabamos comprando produtos ruins porque são mais baratos. Também estamos trabalhando muito com a Assessoria de Assuntos Internacionais para facilitar o intercâmbio. As atividades produzidas na universidade precisam ganhar o mundo, precisamos mandar um número maior de pesquisadores e professores para o exterior, assim como receber colegas estrangeiros. 
O programa Ciência sem fronteiras, do governo federal, também impulsionou esse processo?
Jaime Santana – É um bom programa, mas não é suficiente. Precisamos enviar ao exterior alunos de mestrado, doutorado. Esses estudantes que vão para o exterior pelo Ciência sem fronteiras vão fazer disciplinas, mas não fazem pesquisa propriamente, o que revela até uma certa contradição no nome do programa. Teremos um impacto positivo no futuro, na formação desse aluno. Além disso, é necessário ampliar o Ciência sem fronteiras para outras áreas, hoje ele está restrito às Exatas e Biológicas. Temos aqui na UnB empresas juniores das Relações Internacionais, da Administração, da Economia, entre outras. Inovação não é exclusividade das hard sciences.
Todos os textos e fotos podem ser utilizados e reproduzidos desde que a fonte seja citada. Textos: UnB Agência. Fotos: nome do fotógrafo/UnB Agência.